Arquivo mensal: setembro 2010

Jogando por Música – 30/09/2010

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Salve!

Na rede mais um JPM! E vamos com a novidades:

Nazareth no Brasil: ingressos disponíveis em Curitiba e São Paulo

Foram divulgados os detalhes sobre dois shows da nova turnê que o grupo escocês Nazareth fará pelo Brasil. A banda volta ao país para uam série de 10 shows e os ingressos para as apresentações em Curitiba e São Paulo já estão disponíveis.

Dan McCafferty (voz), Pete Agnew (baixo), Jimmy Murison (guitarra), Lee Agnew (bateria) começam a nova turnê brasileira no dia 11 de outubro com um show no Centro de Eventos Pahy, na cidade de Guarapuava, no Paraná. A banda passará também por Pato Branco/PR, Curitiba/PR, Joaçaba/SC, Lages/SC, Canoinha/RS, São Paulo/SP, Vacaria/RS, Joinville/SC e Florianópolis/SC.

Essas datas e localidades foram divulgadas através da agenda no site oficial da banda, www.nazarethdirect.co.uk. Confira abaixo as informações já divulgadas sobre os shows no país:

11/10/2010 – Guarapuava/PR
Centro de Eventos Pahy

12/10/2010 – Pato Branco/PR

Clube Pinheiros

14/10/2010 – Curitiba/PR

Curitiba Master Hall – Rua Itajubá, 143
Horário: 22h00
Classificação etária: 16 anos
Ingressos: R$ 104,00
Pontos de venda: Disk Ingressos (41 3315-0808 / quiosques nos shoppings Mueller, Total e Estação).

15/10/2010 – Joaçaba/SC

16/10/2010 – Lages/SC
Centro Serra

17/10/2010 – Canoinha/RS

Centro de Eventos A Firma

20/10/2010 – São Paulo/SP
Carioca Club – Rua Cardeal Arcoverde, 2.899
Horário: 21h00
Ingresso: R$ 180,00 (pista 1º lote), R$ 300,00 (camarote 1º lote) e R$ 420,00 (pista vip 1º lote).
Pontos de venda: Loja Die Hard (Galeria do Rock)
Vendas pela internet: www.ticketbrasil.com.br
Informações: www.nazarethemsaopaulo.com

21/10/2010 – Vacaria/RS
Jockey Clube

22/10/2010 – Joinville/SC


23/10/2010 – Florianopolis/SC

Floripa Music Hall


Paul McCartney tem show confirmado em Porto Alegre

O Grupo RBS confirmou, através de sua assessoria, que o ex-Beatle Paul McCartney se apresentará no próximo dia 07 de novembro, no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre. Essa será a primeira vez que o músico faz show em solo gaúcho.

O mesmo comunicado da RBS indica que McCartney fará duas apresentações em São Paulo nos dias 21 e 22 de novembro, no Estádio do Morumbi. No entanto, as datas não foram confirmadas oficialmente.

LANÇAMENTO DE HOJE:

O cantor e compositor Darwinson é músico autodidata e se apresenta em shows e casas noturnas de diversos estados do Brasil, desde 1985. Nascido em Goiânia-Go, começou a tocar flauta-doce aos seis anos e aos oito anos de idade, adotou o violão como instrumento principal. Sua mãe, eleita Rainha do Rádio de Goiás/64, teve grande influência em sua musicalidade. Ex-acadêmico da Faculdade de Ciências Sociais (UFG), continuou seu interesse pelas questões sociais e filosóficas, além da preocupação estética líteromusical já existente em seu trabalho, valorizando sua brasilidade e ao mesmo tempo, antenado com as inovações e tendências do mundo em que vive.

ESTILO MUSICAL E SONORIDADE: Seu trabalho é voltado para a música popular brasileira e outras influências, com grande diversidade rítimica e sonora, como o baião, samba, embolada, bossa-nova, funk, reggae, valsa-brasileira, afoxé, blues e outros, além da fusão desses rítimos. Suas letras abordam diversos temas urbanos, existenciais, amorosos, sociais e outros.

OS ENCONTROS COM HERMETO PASCOAL: Seu primeiro cd, Vôo dos Sons, foi gravado em Fortaleza-Ce (no Vila Studio), cidade onde morou de 97 a 2001, patrocinado pelo governo cearense, graças a atitude de um dos maiores músicos do Brasil e do mundo: HERMETO PASCOAL, que ao encontrar Darwinson se apresentando em uma casa de shows, dia 10/09/1998, em Fortaleza/CE, subiu ao palco e com sua escaleta, o acompanhou durante quase uma hora. Quando terminou sua participação inusitada, fez um pedido ao público presente, dentre eles, funcionários e representantes da cultura local, que patrocinassem o músico, além de lhe fazer vários elogios. No ano seguinte, Hermeto Pascoal parou seu show no Teatro de arena do C. Cultural Dragão do Mar em Fortaleza/CE, por 5 minutos, para que seu público ouvisse Darwinson, que estava tocando perto do teatro, numa casa de shows. Posteriormente, lhe convidou para participar de dois shows seus, um em Fortaleza-Ce, ano 2000 e outro em Pirinópolis-Go, em 2001.

O CD VÔO DOS SONS: O cd que foi mixado e masterizado Flávio Senna e Ricardo Essucy/Menudo, na Cia. Dos Técnicos/RJ, contém a faixa Perhappiness Forever (homenagem a Paulo Leminski) uma parceria de Darwinson com JOSÉ MIGUEL WISNIK, músico, compositor, professor, escritor e poeta radicado em São Paulo, conta com a participação especial de TONINHO HORTA, músico e compositor mineiro que influenciou o mundo com suas harmonias perfeitas, além de Jorge Helder, Arismar do Espírito Santo, Valmir Gil, François Lima, Marcelo Martins, Adelson Viana, Pantico Rocha, Dihelson Mendonça e outros grandes músicos. Darwinson, assina a produção musical, dividindo arranjos e direção, com Adelson Vianna e Toninho Horta, sendo dois arranjos de Jorge Helder.

RECONHECIMENTO: Além de Hermeto, Darwinson teve seu talento reconhecido por outros grandes músicos como, Toninho Horta que o chamou para algumas participações em shows, João Bosco, que além de ceder a abertura de seu show ao músico, citou o compositor goiano em sua entrevista a um jornal de Goiás (O Popular – 07/10/1999).

O CD “FORÇA DE PÉTALA: Seu segundo cd, foi produzido, dirigido e arranjado por Dênio de Paula e Darwinson, tem a participação especial de CELSO VIÁFORA/SP (parceiro de IVAN LINS) E NILSON CHAVES/PA na faixa “A Barca” (autoria de Darwinson), além de músicos como Tiago Costa (pianista e tecladista de Maria Rita), Nonato Mendes, Marcelo Maia, Luiz Perillo (Amsterdam/Holanda), Hékton Rhazzi, Iuri Freiberger/RS (bateirista do Plebe Rude) e outros. Gravado na Tambor Prod./GO e masterizado por Paulo El Khoury/SP. O cd tem doze músicas e uma vinheta (Febril), todas de autoria de Darwinson, sendo uma música em parceria com o poeta goiano Marcos Caiado.

FESTIVAIS: Representando o estado de Goiás, Darwinson recebeu 46 premiações em mais de 70 participações em festivais de música, em diversos estados brasileiros (SP, MT, MG, PR, GO, PA, ES, TO, BA) nas categorias: melhor cantor, melhor instrumentista, melhor letra, melhor música e outros. Dentre os festivais e seus concorrentes, se destacavam: (FEMP-S.J. do Rio Pardo/SP/92: Jorge Vercilo, Celso Viáfora, Sérgio Natureza), (CARREFOUR/92: Chico César, Eduardo Dusek), (IGARAPAVA/SP/95: Moraes Moreira, Roberto Menescal, João Donato, Jhonny Alf, Sérgio Santos, Kléber Albuquerque, Filó Machado), (BOA ESPERANÇA/MG: Fátima Guedes e Lula Barbosa), (FERCAPO/CASCAVEL/PR: Vicente Barreto, Jean Garfunkel).

NOVIDADE SONORA – Atualmente, Darwinson desenvolve um trabalho único no gênero, se apresentando em shows com um intrumento criado por ele em agosto de 2006, fazendo uma adaptação no violão modelo Silent da Yamaha e batizado com o nome de contrabaixolão (com 8 cordas, sendo 4 cordas de nylon graves como as de um baixo, que não seguem a sequência da afinação de um baixo comum, com as cordas mais graves ao centro do braço + 4 cordas do violão-nylon em afinação normal). Este instrumento é stéreo, possui um captador e um pré para cada canal. Darwinson usa outro violão de 7 cordas-acústico/stéreo/elétrico, com captador e prés separados em 2 canais. Utilizando microprocessadores de efeitos e explorando timbres diferentes em seus instrumentos, além de arranjos arrojados e bem ritmados, Darwinson mostra um som diferente e arrojado.

A afinação: 1ªcorda/E, 2ª/B, 3ª/G, 4ª/D (igual ao violão) e 5ª/A (2ª mais grave), 6ª/E (a mais grave), 7ª/B (quarta mais grave), 8ª/G (3ª mais grave).

PARTICIPAÇÕES EM CDS DE OUTROS AUTORES:1) Na Beira do Cais (de Joaquim Ernesto): Um cd gravado em 1999, com os melhores artistas do Ceará interpretando músicas de Joaquim Ernesto, dono do Cais Bar afamado bar que fez história na praia de Iracema em Fortaleza-Ce. Darwinson, único não cearense, participa como convidado na faixa nº 4 do cd, Sete Estrelas, de Joaquim Ernesto, Tarciso Sardinha e Pardal.

PARTICIPAÇÕES E ABERTURAS DE SHOWS: Dividiu o palco, cantando e tocando ao lado de Jorge Vercilo (Casa do Engenho – Fortaleza-CE/1999), Toninho Horta, Hermeto Pascoal, Nilson Chaves, além de abrir shows de Milton Nascimento, Fagner, João Bosco, Chico César, Paulinho Moska, Fausto Nilo, Zé Renato, Tunai, Cláudio Nucci, e outros.

Norah Jones vem ao Brasil para quatro shows

A cantora e musicista Norah Jones vem ao Brasil em novembro para uma série de quatro apresentações. O anúncio da turnê pelo país foi divulgado pela empresa Dançar Marketing & Comunicações. No site oficial da artista, por enquanto, consta apenas uma apresentação em Buenos Aires, na Argentina.

As apresentações em território brasileiro estão agendadas para os dias 12, 14, 16 e 18 de novembro, respectivamente em Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. A boa notícia para o público da capital paulista é que este show será gratuíto no Parque da Independência, no bairro do Ipiranga. Detalhes sobre a venda de ingressos para as outras apresentações serão divulgadas ainda nesta semana.

Norah Jones continua em turnê divulgando o álbum “The Fall” e no dia 16 de novembro lança seu novo trabalho, “Featuring”, disco que reúne participações de diversos artistas com quem já dividiu o palco ou realizou gravações em estúdio.

Confira as informações já divulgadas:

12/11/2010 – Curitiba/PR
Teatro Positivo – R. Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5.300

14/11/2010 – São Paulo/SP

Parque da Independência – Av. Nazareth, s/n
Horário: 16h00
Ingressos: Entrada franca

16/11/2010 – Rio de Janeiro/RJ

Vivo Rio -Av. Infante Dom Henrique, 85

18/11/2010 – Porto Alegre/RS
Teatro Bourbon – Av. Túlio de Rose, 80 – SUC 301

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Jogando por Música – 29/09/2010

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Salve, salve!

JPM na área! E o campeonato brasileiro… Bem, deixa pra lá. Vamos falar de música!


Fãs escolherão músicas de nova coletânea da Legião Urbana


Os fãs da banda Legião Urbana serão os responsáveis pela escolha do repertório de uma nova coletânea que a gravadora EMI lançará em breve.

Este novo lançamento da banda de Renato Russo, Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá ainda não tem título definido, masjá se sabe que o álbum trará 12 músicas e será lançado em novembro. Uma lista com 40 músicas está disponível no site oficial da banda para que os fãs votem em suas preferidas.

Entre as músicas disponíveis estão “Pais e Filhos”, “Será”, “Monte Castelo”, “Andrea Doria”, “Giz”, “Hoje A Noite Não Tem Luar” e “Eu Sei”.

Eu já fiz o meu set list, segue:

1 – Tempo perdido
2 – Pais e filhos
3 – Vento no litoral
4 – Há tempos
5 – Metal contra as nuvens
6 – Teatro dos vampiros
7 – Giz
8 – Eu sei
9 – Quando o sol bater na janela do teu quarto
10 – Faroeste caboclo
11 – Perfeição
12 – Que pais é este
13 – Eu Era um Lobisomem Juvenil
14 – O Descobrimento do Brasil

Para votar basta acessar o endereço www.legiaourbana.com.br e se cadastrar. A votação ficará aberta até a próxima quinta-feira, 30. Quem participar vai concorrer a CDs autografados por Bonfá e Villa-Lobos.

O LANÇAMENTO DE HOJE

RENEGADO

O suíngue consciente define o trabalho de um dos artistas mais promissores da nova geração da música nacional. Em seu primeiro disco solo, “Do Oiapoque a Nova York”, Renegado reúne 13 canções nas quais mostra desenvoltura ao transitar livremente por vários estilos derrubando fronteiras e misturando o rap com ritmos brasileiros e latino-americanos. “Do Oiapoque a Nova York” traz a denúncia ao mesmo tempo em que coloca o ouvinte para dançar, atraindo a atenção tanto de quem procura por letras inteligentes como de quem quer se divertir na pista de dança.

A produção do disco é assinada por Daniel Ganjaman, um dos maiores produtores da atualidade, que além de integrar o respeitado coletivo paulistano Instituto, também já assinou a produção de trabalhos de Mombojó, Otto e Sabotage e trabalhou com Racionais MC´s e Planet Hemp, entre outros. Para ele, “Do Oiapoque a Nova York” é um disco diferenciado dentro da cena hip hop brasileira, tanto pela diversidade sonora quanto pelo teor das letras, conseguindo um meio termo entre a temática do rap feito na periferia e a poesia e o verso da música popular brasileira.

Coisa rara dentro do mundo do hip hop, Renegado também é instrumentista e utiliza o violão em meio às batidas eletrônicas do raggamuffin e do próprio rap, fazendo com que o disco adquira uma musicalidade rica e diversificada, indo além do que é feito no rap tradicional. Além disso, as participações de convidados contribuem para a sensação de ausência de fronteiras musicais dentro do disco. Do hip hop paulista vieram Funk Buia (Záfrica Brasil) e Max B.O; da MPB mineira, Aline Calixto e Júlia Ribas; e da música latino-americana os cubanos Alayo, que veio ao Brasil especialmente para gravar o disco, e Cubanito, que reside em BH. O disco conta ainda com a delicadeza das Meninas de Sinhá, preciosidades musicais vencedoras do Prêmio TIM 2008, vindas da comunidade do Alto Vera Cruz, a mesma onde vive Renegado.

“Do Oiapoque a Nova York” é o primeiro disco do selo A Rebeldia, criado pelo próprio artista. Com tiragem inicial de 4 mil cópias, sendo metade vendida a preço popular (R$ 5,00) nas periferias das principais capitais do país, o álbum também está disponível para audição em seu site oficial, www.arebeldia.com.br, estando acessível a todas as classes sociais, sem distinção.

Dois vídeo-clipes vem em seguida ao lançamento do álbum: “Conexão Alto Vera Cruz / Havana”, dirigido por Denis Leroy, que também assina a arte gráfica e o site do artista; e Santo Errado, dirigido por Erich Baptista.

Nascido e criado na comunidade Alto Vera Cruz, na cidade de Belo Horizonte, o músico autodidata começou a cantar em 1995, aos 13 anos, ao mesmo tempo em que deu início à sua atuação em movimentos sociais. Em 1997, foi um dos fundadores do grupo de rap NUC (Negros da Unidade Consciente), com o qual se apresentou por todo o Brasil e em países como Cuba, Venezuela e Quênia. Posteriormente, o NUC tornou-se uma ONG, presidida por Renegado, que desenvolve trabalhos sócio-culturais junto a jovens de comunidades carentes com o foco principal nos jovens do Alto Vera Cruz.

A partir de 2006, após o convite da produtora artística Danusa Carvalho para fazer uma apresentação, Renegado passou a se dedicar também à carreira solo. Desde então vem acumulando uma bagagem de shows e participações em apresentações de artistas como o guitarrista Toninho Horta.

Em sua carreira solo Renegado investe na incorporação de outras referências musicais como ragga, música cubana e samba, além de outras influências da cultura típica brasileira e de tradições regionais, sem, no entanto, abandonar características do tradicional rap norte-americano e a temática social do rap brasileiro.


Alejandro Sanz recebe Ivete Sangalo e Daniela Mercury em shows pelo Brasil


Quem for aos shows do cantor espanhol Alejandro Sanz no Rio de Janeiro e em São Paulo, nos dias 17 e 19 de outubro, respectivamente, terá a oportunidade de ver o artista dividir o palco com duas importantes cantoras brasileiras: Daniela Mercury e Ivete Sangalo.

Sanz recebeDaniela Mercury no palco do Citibank Hall, no Rio, para uma participação especial. Os dois artistas se conhecem há anos e, inclusive, Daniela já gravou com Sanz a música “He Sido Tan Feliz Contigo”, em um DVD lançado em 2004.

Na capital paulista, no Credicard Hall, Sanz recebe Ivete Sangalo. O cantor espanhol participou da gravação do álbum ao vivo de Ivete, gravado no Rio, e cantor “Corazón Partío”.

Os shows de Alejandro Sanz no Brasil fazem parte da turnê de divulgação de seu mais recente trabalho, “Paraíso Express”. Confira as informações:

17/10/2010 – Rio de Janeiro/RJ
Citibank Hall – Av. Ayrton Senna, 3.000
Horário: 20h00
Classificação etária: Permitida a entrada e permanência de adolescentes a partir de 15 anos (inclusive), desacompanhados.
Ingressos: R$ 200,00 (cadeira lateral / poltrona), R$ 250,00 (cadeira central / cadeira especial), R$ 300,00 (cadeira palco / camarote), R$ 350,00 (cadeira vip).
Vendas pela internet: www.ticketsforfun.com.br

19/10/2010 – São Paulo/SP
Credicard Hall – Av. das Nações Unidas, 17.955
Horário: 21h0
Classificação etária: 12 e 13 anos acompanhados dos pais ou responsável legal. Não será permitida a entrada de menores de 12 anos.
Ingressos: R$ 100,00 (platéia superior 3), R$ 110,00 (platéria superior 2), R$ 120,00 (platéia superior 1), R$ 250,00 (poltrona setor 2), R$ 300,00 (poltrona setor 1 / cadeira setor 2), R$ 350,00 (camarote setor 2 / cadeira setor 1), R$ 400,00 (camarote setor 1 / cadeira vip).
Vendas pela internet: www.ticketsforfun.com.br

Skank estréia nova turnê com show no Rio de Janeiro


Os mineiros do Skank voltam aos palcos para uma nova turnê pelo território brasileiro. O grupo estréia a nova série de shows na próxima sexta-feira, dia 1º de outubro, com uma apresentação no Rio de Janeiro.

O show que marca o início da nova turnê nacional será realizado no palco do Vivo Rio. Nessa turnê o quarteto divulga o novo álbum registrado ao vivo, “Skank no Mineirão”, gravado em 19 de junho no famoso estádio de futebol localizado em Belo Horizonte.

Depois da estréia no Rio, o grupo tem agendado um show no dia 15 de outubro, no festival Ceará Music, e segue a turnê em novembro por Vitória e São Paulo. Confira os detalhes do show no Rio:

01/10/2010 – Rio de Janeiro/RJ
Vivo Rio – Av. Infante Dom Henrique, 85
Horário: 22h00
Classificação 16 anos. Menores de 16 anos somente acompanhados do responsável legal
Ingressos: 60,00 (pista), R$ 100,00 (pista superior / camarote B), R$ 120,00 (camarote A).
Informações: www.vivorio.com.br

Jogando por Música – 28/09/2010

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Salve, salve!

A semana começa na terça-feira pra gente, ao menos esta. Então, vamos começar bem, com muitas e boas notícias e claro(!) lançamentos exclusivos, que já são uma característica do JPM (Jogando por Música, pra você que é íntimo).

A gente começa apresentando o nosso LANÇAMENTO de hoje, Aline Calixto

A jovem Aline Calixto vem se destacando no cenário de samba nacional e chamado atenção do público e de importantes profissionais da crítica, pela qual é considerada uma das principais promessas da nova geração. Após uma bem-sucedida trajetória no cenário independente, a artista lança seu álbum de estréia, “Aline Calixto”, pela gravadora Warner Music.

Carioca de nascimento, porém criada em Minas Gerais, Aline venceu diversos prêmios, entre eles o concurso “Novos Bambas do Velho Samba” edição 2008, realizado pela tradicional casa Carioca da Gema, e participou do carnaval carioca. Também marcou presença em diversas rodas de samba cantando ao lado de bambas da velha guarda como Monarco, Nelson Sargento, Walter Alfaiate, Wilson Moreira, Martinho da Vila, Luiz Carlos da Vila e de novos talentos como Edu Krieger, Renegado, Rogê, Mart’nália.

O CD de estréia chegou às lojas dia 25 de junho de 2010, com 12 canções inéditas e uma releitura da obra do mestre Monarco e seu filho Mauro Diniz. Aqui, em primeira mão, você poderá conferir a música de trabalho “Tudo que sou”, de Toninho Gerais e Toninho Nascimento.

Artistas e jornalistas de peso que tiveram a oportunidade de conferir sua performance, como Monarco e César Tartaglia, comentaram:

“A revelação e a unanimidade do concurso do Carioca da Gema, a mineira Aline Calixto, que veio com um samba diferente de levada mineira. Para mim, Aline é a melhor cantora da atualidade. Ela é minha aposta” (João Pimentel – Jornal O Globo)

“Aline é uma grande cantora. Faz o samba com cadência!” (Monarco)

“Na minha concepção Aline está pronta pra brilhar. Tem presença de palco, é afinadíssima, além de ser uma criatura que esbanja alegria. Ela está preparada para o sucesso” (Walter Alfaiate)

“Não tenho dúvidas de que ela logo estará no primeiro time da MPB” (César Tartaglia – Jornal O Globo)

“Fiquei feliz, olhando, notei o olhar determinado da Aline cantando Sereia Guiomar, um samba de roda que pede o corpo girando, a boca com notas bem abertas e os olhos adiante buscando um marinheiro que se encante à essa voz. Fiquei feliz, sim. Está nascendo uma artista que veio pra marcar seu chão. Ou seu mar, o de sereia” (Moacyr Luz)

“Aline Calixto é a revelação do samba mineiro” (Eduardo Tristão Girão – Jornal Estado de Minas)

A música que escolhemos foi o samba: Tudo que Sou que é o título do disco.

Gal Costa apresenta show “Total” em São Paulo

Acompanhada por Luis Meira ao violão a cantora Gal Costa apresenta na capital paulista o show “Total” que a tem levado pelo mundo com apresentações elogiadíssimas.

O repertório será variado, com canções de compositores brasileiros que a cantora gravou ao longo de sua carreira. Os ingressos já estão à venda. Confira o serviço do show:

01/10/2010 – São Paulo/SP
Palacio de Convenções do Anhembi (Auditório Celso Furtado) – Av. Olavo Fontoura, 1.209
Horário: 21h00
Ingressos: R$ 140,00 (Setor I), R$ 120,00 (Setor II), R$ 100,00 (Setor III Inferior) e R$ 80,00 (Setor III Superior)
Vendas online: www.ingressorapido.com.br
Ponto de venda: Bilheterias no Anhembi, ao lado da rotatória do hotel Holiday Inn (seg a sexta, das 12h00 às 20h00, sábados e domingos das 12h00 às 18h00)
Classificação etária: 14 anos
Informações: 11 2226-0400

Lady Gaga recusa convite para o Rock in Rio 4

A pop star americana Lady Gaga recusou o convite feito pelo empresário Roberto Medina, diretor geral do Rock in Rio, para se apresentar na edição 4 do festival no ano que vem, no Rio de Janeiro.

A cantora alegou que pretende dar uma pausa nos shows durante o segundo semestre de 2011. O Rock in Rio 4 será realizado nos meses de setembro e outubro do ano que vem.

Gaga, o maior fenômeno pop da atualidade, segue pelo mundo afora com sua gigantesca turnê “The Monster Ball Tour”.

Phil Collins canta clássicos dos anos 60 em novo álbum solo

O cantor e compositor britânico Phil Collins irá lançar um álbum solo contendo exclusivamente canções dos anos 60.

O ex-baterista, vocalista e líder do Genesis comentou a predileção pela década de 60, durante a coletiva de imprensa do novo ábum, “Going Back”. “Foi uma época incrível para ser adolescente. Naquela época tudo acontecia pela primeira vez”, relembrou Collins.

Durante a coletiva de imprensa, Collins disse que esse foi o álbum que sempre quis fazer. Em seu primeiro disco de estúdio depois de oito anos, ele fez versões de canções que marcaram sua adolescência, principalmente clássicos da gravadora Motown.

Phill Collins, que tem em sua carreira ‘hits’ como “Sussudio”, “Another Day in Paradise” e “In the Air Tonight”, já vendeu aproximadamente 150 milhões de álbuns em sua carreira solo.

Anunciada a programação completa do Ceará Music.

O Ceará Music, tradicional festival musical de Fortaleza, divulgou a grade completa dos shows e atrações eletrônicas deste ano. O evento será realizado nos dias 15 e 16 de outubro.

Sexta – 15/10/2010
– Banda do festival Canta Ceará
– Banda do festival Canta Ceará
– Cine
– Valkirias (SP)
– Atração Surpresa Coca-Cola Zero: Skank
– Black Eyed Peas
– SoulPop
– Biquíni Cavadão
* Programação sujeita a alterações

Sábado – 16/10/2010
– Banda do festival Canta Ceará
– Selvagens à Procura da Lei
– Pitty
– Arsenic
– Los Hermanos
– República (SP)
– Natiruts
– Verona
– Capital Inicial
– Agobeat
– Paralamas do Sucesso e convidados
* Programação sujeita a alterações

FW ELETRONIC

O FW Eletrônic é, dentro do festival, o templo da música eletrônica mundial, e mais uma vez garante o espaço dos amantes dessa batida. Na décima edição de festival, será realizado nos dois dias, no Mucuripe Club, com acesso feito por meio de uma passarela instalada sobre a rua, ligando o Marina Park Hotel à boate. Confira a programação:

Sexta – 15/10/2010

Main Stage
– Victor Falcão (CE)
– Michel Vancho (Holanda)
– Pedro Garcia
– Wide Open Mind (CE)
– Adam K (Canadá)
– Tocadisco (Alemanha)
– Júlio Torres e Júnior Lima (SP)
– Astrix (Israel)
– VJ Tchelo (SP)

Burn Club
– Morr (CE)
– Lucas SD (CE)
– AJ Perez (BA)
– Duserena (SP)
– Anderson Noise (BH)
– Federico Epis – BBC London
– VJ M Live
* Programação sujeita a alterações

Sábado – 16/10/2010

Main Stage
– Rodrigo Lobbão VS Fil (CE)
– Cadu Justa (CE)
– Chriss D

Confira todas as informações no portal oficial do festival: www.cearamusic.com.br

Bem, por hoje é isso. Amanhã tem mais Jogando por Música as 09h da manhã na 99,7 Liberdade FM.

FONTES: TDM, Myspace, Palcomp3, Facebook e UOL Musica.

Especial Gilberto Gil – Lado B

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Salve!

É como muita alegria que apresentamos mais um especial. Ainda mais alegre por ser sobre a obra do Gilberto Gil. Na verdade, precisaríamos de umas oito ou dez horas para apresentar todas as música do Gil, então optamos por apresentar somente o ‘Lado B’, músicas pouco executadas, pouco conhecidas deste que é certamente um dos maiores artistas brasileiros em plena atividade.

Gilberto Gil nasceu Gilberto Passos Gil Moreira, no bairro do Tororó em Salvador. É muito comum se fazer confusão com o local de nascimento de Gil. Então, é o seguinte: ele nasceu em Salvador, porém foi criado em Ituaçú, sertão da Bahia, até os 8 anos, quando seus pais o mandaram para morar com a tia em Salvador, onde estudou no Colégio Maristas e freqüentou a academia de acordeon. A primeira e mais importante influencia de Gil foi Luiz Gonzaga. Depois, João Gilberto. E assim ficou, Gil, que também é músico, até hoje tem como instrumentos de trabalho o violão e a sanfona. Ele também foi influenciado pelo reggae, rock, jazz…

Gil fez faculdade de Administração. Nos tempos de faculdade conheceu Caetano Veloso, sua irmã Bethânia, Gal Costa e Tom Zé. A primeira apresentação da turma foi em 1964 no teatro Vila Velha, com o espetáculo “Nós, Por exemplo”. Quando se formou em Administração em 1965, mudou-se com a então esposa Belina, para São Paulo.

Talvez a maior contribuição de Gil à música brasileira está na capacidade de ir do xote ao rock, de misturar os ritmos da áfrica com o reggae jamaicano, passando sempre muita verdade em tudo que faz.

Gilberto Gil recebeu o título de Cavaleiro da Ordem das Artes e das Letras, na França, foi premiado com o título Doutor Honoris Causa pela Universidade de Aveiro em Portugal, com o Grammy Latino, no prêmio de Personalidade do Ano em Miami e, com o Polar Music Prize, pelo Rei Carlos XVI da Suécia.

DADOS ARTÍSTICOS

Sua estréia em disco foi em 1962, em compacto simples lançado pela JS Discos. No ano seguinte, a mesma gravadora lançou o mini-lp “Gilberto Gil – Sua música, sua interpretação” e mais um compacto simples. No início da sua carreira artística, ainda em Salvador, apresentou-se em programas de rádio e televisão. Foi através desses programas que ganhou a admiração de Caetano Veloso, que mais tarde se tornou seu parceiro e grande amigo. Eles se conheceram em 1963. No ano seguinte, ao lado de Maria Bethânia, Gal Costa, Tom Zé e outros, apresentou o show “Nós, por exemplo”, dirigido por Caetano Veloso. Esse show representou um marco histórico, pois pela primeira vez reuniu o núcleo que futuramente viria a ser conhecido como Doces bárbaros. Ainda em 1964, realizou, com o mesmo grupo, o espetáculo “Nova bossa velha e velha bossa nova” e apresentou o show individual “Inventário”, com direção de Caetano Veloso. Em 1965, ao lado de Maria Bethânia, Gal Costa, Caetano e Tom Zé, participou do espetáculo “Arena Canta Bahia”, dirigido por Augusto Boal, no TBC (antigo Teatro Brasileiro de Comédia) em São Paulo. No ano seguinte, dividiu o palco do Teatro Opinião com Vinícius de Morais e Maria Bethânia, no show “Pois é”. Também nesse ano, quando ainda trabalhava na Gessy-Lever, gravou seu primeiro compacto pela RCA-Victor, contendo suas composições “Procissão” e “Roda”. Em 1967, gravou seu primeiro LP, “Louvação”, pela Philips. Foi neste ano que optou definitivamente pela música, abandonando o emprego. Nessa época, separou-se de sua primeira esposa. Suas composições foram se tornando conhecidas e ganharam interpretações de grandes estrelas da MPB, como Elis Regina, que então comandava o programa “O Fino da Bossa”, transmitido pela TV Record de São Paulo. “Roda” tornou-se um grande sucesso na voz da cantora. Foi convidado a participar diversas vezes desse programa, onde interpretou as composições “Procissão”, “Eu vim da Bahia” e “Viramundo”. As composições “Roda” e “Viramundo” fizeram parte da trilha sonora dos filmes de mesmo nome, com direção de Sérgio Moniz e Geraldo Sarno, respectivamente. Foi com a interpretação de Elis que se classificou em quinto lugar no II Festival de Música Popular Brasileira, promovido pela TV Record em 1966, com a música “Ensaio geral”. Um ano depois, obteve a segunda classificação no mesmo festival, desta vez com “Domingo no parque”, interpretada pelo autor ao lado do grupo “Os Mutantes”, com arranjo de Rogério Duprat. Neste mesmo festival, Caetano Veloso obteve a quarta colocação com “Alegria, alegria”. Os amigos baianos, através de suas composições, davam início ao Tropicalismo, movimento que apresentou uma nova concepção estética, pela qual era possível misturar “o berimbau às guitarras elétricas dos irreverentes Mutantes”. O marco deste movimento foi o LP “Tropicália ou Panis et Circensis”, lançado em 1968 pela Philips, com Gil, Caetano, Gal Costa, Torquato Neto, Capinam, Tom Zé, Rogério Duprat e Nara Leão. A faixa “Geléia geral”, música composta em parceria com o letrista Torquato Neto, teve especial destaque por representar “uma síntese dos cânones do próprio movimento tropicalista, além de ser um modelo de seu contorno poético” (Jairo Severiano em “A Canção no Tempo”, p.125). Ainda em 1968, inscreveu-se no “Festival Internacional da Canção”, com a música “Questão de ordem”, porém não chegou a se classificar. Neste mesmo festival, Caetano foi vaiado ao apresentar “É proibido proibir”, e fez o célebre discurso de repúdio ao júri que chegou a ser lançado em disco. Neste mesmo ano, participou do IV Festival de Música Popular Brasileira com “Divino maravilhoso”, em parceria com Caetano Veloso. Interpretada por Gal Costa, obteve o terceiro lugar no evento. Em seguida, a dupla foi convidada pela TV Tupi de São Paulo para apresentar o programa de televisão “Divino Maravilhoso”, que ficou no ar por pouco tempo. Anteriormente, em 1967, já havia sido contratado pela TV Excelsior de São Paulo para fazer o “Ensaio Geral”, programa também de curta duração. Neste período, o Brasil passava por um dos momentos políticos mais difíceis de toda a sua história. No fim de 1968, foi decretado o AI-5, que, entre outros danos, cerceou a liberdade de expressão. No dia 27 de dezembro de 1968, Gil foi preso junto com Caetano Veloso sob o pretexto de desrespeito ao hino e à bandeira do Brasil. Foram levados para o quartel do exército de Marechal Deodoro, no Rio de Janeiro, permanecendo detidos por dois meses. Em fevereiro de 1969 foram soltos, porém em regime de confinamento, seguindo para Salvador. Nos dias 20 e 21 de julho, junto com Caetano, apresentou o show de despedida, antes de embarcarem com suas esposas, as irmãs Sandra e Dedé Gadelha, para exílio na Inglaterra. A realização do show só foi permitida devido à necessidade de arrecadar fundos para as passagens e a estadia nos primeiros meses de exílio. Fixaram-se em Londres, no bairro Chelsea. O espetáculo de despedida do Brasil transformou-se, três anos mais tarde, no disco “Barra 69”. Antes de seguir para o exílio, compôs “Aquele abraço” que, segundo o historiador Jairo Severiano, é sua composição mais executada. A música foi premiada com o Golfinho de Ouro, conferido pelo Museu da Imagem e do Som (MIS) do Rio de Janeiro, naquele ano. O autor, porém, recusou o prêmio, em artigo publicado pelo jornal “O Pasquim”, em que acusava os jurados do Conselho Superior de MPB, presidido pelo então diretor do MIS, Ricardo Cravo Albin, de conservadores. A partir deste episódio, sua vida sofre transformações: passa a cultivar uma alimentação macrobiótica e adere ao misticismo.

De volta do exílio, lançou, em 1972, o LP “Expresso 2222”, pela Philips, no qual exibe sua habilidade violonística na faixa que dá nome ao disco. O LP incluiu, entre outras, a música de Gordurinha “Chiclete com Banana”, que fez bastante sucesso em sua interpretação. Em 1973, apresentou-se ao lado de Gal Costa no Midem, em Cannes, e no Olympia de Paris. No ano seguinte, realizou o show ” Temporada de verão”, apresentado na Bahia ao lado de Caetano Veloso e Gal Costa, lançado em disco pela Philips. Em junho de 1976, reuniu-se com Gal, Caetano e Maria Bethânia no elenco do espetáculo “Doces Bárbaros”, que estreou no Anhembi, em São Paulo, show que gerou o LP homônimo “Doces Bárbaros ao vivo”, lançado pela PolyGram. Junto ao grupo, saiu em turnê até dia sete de julho, quando foi preso em Florianópolis (SC), ao lado do baterista Chiquinho Azevedo, por porte de maconha. Ficou detido por pouco tempo, reintegrando-se em seguida ao grupo. No início de 1977, junto com Caetano, participou do 2º Festival Mundial de Arte e Cultura Negra, em Lagos, Nigéria. Sua primeira participação no famoso “Festival de Montreux”, na Suíça, foi em 1978, ano em que também se apresentou na capital argentina. Em 1979, fechando a trilogia dos “re”, iniciada com “Refazenda” (1975) e “Refavela” (1977), lançou o LP “Realce”, contendo a faixa “Não chore mais”, versão de “No Woman, no cry” (Bob Marley) e “Super-Homem – a canção”, músicas que tiveram grande sucesso e que fizeram do disco um dos mais vendidos de sua carreira. Em 1978, lançou ainda mais um “re”, o “Refestança”, ao lado de Rita Lee. Seu primeiro disco internacional, “Nightingale”, foi produzido por Sérgio Mendes e lançado, em 1979, nos Estados Unidos, onde apresentou-se em diversas cidades. Neste ano, excursionou ainda pela Alemanha e Áustria.

Em 1980, realizou show ao lado de Jimmy Cliff, com quem gravou um especial exibido pela TV Globo. Foi o primeiro negro a integrar o Conselho de Cultura da Bahia e recebeu, em 1981, da Câmara Municipal da cidade de São Paulo, um diploma de gratidão e a medalha Anchieta. Seu interesse pela política sempre foi grande, tendo sido eleito vereador em Salvador em 1988, ano em que lançou o livro “O poético e o político”, pela Editora Paz e Terra, escrito em parceria com Antônio Risério. Até os dias de hoje, é ativo militante do Partido Verde e criou a Fundação Onda Azul. Ainda na década de 1980, contratado da WEA, lançou os LPs “Luar” (1981), “Um Banda Um” (1982), “Extra” (1983), “Raça humana” (1984), “Dia Dorim Noite Neon” (1985) e “O Eterno Deus Mu Dança” (1989), entre outros. Compôs a trilha dos filmes “Quilombo” (1984), de Carlos Diégues, “Jubiabá” (1986), de Nelson Pereira dos Santos, e “Um trem para as estrelas” (1987), de Carlos Diégues. Em 1985, foi eleito, mais uma vez, para receber o prêmio Golfinho de Ouro do Governo do Estado do Rio de Janeiro e não só aceitou, como foi dirigido em seu espetáculo no Teatro Municipal pelo primeiro presidente do MIS, Ricardo Cravo Albin, em cuja administração o primeiro Golfinho havia sido por ele recusado.

Em 1990, foi condecorado pelo Ministro da Cultura da França com o título de Cavaleiro da Ordem das Artes e das Letras. Nesse mesmo ano, foi homenageado pelo X Prêmio Shell para Música Brasileira pelo conjunto de sua obra. Nos anos 1990, lançou o disco “Parabolicamará”, através do qual demonstrou estar “antenado” com os acontecimentos e desenvolvimentos tecnológicos mundiais: “De jangada leva uma eternidade/De saveiro leva uma encarnação/De avião o tempo de uma saudade/Pela onda luminosa leva o tempo de um raio/Tempo que levava Rosa pra arrumar o balaio”. O mesmo aconteceria em 1997, com o CD “Quanta”, no qual registrou a faixa “Pela Internet”, uma paródia ao “Pelo telefone”, música de Donga considerada o primeiro samba a ser gravado, onde diz “Que o chefe da polícia carioca avisa pelo celular/Que lá na praça Onze tem um vídeopôquer para se jogar”. Em 1993, lançou, com Caetano Veloso, o disco “Tropicália 2”, em comemoração aos 25 anos do Tropicalismo. No ano seguinte, lançou “Gilberto Gil unplugged”, no qual regravou de forma acústica grandes sucessos como “Refazenda”, “Realce”, “Expresso 2222”, “Aquele abraço” e “Palco”, entre outros, ao lado dos músicos Arthur Maia, Jorge Gomes, Celso Fonseca, Marcos Suzano e Lucas Santana. O disco foi gravado ao vivo e lançado também em vídeo. Nesse ano, foi homenageado pelo VII Prêmio Sharp de Música, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Ainda em 1994, reuniu-se com Caetano Veloso, Gal Costa e Maria Bethânia na quadra da escola de samba Mangueira para o show “Doces Bárbaros na Mangueira”, que comemorou os 18 anos dos Doces Bárbaros. Nesse mesmo ano, a escola os homenageou com o samba-enredo “Atrás da verde e rosa só não vai quem já morreu”, parafraseando o sucesso “Atrás do trio elétrico”. No dia primeiro de junho, os Doces Bábaros voltaram a se reunir no Royal Albert Hall, em Londres, com a participação da bateria da Mangueira, em espetáculo organizado por Bob Broughton, antigo presidente da Shell Brasil. Em 1997, lançou “Quanta” e, no ano seguinte, a versão ao vivo do show “Quanta gente veio ver”. O espetáculo foi apresentado em diversas cidades do norte ao sul do Brasil, seguindo em turnê pelo exterior, em apresentações em 27 cidades, entre abril e dezembro de 1997, para um público aproximado de 235.240 espectadores. O disco “Quanta” foi premiado com o Grammy na categoria World Music. Em 1999, a Universal Music lançou a caixa “Ensaio geral”, produzida por Marcelo Fróes, com 13 CDs que abrangem o período do artista na gravadora PolyGram, entre 1966 e 1977.

Em 2000, realizou seu primeiro trabalho ao lado de Milton Nascimento, o show e o CD “Milton e Gil”, lançado simultaneamente no Brasil, Europa e EUA. Nesse mesmo ano, lançou “Gilberto Gil e as canções de Eu, Tu, Eles”, contendo a trilha composta para o filme homônimo de Andrucha Waddington. A trilha foi baseada na obra de Luiz Gonzaga, forte referência em sua carreira, e contou também com duas canções originais para o filme: “O amor daqui de casa” e “Pegadas do amor”. O CD foi contemplado com o Disco de Ouro, pelas mais de 100.000 cópias vendidas.

Em 2001, gravou, na Feira de São Cristóvão, o CD “São João vivo”, lançado pela WEA Music. O disco registrou suas composições “De onde vem o baião”, “Lamento sertanejo (forró do Dominguinhos)” (c/ Dominguinhos), “Refazenda”, “Na casa dela” e “Toda menina baiana”, além de sua adaptação para “Madalena (entra em beco, sai em beco)” (Isidoro) e músicas de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, como “Asa branca”, “Qui nem jiló” e “Respeita Januário”, entre outras.

Em 2002, lançou o CD e DVD “Kaya N’Gan Daya”, gravado no Tuff Gong Sudios, em Kingston (Jamaica), no qual registrou 16 obras de Bob Marley. Nesse mesmo ano, estreou, no Canecão (RJ), a turnê mundial de lançamento do disco. Também em 2002, a WEA lançou a caixa “Palco”, produzida por Marcelo Fróes, com os 30 discos gravados pelo artista na Warner, entre 1975 e 2002, além de material inédito. No dia 25 de dezembro desse mesmo ano, apresentou o show “Kaya N’Gan Daya” na Rocinha (RJ), abrindo mão de seu cachê, com o propósito de angariar fundos para equipar a primeira Casa de Cultura da comunidade.

No dia 1 de janeiro de 2003, foi empossado como Ministro da Cultura do governo de Luís Inácio Lula da Silva. Nesse mesmo ano, lançou o CD “Kaya N’Gan Daya – ao vivo” registro do show realizado em 2002. Foi homenageado pela Academia Latina de Artes e Ciências da Gravação (LARAS) com o prêmio Grammy Latino, na categoria Personalidad do Ano 2003. Neste mesmo ano, apresentou-se na sede da ONU (Organização das Nações Unidas), em Nova York, em homenagem às vítimas do ataque à sede da instituição em Bagdá, no qual perdeu a vida o diplomata brasileiro Sérgio Vieira de Mello. A partir de abril, o show, que recebeu o nome de “Eletracústico”, foi apresentado em Barcelona, no Rock in Rio-Lisboa, em São Paulo e em cidades européias.

Em 2004, o show “Eletracústico” foi apresentado no Canecão (RJ), com a participação de Sérgio Chiavazolli (guitarra), Marcos Suzano (percussão e instrumentos eletrônicos), Gustavo Di Dalva (percussão) e Cícero Assis (acordeom e teclados). Nesse mesmo ano, foi lançada nova edição, revista e ampliada de “Gilberto Gil: todas as letras” (Companhia das Letras).

Em 2005, foi contemplado com o Polar Music Prize, prêmio concedido pelo governo sueco, conhecido como um Nobel informal da música, sendo o primeiro latino-americano a receber a honraria, já conferida a Paul McCartney, Bob Dylan, BB King e Ray Charles. Nesse mesmo ano, recebeu as insígnias de Grande Oficial da Legião de Honra, a mais alta condecoração outorgada pelo governo francês.

Participou, em 2007, da gravação ao vivo do projeto “Cidade do Samba” (CD e DVD), de Zeca Pagodinho e Max Pierre, apresentado por Ricardo Cravo Albin, interpretando em dupla com Marjorie Estiano “Chiclete com banana” (Gordurinha e Almira Castilho). Ainda nesse ano, fez turnê internacional com o espetáculo “Banda Larga”, passando por Marrocos, Suíça, Finlândia, Espanha, Itália, Portugal, França e Açores, apresentando o show, na volta ao Brasil, no Circo Voador (RJ).

Em 2008, o portal de vídeos YouTube lançou o “Canal de Gilberto Gil”, o primeiro dedicado a um artista da América Latina, contendo shows, entrevistas, cenas de camarim e depoimentos de outros artistas. Nesse mesmo ano, lançou o CD “Banda Larga Cordel”, produzido por Liminha. No repertório, suas canções “Os pais” e “Outros viram”, ambas em parceria com Jorge Mautner, “Despedida de solteira”, “Não grude, não”, “Samba de Los Angeles”, “La Renaissance Africaine”, “Olho mágico”, “Não tenho medo da morte”, “Amor de Carnaval”, “Gueixa no tatame”, “A faca e o queijo”, “Canô”, “Máquina de ritmo”, “O oco do mundo” e a faixa-título, além de “Formosa” (Baden Powell e Vinicius de Moraes).

Em 2009, apresentou, no Espaço Tom Jobim (RJ), o “Concerto de cordas”, ao lado de seu filho Bem Gil e do violoncelista Jaques Morelenbaum. Ao lado dos dois músicos, levou “The String Concert” para uma turnê pela Europa (Noruega, Portugal, França, Bélgica, Inglaterra, Alemanha e Itália). Ainda em 2009, lançou o CD/DVD “BandaDois”, gravado no Teatro Bradesco (SP), com direção de Andrucha Waddington, tendo a seu lado os filhos Bem Gil (violão, pandeiro e tamborim) e José Gil (baixo). No repertório, três canções inéditas de sua autoria: “Das duas, uma”, que compôs para o casamento de sua filha Maria; “Quatro coisas”; e “Pronto pra preto”, apresentada no Back2Black Festival. E ainda clássicos de seu repertório, entre os quais “Amor até o fim”, em duo com Maria Rita, lançada na voz de Elis Regina nos anos 1960 e nunca gravada por ele.

Em 2010, apresentou-se no Vivo Rio com o show”Banda dois”, ao lado de Bem Gil e com a participação especial de Jaques Morelenbaum. Nesse mesmo ano, lançou o CD “Fé na Festa”, contendo suas canções “Norte da saudade” (c/ Perinho Santana e Moacyr Albuquerque), “São João carioca” (c/ Nando Cordel), “Lá vem ela” (c/ Vanessa da Mata), “O livre-atirador e a pegadora”, “Assim, sim”, “Estrela azul do céu”, “Marmundo”, “Vinte e seis”, “Não tenho medo da vida” e a faixa-título, além de “Maria minha” (Targino Gondim e Eliezer Selton)”, “Aprendi com o rei” (João da Silva) e “Dança da moda” (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira). O disco teve show de lançamento ao ar livre na Quinta da Boa Vista (RJ), pelo projeto “São João Carioca”, uma parceria da Globo Rio com a GG Produções, de Flora Gil, e da Espiral, de Letícia Monte.

Com 52 albuns lançados, Gilberto Gil tem 12 discos de ouro, 5 discos de platina, 7 “Grammy Awards” e mais de 4 milhões de discos vendidos. Por seu engajamento sempre criativo em levar para o mundo o coração e a alma da música brasileira, Gilberto Gil tem sido contemplado por diversas entidades e personalidades e tem recebido muitos prêmios no Brasil e no exterior. Seu talento, sua curiosidade, a firmeza de sua convicção cultural como músico e embaixador, o torna único.

ATUAÇÃO POLÍTICA

Gilberto Gil é um dos principais defensores do Software Livre e da Liberdade Digital. Em 29 de janeiro de 2005, durante um debate sobre Software Livre no Fórum Social Mundial 2005, foi muito aplaudido após defender o Software Livre e a Liberdade Digital. Algumas de suas palavras neste debate:

“A batalha do software livre, da Internet livre e das conexões livres vão muito além delas, de seus interesses. É a mais importante, e também a mais interessante, e a mais atual das batalhas políticas. Claro que há uma revolução francesa, ou várias revoluções francesas, a fazer no planeta, seja dentro dos países, seja no comércio internacional. Ainda nos defrontamos não apenas com discursos do século XIX, mas também com realidades do Século 19. Mas não podemos secundarizar o presente. E o futuro. Não se trata de um movimento “anti”, mas de um movimento “pro”, ou seja, a favor da valorização e da disseminação de uma nova cidadania global, da capacidade de autodeterminação das pessoas, de novas formas de interação e articulação, da liberdade real de produção e difusão da subjetividade, da busca do saber, da informação, do exercício da sensibilidade e da coletividade. E como estou valorizando o lado “pro” do Fórum, quero propor a vocês a constituição imediata, a partir deste encontro, de uma convocação global pela liberdade digital da humanidade, complementar à convocação global pela erradicação da pobreza lançada por diversas ONGs neste Fórum e abraçada pelo presidente Lula. Sejamos corajosos e substantivos em relação a isso.”

Gilberto Gil participou recentemente de um disco livre promovido mundialmente pela Creative Commons com a música Oslodum.

Em 11 de Março de 2007, o jornal estadunidense The New York Times dedicou uma matéria aos esforços de Gilberto Gil em relação a “flexibilizar direitos autorais”. A matéria, intitulada Gilberto Gil Hears the Future, Some Rights Reserved (Gil ouve o futuro, com alguns direitos reservados) elogia o trabalho do então ministro da cultura quanto à aliança formada com a Creative Commons em 2003, uma de suas primeiras ações como ministro. “Minha visão pessoal é que a cultura digital traz consigo uma nova idéia de propriedade intelectual, e que esta nova cultura de compartilhamento pode e deve informar políticas governamentais.”, disse Gil.

DICOGRAFIA

Ordem cronológica decrescente

* (2010) Fé na Festa (Gilberto Gil) • Geléia Geral/Universal
* (2009) BandaDois (Gilberto Gil) • Warner Music
* (2008) Banda Larga Cordel (Gilberto Gil) • Geléia Geral/Warner
* (2006) Gil luminoso • Biscoito Fino • CD
* (2003) Kaya N’Gan Daya-ao vivo • WEA Music • CD
* (2002) Kaya N’Gan Daya • WEA Music
* (2002) Palco • WEA
* (2001) São João vivo • WEA Music • CD
* (2000) Milton e Gil • WEA • CD
* (2000) Gilberto Gil e as canções de Eu,Tu, Eles • WEA • CD
* (1999) Ensaio Geral • Universal
* (1999) Copacabana Mon Amour • Universal • CD
* (1999) Cidade do Salvador • Universal • CD
* (1999) O Viramundo • Universal • CD
* (1999) Gilberto Gil – Satisfação • Universal • CD
* (1998) Quanta gente veio ver • WEA • CD
* (1998) O sol de Oslo • Pau Brasil • CD
* (1997) Quanta • WEA • CD
* (1996) Comunidária
* (1994) Gilberto Gil Unplugged • Warner/WEA • CD
* (1993) Tropicália 2 • PolyGram • CD
* (1992) Parabolicamará • WEA
* (1991) Afoxé • CTI Records • CD
* (1989) O eterno Deus Mu dança • WEA
* (1989) Luar • WEA • LP
* (1987) Um Trem Para As Estrelas • Som Livre • LP
* (1987) Gilberto Gil ‘Em Concerto’ • Geléia Geral • LP
* (1987) Ao Vivo em Tóquio • WEA
* (1987) Soy Loco por Ti, América • WEA
* (1985) Dia dorim noite neon • WEA
* (1984) Quilombo • WEA • LP
* (1984) Quilombo • WEA • Compacto simples
* (1984) Raça humana • WEA/EMI – Odeon • LP
* (1983) Gilberto Gil • Abril Cultural/Coleção ‘História da MPB’ • LP
* (1983) Extra • Records • LP
* (1982) Um banda um • EMI-Odeon
* (1982) Andar com Fé/Esotérico • WEA • Compacto simples
* (1981) Luar • Warner/WEA
* (1981) Brasil • WEA • LP
* (1981) Sonho Molhado/Cara a Cara • WEA • Compacto simples
* (1981) O melhor de Gilberto Gil em Montreux • WEA • LP
* (1980) Se Eu Quiser Falar com Deus/Cores Vivas • WEA • Compacto simples
* (1979) Nightingale • WEA • LP
* (1979) Não Chore Mais/Macapá • WEA • Compacto simples
* (1979) Realce • Wea/Elektra
* (1979) Gilberto Gil • WEA/Elektra • Compacto simples
* (1979) Realce/Sarará Miolo • WEA • Compacto simples
* (1979) Superhomem-A Canção/Marina/Realce/Toda Menina Baiana • WEA • Compacto Duplo
* (1978) Gilberto Gil ao vivo em Montreux • Elektra/WEA
* (1978) Antologia do samba -choro • Philips • LP
* (1977) Sítio do Pica-Pau-Amarelo/A Gaivota • Philips • Compacto simples
* (1977) Refavela • Philips
* (1977) Gilberto Gil • Abril Cultural/Coleção ‘Nova História da MPB’ • 33/10 pol.
* (1977) Gilberto Gil • Philips • Compacto simples
* (1977) A música de Gilberto Gil • Fontana • LP
* (1977) Refestança • Som Livre
* (1976) Gilberto Gil • Philips • Compacto simples
* (1976) Doces Bárbaros • Philips
* (1975) A arte de Gilberto Gil • Fontana • LP
* (1975) Gil e Jorge • Philips
* (1975) Refazenda • Philips
* (1974) Maracatu Atômico/Preciso Aprender a Só Ser • Philips • Compacto simples
* (1974) Temporada de verão – ao vivo na Bahia (Caetano Veloso, Gal Costa & Gilberto Gil) • Philips
* (1974) Gilberto Gil ao vivo (Gilberto Gil) • Philips
* (1974) Gilberto Gil (Gilberto Gil) • Philips • Compacto simples
* (1974) Gilberto Gil (Gilberto Gil) • Philips • Compacto simples
* (1974) Vamos Passear no Astral/Está na Cara, Está na Cura (Gilberto Gil) • Philips • Compacto simples
* (1973) Meio-de-Campo/Xodó (Eu Só Quero um Xodó) (Gilberto Gil) • Philips • Compacto simples
* (1973) Gilberto Gil (Gilberto Gil) • Philips • LP
* (1972) O Sonho Acabou/Oriente/Felicidade Vem Depois/Expresso 2222 (Gilberto Gil) • Compacto Duplo
* (1972) Barra 69 – Caetano e Gil ao vivo na Bahia (Gilberto Gil e Caetano Veloso) • Phonogram/Pirata
* (1972) Cada Macaco no Seu Galho (Chô Chuá)/Chiclete com Banana (Gilberto Gil) • Philips • Compacto simples
* (1972) Expresso 2222 (Gilberto Gil) • Phonogram/Philips
* (1971) Gilberto Gil (Gilberto Gil) • Philips
* (1971) Gilberto Gil (Gilberto Gil) • Abril Cultural/Coleção ‘História da MPB’ • 33/10 pol.
* (1969) Aquele Abraço/Omã Iaô (Gilberto Gil) • Philips • Compacto simples
* (1969) Gilberto Gil (Gilberto Gil) • Philips
* (1969) Gilberto Gil (Gilberto Gil) • Philips • LP
* (1968) Pega a Voga, Cabeludo/Barca Grande (Gilberto Gil) • Philips • Compacto simples
* (1968) Gilberto Gil (Gilberto Gil) • Philips
* (1968) Tropicália ou Panis et Circensis (Vários artistas) – participação • Philips
* (1968) Questão de Ordem/A Batalha das Latas ou a Falência do Café (Gilberto Gil) • Philips • Compacto simples
* (1967) Louvação (Gilberto Gil) • Philips
* (1966) Ensaio Geral/Minha Senhora (Gilberto Gil) • Philips • Compacto simples
* (1965) Procissão/Roda (Gilberto Gil) • RCA Victor • Compacto simples
* (1965) Gilberto Gil (Gilberto Gil) • RCA Victor • Compacto simples
* (1963) Gilberto Gil-Sua Música, Sua Interpretação (Gilberto Gil) • JS Discos • Compacto Duplo
* (1963) Decisão/Vem, Colombina (Gilberto Gil) • JS Discos • Compacto simples
* (1962) Povo Petroleiro/Coça, Coça, Lacerdinha (Gilberto Gil) • JS Discos • Compacto simples

Mais de Gilberto Gil em:

– Sitio oficial: www.gilbertogil.com.br
– Myspace: www.myspace.com/gilbertogiliah203sec6
– Facebook: www.facebook.com/pages/Gilberto-Gil
– You Tube: www.youtube.com/user/gilbertogilmusic
– Flickr: www.flickr.com/photos/gilberto_gil
– Twitter: twitter.com/gilbertogil

FONTES: Dicionário Cravo Albim, Gilbertogil.com.br, Wikipédia e Linha do Tempo.

Bibliografia Crítica:

* ALBIN, Ricardo Cravo. Dicionário Houaiss Ilustrado Música Popular Brasileira – Criação e Supervisão Geral Ricardo Cravo Albin. Rio de Janeiro: Edição Instituto Antônio Houaiss, Instituto Cultural Cravo Albin e Editora Paracatu, 2006.
* ALBIN, Ricardo Cravo. MPB: a história de um século. Rio de Janeiro: Funarte, 1998.
* AMARAL, Euclides. Alguns Aspectos da MPB. Rio de Janeiro: Edição do Autor, 2008. 2ª ed. Esteio Editora, 2010.
* CALADO, Carlos. Tropicália: a história de uma revolução musical. São Paulo: 34, 1997.
* CHEDIAK, Almir. Songbook Gilberto Gil vol 1 e 2. Rio de Janeiro: Lumiar, 1992.
* GIL, Gilberto e RISÉRIO, Antônio. O poético e o político. Editora Paz e Terra, 1988.
* RENNÓ, Carlos.Todas as Letras. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
* RISÉRIO, Antônio (org.). Expresso 2222. Editora Corrupio.
* SEVERIANO, Jairo e HOMEM DE MELLO, Zuza. A canção no tempo vol. 2. São Paulo: Editora 34, 1998.

Jogando por Música – 23/09/2010

Padrão

Salve!

Scorpions chega a São Paulo com turnê de despedida

Maior banda alemã de todos os tempos, o Scorpions desembarca hoje em São Paulo com a turnê com que encerra sua carreira, “Get Your Sting and Blackout World Tour 2010”. Formada no final dos anos 1960, lançou o primeiro disco em 1972. A banda conta que precisava de um disco fenomenal para sair de cena “no auge”, segundo disse ao jornal O Estado de S. Paulo, em agosto, o guitarrista Matthias Jabs. Quando lançaram Sting on the Tail, este ano, com a mistura perfeita de hard rock grandiloquente e baladas certeiras, decidiram que era a hora.

Alemães de Hannover, eles venderam mais de 100 milhões de álbuns e tornaram hits radiofônicos eternos músicas como “Still Lovin’ You”, “Wind Change”, e “Rock You Like a Hurricane”. O novo disco tem canções de calibre semelhante, como “Lorelei” e “Sly”.

“As baladas tratam de sentimentos pessoais. É como em todo ser humano: há um lado romântico, mas há outro agressivo dentro da gente. Nós abraçamos todos os nossos sentimentos, inclusive os agressivos”, disse Jabs. Famosos por reunirem públicos de mais de 100 mil pessoas na América Latina, fazem dois concertos indoor em São Paulo, ambos lotados.

O núcleo fundador da banda inclui Jabs, Klaus Meine (cantor) e Rudolf Schenker (guitarrista), todos sessentões. “Esse álbum novo é uma volta aos meados dos anos 1980, àquele som que nossos fãs adoram e nós também. É muito bom tocar essas músicas novas, mas o show será uma mistura dos novos e velhos sucessos. Os fãs querem ouvir os clássicos, e nós vamos tocá-los”, garantiu o guitarrista.

Serviço – Scorpions no Brasil

São Paulo
Credicard Hall
Sábado (18), às 22h; domingo (19), às 20h
Ingressos: R$ 100 a R$ 600

Curitiba
Terça (21), Arena do Expotrade Convention Center
Ingressos: R$ 105 a R$ 205

Brasília
Quarta (22), Ginásio Nilson Nélson
Ingressos: R$ 140 a R4 420

São Luís
Sexta (24), Centro Histórico
Ingressos: R$ 150 a R$ 350

Paralamas lança nova coletânea da série Arquivo

Chega às lojas ainda este mês, via EMI Music, uma nova coletânea da banda Os Paralamas do Sucesso. O álbum é o terceiro título da série de compilações “Arquivo” e reúne 12 músicas lançadas originalmente entre os anos de 2002 e 2009.

Esse período engloba os álbuns “Longo Caminho” (2002), “Uns Dias ao Vivo” (2004), “Hoje”, (2005), “Paralamas & Titãs: Juntos e ao Vivo” (2008) e “Brasil Afora” (2009).

A primeira coletânea da série, “Arquivo I”, foi lançado em 1990. No ano 2000 a banda lançou o segundo volume e agora, 10 anos depois, é o terceiro volume que reúne faixas da produção mais recente da banda. O repertório você confere abaixo:

01. A lhe Esperar (Brasil Afora 2009)
02. Cuide Bem do seu Amor (Longo Caminho 2002)
03. 2A (Hoje 2005)
04. O Calibre (Longo Caminho 2002)
05. Quanto ao Tempo (Brasil Afora 2009)
06. Na Pista (Hoje 2005)
07. Seguindo Estrelas (Longo Caminho (2002)
08. De Perto (Hoje (2005)
09. Mormaço (Brasil Afora (2009)
10. Soldado da Paz (Uns Dias ao Vivo (2004)
11. Que País É Este? (Uns Dias ao Vivo (2004)
12. Selvagem + Polícia (Paralamas & Titãs: Juntos e ao Vivo 2008)


Sai lista com letras das canções que os britânicos mais erram

Uma pesquisa encomendada por um fabricante de remédios para o ouvido elaborou uma lista das música cujas letras os britânicos mais confundem.

A letra na qual os fãs mais escorregam é The Sidewinder Sleeps Tonite, sucesso dos roqueiros americanos REM, lançado em 1993.

O trecho da letra que tende a ser mal compreendido é “call me when you try to wake her”, que a maioria dos britânicos entende como “calling Jamaica”.

Em tradução literal, a letra original diz “ligue-me quando tentar acordá-la”. Mas o público ouve “ligando para a Jamaica”.

Três mil pessoas foram entrevistadas como parte da pesquisa, que faz parte de uma campanha para conscientizar a população sobre a necessidade de evitar o acúmulo de cerume no ouvido.

Um total de 41% admitiram que não conseguem ouvir trechos das letras e simplesmente “embromam” – ou seja, substituem as palavras com palavras alternativas.

Diversão
Os resultados podem ser cômicos. A canção Purple Haze, do americano Jimi Hendrix, ficou em segundo lugar na lista graças à frase “excuse me while I kiss the sky”, que muitos britânicos ouvem como “excuse me while I kiss this guy”.

Ou seja, o original diz algo como “com licença enquanto eu beijo o céu”, mas, para muitos, a frase soa como “com licença enquanto eu beijo esse cara”.

Canções das bandas britânicas Take That e Queen, além de um sucesso de John Travolta e Olivia Newton John no filme Grease, se classificaram nas dez primeiras posições da lista.

No caso da canção Dancing Queen, do grupo sueco Abba, o trecho “dancing queen, feel the beat from the tambourine” tende a ser confundido por “dancing queen, feel the beat from the tangerine”.

Em tradução livre: em vez de “rainha da pista de dança, sinta a batida do pandeiro”, muitos ouvem “rainha da pinta de dança, sinta a batida da tangerina”.

Em nono lugar na parada das mal compreendidas ficou a canção Smells Like Teen Spirit, do Nirvana.

Em vez de “here we are now, entertain us”, muitos ouvem “here we are now, in containers”. O original “aqui estamos, entretenha-nos” vira “aqui estamos, em containers”.

A lista na íntegra:

As letras mais confundidas pelos britânicos:

1. REM – The Sidewinder Sleeps Tonite. Letra: “Call me when you try to wake her”. Versão errada: “Calling Jamaica”

2. Jimi Hendrix – Purple Haze. Letra: “Excuse me while I kiss the sky”. Versão errada: “Excuse me while I kiss this guy”

3. Aerosmith – Dude Looks Like A Lady. Letra: “Dude looks like a lady”. Versão errada: “Do just like a lady”

4. The Foundations – Buttercup. Letra: “Build me up buttercup”. Versão errada: “Fill me up buttercup”

5. Adele – Chasing Pavements. Letra: “Should I give up, or should I just keep chasing pavements”. Versão errada: “Should I give up, or should I just keep chasing penguins”

6. Bon Jovi – Living On A Prayer. Letra: “It doesn”t make a difference if we make it or not”. Versão errada: “It doesn”t make a difference if we”re naked or not”

7. ABBA – Dancing Queen. Letra: “Dancing queen, Feel the beat from the tambourine, oh yeah”. Versão errada: “Dancing queen, Feel the beat from the tangerine, oh yeah”

8. John Travolta & Olivia Newton-John – One That I Want. Letra: “You’re the one that I want”. Versão errada: “You’re the wobbly one”

9. Nirvana- Smells Like Teen Spirit. Letra: “Here we are now, entertain us”. Versão errada: “Here we are now, in containers”

10.Queen – Bohemian Rhapsody. Letra: “Spare him his life from this monstrosity”. Versão errada: “Spare him his life for this one cup of tea”

11. Johnny Nash- I Can See Clearly Now. Letra: “I can see clearly now the rain has gone”. Versão errada: “I can see clearly now Lorraine has gone”

12. Madonna- Papa Don’t Preach. Letra: “Papa don’t preach”. Versão errada: “Poppadom Peach”

13. Queen – Bohemian Rhapsody. Letra: “Scaramouche, Scaramouche, will you do the Fandango”. Versão errada: “Scallaboosh, Scallaboosh, will you to the banned tango”

14. Bee Gees- Stayin’ Alive

Letra: “Stayin’ alive, stayin’ alive”. Versão errada: “Steak and a knife, steak and a knife”

15. Prodigy – Out of space. Letra: “I’ll take your brain to another dimension. Pay close attention”.Versão errada: “I’ll take your brain to another dimension. Hey close the kitchen”

16. ABBA – Dancing Queen. Letra: “See that girl, watch that scene, dig in the dancing queen”. Versão errada: “See that girl, watch her scream, kicking the dancing queen”

17. ABBA – Mamma Mia. Letra: “How can I resist you”. Versão errada: “Have I got a sister”

18. Take That – Babe. Letra: “Babe”. Versão errada: “Dave”

19. Blue Oyster Cult- Don’t Fear The Reaper. Letra: “Seasons don’t fear the reaper”. Versão errada: “Jesus don”t fear the reaper”

20. Annie Lennox- There Must Be An Angel. Letra: “Must be talking to an angel”. Versão errada: “Must be talking to a ninja”

Podcast Jogando por Música – 21/09/2010

Padrão

Salve, salve!

Esporte e música no mesmo tom!

Alguns destaques de hoje:

Trilha composta por Gil em 1970 é reeditada

Menos de um mês de lançar o álbum Retirante, com raridades de Gilberto Gil, o selo Discobertas volta a colocar no mercado capítulos pouco conhecidos dos primeiros anos de carreira do compositor. Dessa vez o produtor Marcelo Fróes reedita a trilha sonora de Copacabana mon amour, comédia de Rogério Sganzerla lançada em 1970.

Com história tão psicodélica quanto o roteiro e sua música o álbum permaneceu inédito, seu único registro era na montagem final do filme. O diretor havia perdido as fitas originais que só foram localizadas em 1998 por Fróes nas mãos de um colecionador inglês. O álbum, então ainda inédito, foi masterizado no Rio e editado nesse mesmo ano como parte de um box que trazia a obra de Gil. Chegou a ser comercializado de forma independente, mas estava novamente fora de catálogo. Agora, de volta ao mercado, traz ainda nova (e bem superior) capa, baseada no cartaz promocional do filme.

Com 48 minutos de duração o disco traz apenas 6 faixas, sendo que Diga a ela aparece em duas versões, tiradas de takes diferentes. Foi a primeira gravação de Gil durante seu exílio em Londres. Atendendo encomenda do cineasta brasileiro, Gil gravou em dois canais voz e violão, depois fez algumas dobras por isso em alguns momentos pode-se ouvir a voz de Gil em dueto. As outras participações ficam com a flauta de David Linger, a percussão de Cláudio Karina e o violão e o backing de Péricles Cavalcanti.

O disco mostra um Gil bem à vontade, dando até impressão de que grande parte trata-se de improviso nas longas linhas instrumentais. Duas das cinco canções não têm letra, Blind faith e Yeh yeh yah yah. As demais misturam inglês e português com boas sacadas do Gil tropicalista exilado como Tomorrow vai ser bacana, título de uma das músicas. Ou em Diga a ela o recado que seguiu na fita: “Diga a ela que eu volto amanhã de manhã (…) Oh Bahia…”.

De forte valor documental, Copacabana mon amour não é dos mais geniais álbuns dessa fase (muito produtiva e criativa) do artista. Mas é peça importante que permaneceu oculta por muitos anos. Como previa na música gravada em tempos difíceis, o futuro do artista foi bem mais do que “bacana”. Gil hoje tem uma das mais importantes obras da música brasileira contemporânea. Por isso mesmo essa peça volta a fazer sentido e se torna necessária para contar sua história.

Militantes pró-pirataria atacam sites das indústrias de música e filme

Militantes pró-pirataria fizeram ataques coordenados contra websites das indústrias da música e do cinema, segundo o jornal britânico “Daily Telegraph”. Os ataques tiraram temporariamente do ar os sites da Associação Cinematográfica da América (MPAA, na sigla em inglês) e da Associação da Indústria Fonográfica dos Estados Unidos (RIAA, na sigla em inglês).

Os militantes anônimos anunciaram seus planos no site de mensagens 4chan. Segundo relatos, os ataques seriam uma retaliação a ações adotadas por essas indústrias contra sites ilegais de compartilhamento de arquivos de música e filmes. O grupo declarou que vai continuar a atacar outros sites e o próximo alvo seria o site da Indústria Fonográfica Britânica (BPI, na sigla em inglês).

Avalanche de Informação
A ação dos militantes, batizada de ‘Operation payback’, (em tradução livre, operação vingança), teria sido provocada por uma declaração feita pela empresa indiana de softwares Aiplex no jornal “Sydney Morning Herald”. A empresa disse ao jornal que tinha lançado, em nome da indústria cinematográfica, ataques cibernéticos contra sites que hospedam filmes pirateados, em particular o Pirate Bay.

Segundo a Aiplex, o método usado nos ataques havia sido o ataque de negação de serviço, ou Distributed Denial of Service (DDoS), no qual um site é bombardeado por pedidos de páginas, o que faz com ele saia do ar. O método também foi usado para tirar o site da Aiplex e de outras organizações do ar.

‘Nós os tiramos do ar da mesma forma como eles tiraram o Pirate Bay do ar. Eles bateram primeiro, mas nós batemos com mais força’, disse o grupo em uma mensagem publicada na rede. O grupo aconselhou seus membros a baixar programas que ajudam a inundar servidores com informação para atacar os sites.

Porta-vozes da Aiplex e MPAA confirmaram os ataques. A BPI, cujo site seria o próximo alvo na mira dos militantes, não quis comentar o assunto. Há alguns meses, um grupo similar –e que também seria coordenado por meio do site 4chan– bloqueou temporariamente o acesso a importantes sites do governo australiano em protesto contra planos de introduzir filtros na internet da Austrália.

Bienal de São Paulo volta com força e une arte à política

A 29ª Bienal de São Paulo, que abrirá suas portas ao público no próximo sábado, sai do “vazio” artístico da edição anterior e volta a exibir as artes tradicionais, desta vez, com a força e a polêmica que desperta a manifestação conjunta da arte e da política.

Na edição anterior, em 2008, a bienal apresentou, pela primeira vez, uma ousada proposta que excluiu a pintura e outras manifestações artísticas tradicionais para render uma homenagem ao “vazio” de qualidade e crítica das bienais do mundo todo, segundo disseram seus organizadores.

Este ano, com obras de 159 artistas contemporâneos de todo o mundo, a bienal volta com força e põe na arte política toda a vontade de recuperar a dimensão que a fez ser considerada um dos principais encontros artísticos na América do Sul.

“Toda arte é política”, afirmou hoje na apresentação a jornalistas Moacir dos Anjos, um dos dois curadores da mostra, para quem o lema deste ano “Há Sempre Um Copo de Mar para o Homem Navegar” permitirá aos cerca de um milhão de visitantes “submergir-se” no “infinito” da política da arte.

Antes de abrir oficialmente suas portas, a Bienal de São Paulo enfrenta uma acalorada polêmica com a exposição da coleção “Inimigos”, uma série de auto-retratos em preto e branco do artista brasileiro Gil Vicente, nos quais o artista “assassina” diferentes personalidades nacionais e mundiais.

O escritório da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em São Paulo pediu para que a obra fosse retirada da Bienal, por considerar que “não era o momento apropriado” para exibi-la.

A bienal será aberta no próximo sábado, uma semana antes das eleições, e sua exposição causou polêmica por incluir cenas do artista assassinando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e outros políticos.

O único protagonista da obra que se manifestou foi o governador de Pernambuco Eduardo Campos, que busca a reeleição e admitiu que ficou chocado ao se ver sendo “assassinado” em um dos quadros, mas pediu que a obra não fosse retirada da bienal.

“Não sou apolítico, mas é minha forma de expressar minha indignação. O mundo é o que é porque todos os dirigentes políticos roubam. Eu me incomodo que não haja justiça social e continue existindo pessoas miseráveis inclusive nos Estados Unidos e nos países desenvolvidos, onde também existe segregação”, disse Gil Vicente à Agência Efe.

O artista acrescentou que não esperava que sua obra repercutisse “tanto” antes da bienal, pois já foi exposta em outros lugares, mas afirmou que com ela conseguiu expressar sua “raiva” da classe política.

Ele acrescentou que acha curioso que não haja mais protestos desse tipo vindos de outros artistas.

“Nos quadros eu estou matando os personagens. Só não retratei o depois, com sangue, para não criar um espetáculo grotesco. Mas não estou ameaçando”, ressaltou o ilustrador.

O ex-presidente americano George W. Bush, o papa Bento XVI, o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, o ex-primeiro-ministro israelense Ariel Sharon, a rainha Elizabeth e o ex-secretário-geral da ONU, Kofi Annan, são algumas das vítimas do artista.

Todos são assassinados com tiros na cabeça, exceto o presidente Lula, que é degolado, situação que Vicente atribui à “casualidade”, pois segundo ele, “inicialmente cada um devia ter uma morte diferente, e Lula foi um dos primeiros”.

“Mas depois pensei que o público se confundiria e então decidi matar o resto com uma pistola”, acrescentou.

O outro curador da bienal, Agnaldo Farias, afirmou que, apesar de a OAB ter solicitado a retirada da obra, a organização defende sua exposição.

“É exagerado e absurdo. É um retrocesso e mais desalentador ainda partindo de uma entidade que sempre defendeu a liberdade” disse Farias.

FONTES: TDM, UOL e YAHOO.

Podcast Jogando por Música – 20/09/2010

Padrão

Salve!

Depois de um breve período sem atualização, voltamos ao normal hoje. Ainda não conseguimos resolver o problema do servidor para os áudios, mas, os textos seguem…

Gilberto Gil grava DVD de “Fé na Festa” em outubro

O novo álbum de estúdio do cantor e compositor Gilberto Gil vai ganhar uma edição em DVD. Gil agendou uma apresentação especial para a gravação de um novo trabalho audiovisual com o repertório do disco “Fé na Festa”.

A gravação do DVD será realizada no Horto, no Rio de Janeiro, no próximo dia 02 de outubro. O cineasta Andrucha Waddington assina a direção do trabalho. Não foram divulgadas informações sobre ingressos ou outros detalhes.

O álbum “Fé na Festa” foi lançado em junho e traz repertório baseado nas festas juninas. O disco foi lançado pelo selo Geléia Geral, do próprio Gil, com distribuição da Universal Music, que também vai distribuir o DVD.

LANÇAMENTO DO DIA

Renata Figueiredo, cantora e compositora, natural de Itambacuri-MG, iniciou sua vivência musical quando criança. Aos 17 anos mudou-se para a cidade de Montes Claros-MG, onde estudou no Conservatório Estadual de Música Lorenzo Fernandez (CELF) e na Universidade Estadual de Montes Claros (UNIMONTES), graduou-se em Artes/ habilitação em Música. Em 2004 tornou-se professora do curso de Violão e de Percepção musical do Conservatório.

Dona de uma voz com um timbre peculiar e um violão suingado, vem se destacando no cenário musical mineiro, realizando shows em bares e eventos de várias cidades do Estado. Renata é uma das grandes promessas da música brasileira.

No que concerne a sua prática musical, Renata Figueiredo já fez várias apresentações em eventos de grande importância, tais como: Tom da Terça, realizado no Centro Cultural Hermes de Paula, em Montes Claros-MG, no ano de 2008; Festa de Agosto de Montes Claros e Festa do Senhor do Bomfim, na cidade de Bocaiúva-MG, em 2007; 1ª Mostra de Cinema em Montes Claros, em 2007; 15 anos Babaya Escola de Canto, na Casa do Conde, em Belo Horizonte e Feira de Artesanato, em Montes Claros, no ano de 2006; 1º Encontro dos Povos do Cerrado, realizado em Montes Claros, no ano de 2005; show na cidade de Itambacuri-MG, nos anos de 2005, 2006 e 2007; Festa de Agosto, na cidade de Itambacuri, do ano de 2005. Entre os anos de 2006 e 2007, participou do Projeto Quatro Cantos, coordenado pela professora Babaya.

Participou de importantes festivais de música no Estado da Bahia, Espírito Santo e Minas Gerais, recebendo várias premiações, tais como: melhor intérprete no 3º Festival de Música de Bocaiúva, em 2007; 3º lugar no Festival da Canção de Bocaiúva-MG, em 2006; 3º lugar no Festival Universitário de Música, realizado pela UNIMONTES, em 2006; 1º lugar no Festival Itambacuriense da Canção, em 2006.

Em 2008, gravou o CD Bem Além, com composições próprias. O CD é um marco, entre outros de mesma importância, na vida de Renata por representar uma obra genuinamente sua, em letras, arranjos, músicas, originalidade, requinte e simpatia.

Elba Ramalho lança novo trabalho ao vivo em outubro

Está previsto para o próximo mês o lançamento do novo disco ao vivo da cantora Elba Ramalho. “Marco Zero – Ao Vivo” traz registrada uma apresentação que a cantora fez em 12 de março deste ano no Marco Zero de Recife.

No repertório do disco estão incluídos os duetos feitos por Elba e convidados no show, como “O Meu Amor”, com Alcione, “Admirável Gado Novo”, com Zé Ramalho, “Queixa”, com Lenine, e “Canta Coração”, com Geraldo Azevedo. Ao toal o CD trará 14 faixas e será lançado pela Biscoito Fino. Confira:

01. Anunciação
02. Banquete de Signos
03. Canta Coração
04. Morena de Angola
05. Pavão Mysteriozo
06. O Meu Amor
07. De Volta pro Aconchego
08. Queixa
09. Admirável Gado Novo
10. Chorando e Cantando
11. É Só Você Querer
12. Chão de Giz
13. Chuva de Sombrinhas
14. Frevo Mulher

Ator de “Borat” será Freddie Mercury em filme sobre o Queen

Está confirmado que o ator Sacha Baron Cohen – conhecido pelo papel de Borat – vai interpretar o lendário vocalista Freddie Mercury em um novo filme sobre a banda inglesa Queen. O longa-metragem ainda não tem título definido nem previsão para o lançamento. As filmagens começam no próximo ano.

O projeto será realizado pela GK Films em parceria com a Tribeca Productions, produtora de Robert De Niro e Jane Rosenthal. O ex-empresário de Mercury, Jim Beach, também está envolvido na produção. A parte musical do filme será comandada pelos ex-companheiros do vocalista, o guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor.

O roteiro do filmne é assinado por Peter Morgan, de “A rainha” e “Frost / Nixon”, entre outros. Ainda não há um diretor confirmado para comandar o projeto.

FONTE: TDM