Arquivo mensal: agosto 2010

Podcast Jogando por Música – 31/08/2010

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Ouça o podcast de hoje: http://www.goear.com/listen/c0e86c0/jogando-por-musica-wagner-walter-e-william-leal

Tema do Jogando por Música http://www.goear.com/listen/f99d1ef/Jogando-por-Musica-Wagner-Walter-e-William-Leal

Salve!

Hoje é terça-feira, fim de mês, mas o Jogando por Música segue em ritmo de maratona, afinal, além dos campeonatos de futebol, o Mundial de Basquete está a todo vapor, o Brasil começou a jogar bem e empolgar. Na música, as novidades não param! Hoje mais lançamento, além de uma versão especial da música FIM DE MÊS de Raul Seixas. Ouça o podcast, ouça também o tema do programa, uma criação da ID Idéia Comunicação Integrada – (79)3214-7885 / (79)8125-0500. Os nossos agradecimentos ao Milton Goulart (com ART até no nome) e toda sua equipe. Parabéns pessoal!

Alguns destaques do programa:

É fim do Mês! Música do Raul Seixas em roupagem ‘nova’ (na verdade essa versão é de 1998), é a nossa homenagem ao maluco beleza (que nos deixou há 21 anos) e ao fim do mês que chega outra vez…

Mayra Andrade apresenta novo show no país

A cantora cabo-verdiana Mayra Andrade vem ao Brasil para apresentar seu novo espetáculo no dia 22 de outubro em São Paulo. Nessa nova turnê Mayra divulga seu segundo álbum, “Stória, Stória…”, disco produzido pelo brasileiro Alê Siqueira, que trabalhou com Caetano Veloso e os Tribalistas, entre outros.

As gravações deste disco foram realizadas em estúdios em Paris, onde Mayra está radicada, Rio de Janeiro, São Paulo e Havana. “Stória, Stória…” mistura no repertório canções de seu país natal, de Cuba e também do Brasil.

Por enquanto o único show divulgado é este na capital paulista. Os ingressos para o público em geral estarão disponíveis a partir do dia 03 de setembro. Na agenda do site oficial da cantora ainda não constam detalhes sobre a turnê pelo Brasil. Confira as informações já divulgadas:

22/10/2010 – São Paulo/SP
Citibank Hall – Al. dos Jamaris, 213
Horário: 22h00
Classificação etária: Não será permitida a entrada de menores de 12 anos.
12 e 13 anos permitida a entrada acompanhados dos pais ou responsáveis legais. 14 anos em diante permitida a entrada desacompanhados.
Ingressos: R$ 60,00 (mesa setor 3), R$ 90,00 (mesa setor 2), R$ 100,00 (mesa setor 1), R$ 110,00 (mesa vip) e R$ 130,00 (camarote).
Informações: 4003-6464 / www.citibankhall.com.br

Milton regrava Raras Maneiras parceria de Tunai e Márcio Borges

A música foi lançada por Simone em 86 no álbum Amor e Paixão, Raras Maneiras faz parte do repertório do próximo disco de Milton Nascimento – E a Gente Sonhando. A faixa-título deste álbum em que Milton se junta a cantores e músicos da cidade mineira de Três Pontas também é uma regravação – no caso, de tema lançado em 1965, em registro instrumental, pelo Tempo Trio – mas… E a Gente Sonhando tem repertório majoritariamente inédito. O disco já está no forno. Milton Nascimento tem cadeira cativa no Jogando por Música e já estamos em contagem regressiva para tocar seu novo trabalho. Aguardemos…

LANÇAMENTO DO DIA

No programa de hoje apresentamos como novidade a banda mineira Maria Pretinha. Formada em 2000 pela baixista e vocalista Cinara Motta e sua irmã Cinthia Motta, a banda mineira Maria Pretinha passou por diversas formações, destacando-se no interior do universo musical belorizontino. A banda, segue os ensinamentos tropicalistas, ao fundir em uma única e excitante sonoridade uma gama variada de influências, como o rock n’ roll em suas mais diversas formas, ritmos brasileiros e elementos do cancioneiro de matriz africana.
Além de bares, calouradas universitárias, espaços públicos, teatros e festas particulares, a Maria Pretinha abriu shows para bandas como O Rappa, Elza Soares, Wilson Sideral etc. A música que escolhemos foi Mané Money, pra variar, um funk-rock-samba… Bem, uma mistura que é a cara desta banda.

Amanhã tem mais!

Nosso e-Mail é producao@jogandopormusica.com
E o Twitter @JogandoporMusic

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Podcast Jogando por Música – 30/08/2010

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Ouça nosso podcast de hoje: http://www.goear.com/listen/ae87bc9/Jogando-por-Musica-Wagner-Walter-e-William-Leal

Salve!

Iniciamos mais uma semana, que será bem movimentada, tanto nos esportes quanto na música. Hoje, apresentamos a nova música da Bebel Gilberto, inclusive demos o caminho para receber gratuitamente via email. Ainda, tudo sobre a #17 rodada do brasileirão, sobre o Mundial de Basquete e o Grand Prix de Volei. Tudo isso, junto e misturado com muita música. Confira!

Bebel Gilberto disponibiliza música nova na internet

Os fãs da cantora Bebel Gilberto que se inscreverem no ‘mailing’ através do site oficial vão receber um link para baixar uma música nova e inédita em disco. A canção tem o nome de “Dahling” e estará disponível no site por tempo limitado, durante um mês. Então aproveite!

Para baixar a música gratuitamente basta acessar o site www.bebelgilberto.com.br e fornecer o seu email na área solicitada, você receberá por email o link para baixar gratuitamente a música “Dahling” uma parceria de Bebel com o músico Pedro Baby. Vale a pena conferir!

Chega às bancas coleção de 20 CDs e livros de Chico Buarque

Chegou nesta sexta-feira, 27, às bancas de jornais e livrarias de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul o primeiro volume da “Coleção Chico Buarque”. Trata-se de uma série com 20 CDs que serão lançados semanalmente pela Editora Abril acompanhados de livretos com todas as informações sobre os discos.

A coleção traz 20 discos originais de Chico Buarque lançados entre 1966 e 2006. Nos livretos de 44 páginas há detalhes sobre as músicas, sobre o momento na vida e carreira do artista, além de depoimentos de parceiros e amigos como Caetano Veloso, Francis Hime, Toquinho e Miúcha.

O primeiro volume é o disco “Chico Buarque”, lançado originalmente em 1978, e que traz clássicos como “Cálice” e “Pedaço de Mim”. Quem não mora nos estados de São Paulo, Paraná, Santa Cataria e Rio Grande do Sul, pode comprar diretamente do site da Editora Abril: www.comprecolecoesabril.com.br.

Abaixo a lista dos discos da coleção:

01. Chico Buarque (1978)
02. Construção (1971)
03. Meus Caros Amigos (1976)
04. Chico Buarque de Hollanda (1966)
05. Chico Buarque de Hollanda Vol. 2 (1967)
06. Chico Buarque de Hollanda Vol. 3 (1968)
07. Paratodos (1993)
08. Sinal Fechado (1974)
09. Vida (1980)
10. Almanaque (1981)
11. Chico Buarque (1984)
12. Calabar (1973)
13. Chico Buarque (1989)
14. Ao vivo Paris – Le Zenith (1990)
15. Uma Palavra (1995)
16. As Cidades (1998)
17. Chico Buarque de Mangueira (1997)
18. Carioca (2006)
19. Francisco (1987)
20. Per un Pugno di Samba (1970)


Sideral lança novo projeto com show em São Paulo


Cade vez mais cantores e bandas procuram novas formas para lançar e divulgar seus trabalhos. O cantor mineiro Wilson Sideral também entrou nessa e anuncia o lançamento do projeto “Singles” com um show amanhã, dia 31, em São Paulo.

No show, que será realizado no palco do Na Mata Café, o cantor e compositor apresentará ao público suas novas canções que não serão lançadas em CD, mas sim em arquivo digital em um pen drive.

O projeto “Singles” traz cinco músicas inéditas que foram registradas ao vivo no Estúdio Máquina, dos colegas do Skank, acompanhadas dos vídeos para estas mesmas músicas. Além disso, “Singles” traz um documentário mostrando o cotidiano de Sideral durante o processo de gravação, versões acústicas, cifras e letras das canções, e fotografias.

O lançamento de “Single” em formato de pen drive tem edição limitada e estará à venda neste show de Sideral e através do site oficial do cantor: www.wilsonsideral.com.br. As músicas que fazem parte de “Singles” são “Apenas Assim”, “Um Céu Cinco Estrelas”, “Deu Saudade [Da Gente]”, “Quase Um” e “Voz, Solidão e Violão”.

Confira informações do show na capital paulista:

31/08/2010 – São Paulo/SP
Na Mata Café: Rua da Mata, 70
Horário: 23h30
Classificação etária: 18 anos
Ingressos: grátis até 21h30 – após: R$ 20,00 (fem.) e R$ 25,00 (masc.)
Informações: 11 3079-0300 / www.namata.com.br

Nosso Twitter é @JogandoporMusic
Nosso e-Mail é producao@jogandopormusica.com

FONTES: Myspace, Facebook, Território da Música e Dicionário Cravo Albin.

Podcast Jogando por Música – 26/08/2010

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Ouça nosso podcast:
Ou via Goear: http://www.goear.com/listen/6714991/Jogando-por-Musica-Wagner-Walter-e-William-Leal

Salve!

No ar mais um Jogando por Música, trazendo muita informação e música de qualidade. Hoje, tudo sobre a #16 do brasileirão, Sulamericana e as notícias do Volei e Basquete. Ouça nosso podcast, leia nosso blog, comente, participe!

Email: producao@jogandopormusica.com
Twitter: @JogandoporMusic

Black Eyed Peas procura fã para trabalhar com o grupo durante turnê no Brasil

Alguns empregos são melhores que outros, isso todo mundo já sabe. E que tal trabalhar com seu artista preferido, divulgando os acontecimentos durante os shows, os bastidores e ainda curtindo festas com esses artistas depois das apresentações? Bem, não é delírio. Essa é a proposta de emprego que o Black Eyed Peas faz aos fãs brasileiros.

A banda lançou uma promoção que dará a um fã sortudo a possibilidade de acompanhar o quarteto durante os três shows da turnê pelo país. O fã se tornará roadie da banda, mas para isso não precisa ter os conhecimentos técnicos sobre luzes e instrumentos, como um bom roadie precisa ter. Segundo o que informa o anúncio da promoção: o roadie precisa “demonstrar capacidade de mobilizar, improvisar e curtir a balada para acompanhar a turnê do The Black Eyed Peas”.

Entre todos os inscritos, dois fãs serão sorteados e terão acesso ao primeiro show da turnê, no dia 29 de outubro, em Porto Alegre. Um produtor do grupo vai escolher aquele que se sair melhor para acompanhar o Black Eyed Peas também nos shows de Florianópolis e São Paulo, com todas as despesas pagas.

Os detalhes sobre como se inscrever para a promoção estão disponíveis no site www.beproadie.com.br

Abaixo você confere um vídeo sobre a promoção.

Eaê, ta afim de encarar? Desde já, boa sorte pra você!

Djavan resgata tempos de crooner em novo álbum.
“Ária” é o primeiro trabalho só como intérprete na carreira do músico alagoano
Por Regis Salvarani
jogandopormusica.com

A primeira banda da qual Djavan fez parte, no início dos anos 70, tocava músicas dos Beatles. Depois, já cantando em boates no Rio de Janeiro, o cantor começou a gravar músicas de outros compositores para trilhas sonoras de novelas. Em 76 saiu seu primeiro disco: “A voz – o violão – a música de Djavan”. Desde então o repertório autoral pautou a carreira do artista alagoano, com raras exceções abertas em sua discografia. Por isso, “Ária”, o novo trabalho de Djavan, é inédito em sua trajetória.

Em entrevista exclusiva, o músico revela na voz de que intérprete ainda gostaria de ouvir uma canção sua, e alguns momentos marcantes de sua vida que o ajudaram na escolha do repertório, que vai de Cartola e Dalmo Castello, (“Disfarça e Chora”), ao standard de Bart Howard (“Fly me to the moon”), passando por Luiz Gonzaga e Zé Dantas (“Treze de Dezembro”) e Gilberto Gil (“Palco”).

CONFIRA A ENTREVISTA:

Gravar um CD de intérprete traz alguma lembrança dos tempos em que você era crooner de banda? Alguma música do repertório que você cantava naquela época está no disco?

Djavan – Total. Porque eu tenho 34 anos de carreira e nunca tinha feito um disco assim, onde eu uso só músicas de outros autores. Porque a minha vida sempre foi autoral, e esse disco é um diferencial fortíssimo na minha carreira. Eu estou muito feliz de ter realizado esse sonho, e eu aproveite pra trazer pra esse disco todas as minhas reminiscências, as minhas lembranças de infância, de adolescência, da época em que eu era crooner em boate, e músicas do meu coração, músicas que eu gosto, compositores que eu sempre amei… Enfim, é um disco que reúne todas essas sensações. Foi um disco que movimentou bastante a minha emoção. E eu estou muito contente de ter realizado.

Alguma música do repertório do disco simboliza algum momento ou acontecimento especial pra você?

“Sabes Mentir” (composição de Othon Russo gravada por Ângela Maria), que é uma música da minha infância, que minha mãe cantava muito, e foi através dela que eu me encantei com a música; e “Nada a nos separar” (música de Wayne Shanklin com versão de Romeo Nunes), que veio num momento da minha adolescência de muita carência, de muito sofrimento, quando eu estive morando fora de casa por um ano e meio em Recife.

Há algum intérprete que ainda não gravou uma música sua e que você gostaria de ouvir cantando algo que você compôs?
Eu gostaria de ouvir Zeca Pagodinho, que eu adoro.

Há algum novo artista na música hoje que te impressiona?
Vai parecer nepotismo, e é. Max Viana. Ele vai lançar um disco agora, “Um quadro de nós dois”, que está excelente. Eu assino embaixo.

Com uma carreira de grande sucesso e muitos anos de estrada, o que você almeja ainda conquistar como artista?

O de sempre. Me alegrar com as coisas que eu estou fazendo, no momento em que eu estiver fazendo. Porque é isso que eu persigo. Nunca foquei em outra coisa. Porque a música é o meu brinquedo favorito, é a coisa que eu mais amo, que eu mais gosto de fazer. Eu tenho com a música uma ligação muito antiga, muito ancestral, digamos assim. E não negocio. O que está na minha música é o que eu gosto, o que eu sinto, o que eu desejo.

Será lançado em DVD documentário sobre o ‘professor’ Martinho da Vila.
www.jogandopormusica.com
Rodado nos últimos dois anos, o filme, está saindo em DVD pela MZA Music e o Canal Brasil e conta com interessantes imagens de arquivo. Além dos relatos da família, o documentário traz também depoimentos de admiradores, como o pagodeiro Dudu Nobre e o poeta Ferreira Gullar, e registros de viagens com a banda.

Mais do que qualquer imagem, o que arrebata é o espírito de Martinho, traduzido na fala macia, nas músicas. Nas cenas no rio, pescando nas passagens em Duas Barras, sua cidadezinha, no interior do Rio.

O filme mostra passagens pouco conhecidas da vida de Martinho, para além da Vila Isabel e dos sucessos colecionados em mais de 40 discos gravados. Como: Casa de Bamba, Quem é do Mar não Enjoa, Madalena do Jucu, O Pequeno Burguês, Canta Canta Minha Gente, Mulheres e tantos outros. No programa de hoje ouvimos: Quem é do Mar não Enjoa.

FONTES: Rádio Eldourado, Território da Música, Myspace, Facebook e Palco Mp3.

Podcast Jogando por Musica – 25/08/2010

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Ouça nosso podcast:

Ou via Goear: http://www.goear.com/listen/640532b/Jogando-por-Musica-Wagner-Walter-e-William-Leal

Salve!

No programa de hoje, informações sobre o Prêmio Multishow que rolou ontem a noite. Boas novas para os amantes do rock com lançamentos de Angra e Nenhum de Nós. Noticias dos esporte, hoje o nosso Wagner Walter já está bem melhor, com isso ganhamos de presente sua bela voz e as informações precisas. Ah, hoje também alteramos o endereço do nosso blog, que a partir de agora passa a se chamar: jogandopormusica.com simples desse jeito, nem precisa www ou wordpress… Olha, o ‘velho’ endereço continuará te levando à nossa pagina, a mudança foi com objetivo de simplificar o acesso. Bem, ouça o podcast, comente, dê sua sugestão de pauta, mande sua crítica… Aguardamos com ansiedade a sua participação:

Email: producao@jogandopormusica.com
Twitter: @JogandoporMusic

Hoje falamos sobre:

Nenhum de Nós lança nova música na internet.

“Outono Outubro”, este é o nome da primeira música de trabalho do novo álbum da banda Nenhum de Nós. Esta é uma das faixas do próximo disco de estúdio do grupo, “Contos de Água e Fogo”, e está disponível para audição na internet. O novo álbum do Nenhum de Nós começou a ser gravado em julho, no estúdio Submarino Amarelo, em Porto Alegre, com produção da própria banda em parceria com Ray Z. O grupo contou com alguns colaboradores neste trabalho, entre eles Leoni e Fábio Cascadura, da banda Cascadura. Algumas das novas músicas são “Último Beijo”, “Melhor e Diferente”, “Corrente”, “Primavera no Coração” e “Outono Outubro”, que você pode ouvir no endereço www.nenhumdenos.com.br Se você curtiu a banda nos anos 80 certamente reconhecerá o som, está com uma roupagem nova, mas tem a mesma essência. Vale a pena!

Zeca Baleiro disponibiliza músicas no site oficial.

Como parte das comemorações pelos 13 anos desde o lançamento do primeiro disco, o cantor e compositor maranhense Zeca Baleiro liberou no site oficial quatro músicas inéditas para os fãs poderem baixar gratuitamente. As novas músicas são “Mais um Dia Cinza em São Paulo” e “Milonga del Mejor”, do álbum “Concerto”, e “Carmo” e “Xote do Edifício”, do disco “Trilhas”. Esses dois trabalhos serão os primeiros de Baleiro a serem lançados por seu próprio selo, o Saravá Discos. Os CDs serão lançados nos próximos dias. Para baixas as quatro músicas novas clique no link: www.zecabaleiro.com.br. No programa de hoje ouvimos: CARMO, mas Milonga del Mejor, Xote do Edifício e Mais um dia cinza em São Paulo também valem muito a pena baixar e ouvir. O trabalho tem o DNA do Baleiro, os fãs agradecem.

Angra lança jogo digital no estilo Guitar Hero

A união de videogames e música já está selada há algum tempo e a banda Angra agora investe nesse novo modo de divulgar seu material lançando um jogo virtual no formato Guitar Flash, no estilo do famoso Guitar Hero. No jogo os participantes podem ouvir – e tocar, é claro – o primeiro ‘single’ do novo álbum. A música escolhida é “Arising Thunder”, faixa do disco “Aqua”, sétimo na discografia da banda. Para jogar acesse o endereço www.guitarflash.com.br/angra.

A turnê de divulgação deste novo disco do grupo paulistano já tem datas agendadas pelo Brasil e também no exterior. A partir do próximo dia 28 o Angra põe o pé na estrada com uma apresentação em Salvador, faz shows na Ásia em outubro e volta ao Brasil. Para o início de 2011 o grupo já tem agendado algumas apresentações nos Estados Unidos junto com com outra banda brasileira de muito sucesso: o Sepultura.

O Jogando por Música lança mais um ‘novo’ artista:

Philippe Lobo, é brasileiro, é natural de Goiás. Violonista, bacharel em música e guitarrista autodidata tem uma produção musical bastante autêntica e em sua maior parte instrumental.
Em 2007 lança o disco “Philippe Lobo de outros carnavais”, uma mistura do jazz com a música popular brasileira tradicional e erudita. Em 2009 desenvolveu ao lado do catarinense Wilson Souza o show instrumental “Tempo contra tempo”. Além de músico e produtor desenvolve trabalho como performer multimídia participando de experimentações e produções nas áreas da dança, teatro e performance contemporânea. Hoje ouvimos: Depois do Carnaval

Multishow premia músicos brasileiros e nenhum dos vencedores levou o troféu em mais de uma categoria.

Aconteceu na noite de ontem o 17º Prêmio Multishow de Música Brasileira, realizado na HSBC Arena, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. Simplesmente nenhum dos 12 vencedores levou o troféu em mais de uma categoria. A primeira fase da votação aconteceu entre 22 de janeiro e 14 de junho, quando o público pôde indicar nomes que queria ver concorrendo ao prêmio. Os 10 mais votados de cada categoria passaram para a segunda fase, que aconteceu de dia 15 de junho até a meia-noite de 23 de agosto.

Toda a votação foi feita pela internet e, segundo os organizadores, foram contabilizados na segunda fase mais de 30 milhões de votos.

OS GRANDES VENCEDORES FORAM:

MELHOR CANTOR
Samuel Rosa

MELHOR CANTORA
Ana Carolina

MELHOR ÁLBUM
“Maria Gadu”, Maria Gadú

MELHOR CLIPE
“Espero a minha vez”, NXZero

MELHOR DVD
“Chiaroscope”, Pitty

MELHOR GRUPO
Banda Cine

MELHOR INSTRUMENTISTA
Rodrigo Tavares (Fresno)

MELHOR MÚSICA
“Recomeçar”, Restart

MELHOR SHOW
Ivete Sangalo

REVELAÇÃO
Luan Santana

ARTISTA SERTANEJO
Victor & Leo

TVZÉ
“As máscaras”, Claudia Leitte – Thiago Cardoso

E foi isso! Amanhã encontro marcado as 09h da manhã na 99,7 Liberdade FM de Aracaju-SE.

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FONTES: Facebook, Território da Música, Palco Mp3, Globo.com e Dicionário Cravo Albin.

Podcast Jogando por Música – 24/08/2010

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Salve!

O programa de hoje foi mais musical, o nosso trepidante Wagner Walter estava fora de combate (garganta inflamada), então, nos restou tocar muita música e aproveitar pra lançar mais três ‘novos’ artistas.

Cláudia Rizo é natural de Vitória da Conquista – Bahia e é musicista nata.
Em março de 2008 lançou o cd autoral : Olhos de Rizo , com composições inéditas próprias e de amigos.
Cláudia Rizo é regente do premiado Coral Conquista há 11 anos. No programa ouvimos: Um Tom meio Zé.

Kristoff Silva, tem rica formação musical, sua marca definitivamente é a versatilidade. Atua como violonista, cantor, compositor, professor de teoria musical e autor de trilhas para teatro, poesia e dança… Toca desde os 8 anos de idade. Em 14 anos de profissão, apresentou-se ao lado de feras como Caetano Velloso, Elza Soares, do diretor teatral Zé Celso Martinez Correa, das cantoras Mônica Salmaso, Ná Ozzetti, Virgínia Rosa, além da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais. Foi um dos responsáveis pelo CANCIONEIRO ELOMAR (lançado em dezembro de 2008), que contém as partituras com arranjos originais para violão e voz do aclamado compositor baiano. Hoje ouvimos: Letra de Música.

Kitu Yang é outra aposta do programa. Violonista, compositor e cantor natural de Rio Piracicaba em Minas Gerais. Em 1986 começou a vida artística participando de Festivais Estudantis e Regionais, apresentando suas próprias canções e de amigos. Ele se apresenta em temporadas pela costa da América do sul em grandes cruzeiros. Atualmente está divulgando seu segundo CD intitulado Pintura com composições de sua autoria e Osvaldo Bosbah. Escolhemos pra ouvir: Bem Sucedido.

É isso aí, amanhã tem mais, as 09h da manhã na 99,7 Liberdade FM!

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FONTES: Facebook, My Space, Palco Mp3 e Dicionário Cravo Albin.

Podcast Jogando por Música – 23/08/2010

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Salve!

No programa desta segunda lançamos alguns artistas, como: Ana Person, Capim Seco, Parabelo, Dicy Rocha e Validoaté. São artistas e bandas com pouco ou nenhum espaço na mídia tradicional. O Jogando por Música está garimpando, para oferecer sempre boa música aos nossos ouvintes.

Parabelo (Recife-PE):
Um mergulho na beleza miscigenada dos ritmos da Zona da Mata e do Sertão de Pernambuco. O coco, maracatu, caboclinho, o baião… A musicalidade da Parabelo é resultante desses encontros culturais que fluem permitindo belas recriações. No programa de hoje ouvimos a música NA MALA SAUDADE SOLIDÃO E SAUDE.

ANA PERSON (Valinhos-SP)
É militante da música há 30 anos, fez comunicação social, participou de vários festivais e na última década sua carreira tem sido acompanhada de perto pela mídia local. Tem muita qualidade, tanto como compositora quanto como intérprete. Hoje ouvimos EU MEREÇO, música de sua autoria.

Capim Seco (Belo Horizonte-MG)
Essa é uma banda que me chama muito atenção. A concepção de samba do Capim Seco vai além do tradicional carioca ou paulistano. O samba como conhecemos é resultado de diversas manifestações, como já falamos no programa especial SAMBA. O som da banda traz justamente esse samba na essência da palavra, é um som de convergência. A música escolhida foi: SAMBA SEM VOLTA

DICY ROCHA (São Luiz-MA)
Essa maranhense participou de vários festivais. Tem uma voz suave, agradável e costuma dizer que o seu (sic) ‘compromisso é o de produzir boa música.’ E ‘Que ela seja de melodia doce e alma forte.’
Ela tem um repertório bem variado, vai do regional ao reggae, muito popular no Maranhão. Ouvimos: TRADIÇÃO.

Nosso Twitter: @JogandoporMusic

Fontes: PalcoMp3, Revista da Musica Brasileira e Dicionário Cravo Albin.

Podcast Jogando por Música – Especial Mingo Santana

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Ouça o nosso podcast especial Mingo Santana:

Ou via Goear: http://www.goear.com/listen/2d380ed/Jogando-por-Musica-Wagner-Walter-e-William-Leal

Salve!

Todas as sextas, como adiantamos no inicio desta jornada, teremos um programa especial. Em uma semana um desportista, outra um músico, outra um cantor, compositor… Sempre alguém ligado a música ou aos esportes. Na semana passada fizemos um especial sobre o Zagallo, Wagner Walter contou detalhes da vida e da carreira do “Velho Lobo”, tocamos músicas que tem ligação ao mesmo e tals. Nesta sexta o nosso convidado esteve nos estúdios conosco. Domingos Félix de Santana Neto ou simplesmente Mingo Santana. Músico, comositor, intérprete, empresário, ecologista… Confira o nosso bate-papo e algumas músicas deste artista sergipano cheio de inspiração.

Conheça mais sobre Mingo Santana.
Reprodução do texto de Osmário Santos, publicado no Jornal da Cidade em 15/06/2008.

Domingos Félix de Santana Neto nasceu a 28 de julho de 1960, na cidade de Aracaju/SE. Seus
pais: Clarkson Silva e Souza e Vanda de Santana Souza. O Pai gararuense, clarinetista quando jovem, hoje, com 83 anos, aposentado, seu pai foi do Exército Brasileiro e gerente regional de vendas de uma grande multinacional. Dele o filho revela que herdou a atividade empresarial e a prática agrícola, que ele exerce atualmente. “O exemplo de militar como tenente do Exército, me enaltece e exemplos inspira”.

Sua mãe nasceu em Siriri, também aposentada, ex-vice tabeliã e empresária até meados da década de 90. Representa para o filho uma reserva moral gerando exemplos fortíssimos do seu caráter. “Sua fibra, transmitindo uma crença de sempre acreditar no bem, além em de ser pianista, é uma grande mãe”.

Alguns meses depois do nascimento, seus pais fixaram residência em Salvador. Na capital da Bahia, Domingos Félix Neto viveu sete anos.

Volta a morar em Aracaju quando estava com oito anos de idade. Estuda nos Colégio Jackson de Figueiredo os primeiros anos do curso primário. Passa pelo Arquidiocesano, onde conclui o primário e inicia o curso ginasial. No Colégio Salesiano termina o ginásio e inicia o científico. No Pio Décimo, rápida passagem. Na Escola Técnica, um ano de estudos e o final do científico aconteceu no Colégio GCM do professor Leão Magno Brasil.

Do seu tempo em sala de aula não esquece de um professor da disciplina História do Colégio Salesiano, que durante a aula interrompeu o assunto, e disse em momento de repudio: “As guerras na história da humanidade serviram para defender suas terras, suas mulheres, suas idéias. Por isso não é bom a gente torcer por times de fora (risos). Toda raiva, em razão que o seu time, o Sergipe, tinha perdido de goleada do Flamengo do Rio de Janeiro e a grande torcida no Batistão era do rubro-negra”.

Um outro episódio e dos mais interessantes aconteceu no começo do curso colegial. “Fui pego pela professora em sala de aula desenhando a própria e sem roupa. Ela tomou o desenho em silencio e guardou sem maiores carões” (risos e mais risos)…

No período que estava na Escola Técnica descobre seu lado de compositor, poeta, cantor e músico autodidata e cantor.

Por duas vezes tenta vestibular para o curso de Direito da Universidade Federal de Sergipe, mas não consegue aprovação. Estuda no Conservatório de Música de Sergipe de 1980 a 1982.

Em 1979, quando começa a compor tem uma música censurada, intitulada “Manobras” e logo recebe um convite para tocar a música em Brasília, num point de cultura, a Galeria Cabeças.

“Após a apresentação percebi uma insistência de dois caras de preto literalmente, batendo fotos e me fazendo perguntas. Foi algo assustador, ainda estávamos em regime de censura”.

Ainda em 1979, recebe convite para cantar na primeira Mostra de Compositores Sergipanos, convite feito pelos principais artistas daquela mostra, Irmão e Tonho Baixinho. “ Foi algo estimulante”.

Revela que começou a compor por sentir vontade de aplicar nas suas letras, mensagens que atuassem como um instrumento de libertação.

“Naquela época, falar em ecologia era pecado e tanto. A Sementeira, como Atalaia, eram duas músicas de denúncia. Naquela momento em Sergipe, a música sergipana já abria espaço para a ecologia.

Participa das duas edições do Festival de Música Popular da TV Sergipe em 1981e 82, com uma proposta de preservação ambiental.

Quando da sua participação nos festivais, aproveitou o elenco da banda Lua navalha, e apresenta em 1981o show Lógica e em 1982 o show Navegando. “A banda era formada por grandes músicos da música a baiana e com isso, trouxe naquele momento uma preocupação para os músicos locais da importância do estudo e da profissionalização para realizarmos bons espetáculos de musica local, Acredito ter despertado os nossos músicos”.

Em Sergipe participa apenas de três festivais, e o último aconteceu em 1983, o Festival de Músicas de Carnaval, na TV Atalaia, dirigido por Hilton Lopes na TV Atalaia, com a música Frevura. “De e lá para cá todos os festivais que aconteceram em Sergipe a papelaria Santana, passando a ser chamada Casa do Artista, de nossa propriedade, passou a apoiar e patrocinar os mais diversos festivais de música, , que aconteciam e que acontecem ate hoje, exceto, o Banese de Música. Daí o motivo de não querer inscrever nenhuma música de minha autoria nos demais projetos. Fora do Estado, participei em 1997, do ‘Femucic’ em Maringá, no Paraná, e em 2000 no festival “Americanta” em Americana São Paulo”.

Lança em 1982 o primeiro compacto (vinil) de compositor sergipano, com a música Atalaia. Tem dois CDs gravados: Som das Araras, em 1999, e Na Multidão, em 2003
Na sua opinião é preciso que a categoria dos músicos sergipanos se organize para ser possível uma maior divulgação de seus trabalhos. “É uma necessidade urgente. A música sergipana forte ira beneficiar muita gente”.

Participa do Projeto Coopermúsica no inicio da década de oitenta. Da Associação de Autores e Interpretes de Sergipe (Assaim) foi vice-presidente na primeira gestão. Faz parte da Ordem dos Músicos do Brasil desde 1987. No momento, participa da formação do Sindicato de Música em Sergipe.

Diz que a maioria de suas composições é graças a sua inspiração e muitas delas diante da história, da geografia e da espiritualidade do seu lugar.

Da sua experiência no Carnaval baiano diz que foi maravilhosa e aconteceu, a primeira vez em 2000, ano que completava os cinqüenta anos do trio elétrico. “O convite surgiu por causa da musica “50 anos de trio”, uma parceria com o frevista Lito Nascimento. No circuito Barra Ondina, apresentei-me para um imenso público e dei a sorte de puder cantar para um dos personagens da música o Gilberto Gil, que estava sendo entrevistado em cadeia nacional, naquele instante. Ele pediu para ouvir a peça, pois a música falava dele. Acredito ter sido o melhor momento, até a minha ultima participação em 2004, já com o CD na multidão lançado”.

Em 2003 participou do Carnaval sergipano realizado na área do estacionamento do Mercado Albano Franco e sua presença ficou por conta da motivação da festa, que apresentava sintomas de que o carnaval tem que ter trio elétrico circulando. No Pré-Caju algumas participações no Trio da Sergipanidade.

Aceita o convite do empresário Gilton Andrade para realizar um programa em sua emissora, a Liberdade FM. “Ele me credenciou para servir de instrumento de divulgação da música a sergipana. Não medi dedicação e desde janeiro de 2007 o Liberdade da Gente, que vai ao ar aos sábados, das 16h às 18h, tem sido uma grande vitrine da arte musical de Sergipe em todas suas vertentes, e com grande sucesso em audiência e auto estima para o povo sergipano.

Pretende lançar ainda este ano um novo CD que está pronto o áudio, faltando detalhes como capa e alguns detalhes de produção. Tem como título “Eco-se”. “Trago uma mistura de vários estilos musicais, onde insisto numa temática ecológica, envolvendo os ritmos nativos do nosso folclore ao wordmusic,

A sua atividade como empresário, proprietário da Casa do Artista, no calçadão da Laranjeiras, 175, traz-lhe muita felicidade por proporcionar uma convivência permanente com artistas, amantes da Música, pessoas de dimensão energética muito boa. “Tento fazer o melhor para oferecer uma evolução no campo do suprimento e instrumentos musicais para Sergipe, com a minha arte musical. Sei dos limites que é criar e depois produzir, A profissionalização autoral é lenta”.

É casado há 25 anos com Débora Machado, hoje Félix de Santana. “Temos dois filhos, o Diego e o Danillo Felix de Santana”.

Ao final do seu depoimento para a história de Sergipe, registra: “Sergipe não precisa de vítimas, Sergipe precisa de ídolos, Sergipe precisa de Sergipe”

FONTES: Music Express, Jornal da Cidade e jornalista Osmário Santos.