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Jogando por Música – 12/09/2011

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Salve! No programa desta segunda, Wagner Walter fala sobre a brilhante participação da Seleção Brasileira de Basquete na FIBA com a classificação para as Olimpíadas de Londres 2012, feito que não ocorria desde 1996. Também toda a rodada do brasileirão 2011, das séries A, B, C e D. Na série ‘A’ o Flamengo perde a quarta seguida, Botafogo pisa no freio e perde de goleada, Vasco empata, São Paulo perde, Fluminense ganha do Corinthians e entra de vez na briga pelo título, mesmo assim o Timão continua líder. Parece que o universo ‘conspira’ a favor do clube paulista. Este ano ninguém pode alegar que o Corinthians vem sendo ajudado pela arbitragem. Por outro lado, seus adversários direto não vem tendo tanta sorte com as arbitragens. Sofrem gols impedidos, tem gols legitimos anulados (Santos, Flamengo e Vasco tiveram gols legitimos anulados nas últimas rodadas) e por aí vai. Rogério Ceni, goleiro do São Paulo deixou ‘algo no ar’ ao final da derrota do tricolor paulista pro Grêmio. O que estará acontecendo? Bem, apresentaremos um resumo das principais notícias do mundo esportivo. No Jogando por Música a gente apresenta mais um grande talento da nossa música, o Marcelo Jeneci. Confira!

 

Você conhece Marcelo Jeneci? Não?!

5941234572_b7941287dd_oCom talento para agradar a muitos, Marcelo Jeneci é um compositor que tem o trabalho calcado em sua própria vivência musical.  Instrumentista desde muito cedo, comemora com apenas 28 anos de idade seus mais de dez anos de estrada como músico acompanhante de diversos nomes da música popular brasileira. Agora, alça vôos mais longos através de suas próprias canções e de sua linguagem musical apurada em seu primeiro álbum “Feito pra Acabar”, lançado pela Som Livre em dezembro de 2010.

“Feito Pra Acabar” traz treze faixas autorais, a maioria em parceria com nomes já conhecidos do público, que marcam a primeira safra de composições do paulistano. O disco foi quase todo registrado ao vivo, em fitas de 2  polegadas, por gravadores Studer A 827 com 24 canais, no estúdio COMEP (Comunicação Musical Editoras Paulinas), em São Paulo. Das treze músicas de “Feito Pra Acabar”, cinco contam com arranjos do também instrumentista (violonista) e compositor Arthur Verocai, responsável por arranjos e regências em discos de nomes como Marcos Valle, Gal Costa, Erasmo Carlos, Jorge Ben Jor, Ivan Lins e Elizeth Cardoso e autor do cultuado disco Arthur Verocai (1972). Ficaram sob a batuta do carioca, de 65 anos, as músicas “Feito Pra Acabar” e “Quarto de Dormir”, ambas com arranjos de orquestra; e “Felicidade”, “Tempestade Emocional” e “Por Que Nós”, estas com arranjos de cordas. As gravações da orquestra, que contou com 20 músicos, foram realizadas no estúdio Mega, no Rio de Janeiro. O projeto de gravação do primeiro disco solo de Jeneci e show de lançamento foi selecionado entre mais de 730 inscritos no Edital Nacional 2009, na categoria Fomento à Música, do projeto Natura Musical.

Nascido na Cohab Juscelino, em Guaianases, Zona Leste de São Paulo, Jeneci foi criado pela mãe paulista e pelo pai pernambucano, apaixonado por Roberto Carlos e instrumentos musicais. Cresceu embalado pelas estações de rádio populares e trilhas sonoras de novela. Mais de 25 anos depois, ele e a família se emocionavam cada vez que ouviam as canções do jovem compositor – “Amado” (parceria de Jeneci com Vanessa da Mata) e ”Longe” (assinada com Arnaldo Antunes) – nas novelas de uma das principais emissoras de televisão do país.

Jeneci lança seu disco de estréia mas já comemora mais de uma década de carreira musical como instrumentista. Em 2000, o pernambucano Manoel Jeneci – pai de Marcelo e autodidata que sempre ganhou a vida consertando aparelhos eletrônicos, eletrodomésticos e instrumentos musicais – soube pelos freqüentadores de sua oficina que Chico César procurava um músico para tocar sanfona e piano em sua turnê internacional. Marcelo tocava piano e treinava nas sanfonas que os clientes do pai deixavam para consertar mas não tinha seu próprio instrumento. O problema foi resolvido quando um dos habitués da oficina de seu Jeneci, Dominguinhos, resolveu presentear o menino com uma peça de sua coleção. Marcelo tirou passaporte e iniciou seu primeiro trabalho como músico profissional, com a sanfona do mestre, ao lado de Chico César, atualmente seu parceiro na faixa “Felicidade”, que, não por acaso, abre o primeiro disco do compositor, hoje com 28 anos.

A trajetória de Marcelo Jeneci até o lançamento de “Feito Pra Acabar” é marcada por parcerias e histórias com grandes nomes da música nacional. Além de compor canções com Chico César, Jeneci assina músicas com Vanessa da Mata – o hit “Amado”, que foi trilha de uma novela global e uma das músicas mais tocadas de 2009 –, Zé Miguel Wisnik e Paulo Neves (“Tempestade Emocional”), Luiz Tatit (“Por Que Nós?”) e Arnaldo Antunes (“Quarto de Dormir”). Também caiu nas graças do cantor Leonardo com a composição “Longe”, outra parceria do jovem paulistano com Arnaldo Antunes que também fez parte de trilha de novela da mesma emissora. Zélia Duncan, que gravou canções inéditas de Jeneci em seu último disco, engrossa o coro dos fãs e parceiros do também multiinstrumentista (Jeneci toca piano, acordeon e guitarra).

É isso, amanhã temos novo encontro, as 09h da manhã na Liberdade FM 99,7 Jogando por Música – Esporte e Música no mesmo TOM.

FONTE: Site  do Marcelo Jeneci

Jogando por Música–08 de Setembro de 2011

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No programa de hoje, além de toda a rodada do Brasileirão (com novo líder) e um giro pelos esportes, vamos apresentar o novo disco de O Teatro Mágico, com destaque para as músicas: Amanhã… Será; Quermesse; Além, porém aqui; Transição e Você me bagunça. O grupo que encanta aos olhos e ouvidos dos amantes da arte, mais uma vez oferece uma obra impecável, com belas letras, arranjos e o inconfundível tímbre natural dos instrumentos.

Bem, tanta gente a todo tempo escreve sobre essa encantadora trupe, então, me dei ao luxo de escolher uma matéria que o Portal IG publicou, com os devidos créditos ao colega Pedro Alexandre Sanches. No final tem o link do site da trupe, pode ser baixado gratuitamente, é só logar com a sua conta Twitter e avisar aos amigos que está baixando gratis o disco, simples assim, você ajuda a divulgar e ganha o disco completo (download). Confira!

Conheça o novo álbum do Teatro Mágico

Saiba como são as músicas do disco “A Sociedade do Espetáculo”, que acaba de sair do ‘forno’.

Por Pedro Alexandre Sanches para IG.

Acaba de sair o novo trabalho do grupo paulista O Teatro Mágico, batizado “A Sociedade do Espetáculo”. É apenas o terceiro disco em oito anos, mas o barulho que o grupo de Osasco costuma provocar entre seus fãs é inversamente proporcional às não muitas canções que lançou até hoje.

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Fernando Anitelli, líder d’O Teatro Mágico: trupe continua independente, apesar do assédio das gravadoras

A devoção não se explica, tampouco, pela presença do grupo na chamada grande mídia. O Teatro Mágico nunca teve gravadora, não é convidado para programas de TV, não toca em rádios comerciais. Mistura música com circo e teatro e gosta de politizar suas canções e apresentações. Vendeu 350 mil cópias do primeiro álbum, “Entrada para Raros” (2003), de modo totalmente artesanal – o pai de Fernando Anitelli (o líder do grupo) produzia e vendia os discos nos shows, um a um.

“A Sociedade do Espetáculo” deve seguir esses mesmos padrões. Apesar de convites recebidos de várias gravadoras, segundo Fernando, até hoje não houve acordo. Razões não faltam, e vão além do fato de o grupo gostar de canções politicamente engajadas. Todos os trabalhos são liberados na internet para download, oficial e gratuitamente, sob licenças Creative Commons. A trupe não quer abrir mão da venda direta dos CDs por preços baixos, nem de editar suas próprias canções sem intermediação de companhias multinacionais.
Entre os temas do novo disco (que terá 16 canções e três vinhetas), contam-se menções simpáticas ao Movimento Sem-Terra, referências às revoltas populares no Oriente Médio, críticas à “heterointolerância branca” de nossa sociedade, canções suavemente feministas, e assim por diante.

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O Teatro Mágico concedeu uma audição com exclusividade à reportagem, num dos últimos dias de gravação e mixagem no estúdio Oca – Casa de Som, em São Paulo. Seguem abaixo descrições das 16 faixas, com comentários de Fernando durante a audição.
“Além, Porém, Aqui” – “Termina com uma frase brega, ‘semear o amor’”, avisa Fernando Anitelli, temeroso dos próprios versos. “Mas é a primeira música do álbum, e fala da compreensão de um momento mais amadurecimento, de uma nova conduta. É uma coisa pra cima, pra frente.” O músico ressalta o verso “anuncia teu dissabor”, como o convite ao ouvinte para que exerça, com liberdade, seu próprio espírito crítico: pintar um mundo cor-de-rosa não é um dos propósitos d’O Teatro Mágico.
“Da Entrega…” – Os verbos no infinitivo, característicos de Anitelli, dominam a letra politicamente engajada: “apoderar-se de si”, “resistir”, “ser plural”, “repartir o acúmulo”… Em vez de ordenar ao rebanho que faça o que ele diz, o pregador prefere sugerir, com sutileza, um comportamento coletivo, colaborativo, compartilhado.

“Quermesse” – “Fiz 15 anos atrás, na mesma época do primeiro álbum, a gente nunca gravou. A letra é mais singela”, Fernando justifica o romantismo à moda antiga da canção. “Minha nossa, é só ficar longe, que logo eu penso em você”, proclamam os versos amorosos.


“Amanhã… Será?” – A inspiração, aqui, são as recentes mobilizações populares em países do Oriente Médio, na Espanha e no Brasil. Os integrantes do Teatro Mágico costumam frequentar as marchas em São Paulo caracterizados, em contato direto e íntimo com a multidão. “Essa revolução, na verdade, é interior”, filosofa Fernando, que ao ouvir destaca a atuação de Galldino, figura-chave nos discos e shows do grupo, nos violinos. “Ele é meio cigano, um ermitão que mora na montanha do Embu, no meio do mato.”

“Esse Mundo Não Vale o Mundo” – “Esta hetero-intolerância branca te faz refém”, diz a canção pop que trata de temas de que canções pop em geral simulam não gostar. “Contaminam o chão família e tradição”, provoca o rock meio celta (segundo Fernando) que fala de “ter direito ao corpo” e à “terra-mãe que nos pariu”.

“Novo Testamento”
– O arranjo usa batida de funk carioca, opção assim explicada pelo coprodutor do disco e coautor da faixa, Daniel Santiago, músico do celebrado quinteto de Hamilton de Holanda: “Nasci em Brasília, mas morando no Rio durante nove anos aprendi a gostar do funk carioca. Morei perto de um morro, do meu banheiro dava pra ouvir na favela, quase todos os dias. O ritmo veio da capoeira, do maculelê, é totalmente brasileiro. Funk definitivamente é uma linguagem e uma manifestação cultural brasileira, veio pra ficar”.

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“Transição” – A canção é inspirada em uma fã que virou amiga, depois moderadora de comunidades do Teatro Mágico em redes sociais, e morreu poucos meses atrás. “Milagres acontecem quando a gente vai à luta”, diz a letra ao final, tomando frase emprestada de Sérgio Vaz, poeta, ativista e criador da Cooperifa (Cooperativa Cultural da Periferia).

“Eu Não Sei na Verdade Quem Eu Sou” – Fernando explicita a origem: “Tentei escrever com teorias de crianças, inspirado numa reportagem sobre os Doutores da Alegria que meu pai me mostrou. Uma criança dizia que um palhaço é um homem todo pintado de piadas’, outra dizia que sonho era uma coisa que ela guardava dentro de um travesseiro. E os doutores diziam que não sabiam se eram médicos, atores, palhaços, ou se eles estavam sendo curados fazendo aquilo. Quem de fato sabe o que é?”.

“Nosso Pequeno Castelo” – A levada é nordestina, e a voz em dueto é de Ivan Parente, que, como Galldino, tem registro de voz agudo, algo feminino.

“Folia no Quarto” – Essa faixa contém a única voz feminina do CD, de Nô Stopa, filha do cantor e compositor Zé Geraldo. “Fiz com ela há uns dez anos, a gente brigou por causa dessa música, ‘você escreveu aquilo’, ‘não, só um pedaço’, ‘então você é falso’. Ficamos dois anos sem nos falar. Na verdade éramos apaixonados, ela namorava outro cara, eu namorava outra menina”, Fernando revela. O romance, diz, não se concretizou; a parceria, sim.

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“Canção da Terra” – “Pedro Munhoz é um trovador do Rio Grande do Sul, tem uma participação grande dentro do Movimento Sem-Terra”, Fernando explica mais uma canção de tom engajado em “A Sociedade do Espetáculo”. “Ser sem-terra, ser guerreiro/ com a missão de semear/ (…) a terra é de quem semear”, diz a letra, sob cativante melodia interiorana.

“Você Me Bagunça” – “Aprender você sem te prender comigo” é o que prega a letra de declaração de amor, mas também de aceitação da distância e do afastamento. “Escrevi cheio de saudade, chorando, para minha ex-namorada”, explica Fernando.

“Tática e Estratégia”
– “Essa foi uma paixão latina que eu tive”, diz Fernando, afirmando que a inspiração vem do poeta uruguaio Mario Benedetti.

“O Que Se Perde Enquanto os Olhos Piscam” – Uma levada bem Beatles em 1967 introduz uma canção coletiva batizada pela amiga Belinha. “Fiz com o pessoal do Twitter, estava lá ao vivo e falei: ‘Gente, vamos fazer uma música agora? A ideia é listar objetos que a gente perde e não se dá conta’. Todo mundo começou a mandar coisa: guarda-chuva, documento, aliança, chaveiro, cadeado, óculos escuros, tampa de caneta… Simplesmente montei uma ordem de estrofes.” Entre objetos mais corriqueiros, começam a aparecer outros de inserção mais simbólica, “pronde vai o solo que não foi escrito?”, “pronde foi a coragem do meu coração?, “pronde vai a culpa da cópia?”, “pronde foi a versão original?”, os dois últimos relacionados com a visão combativa do Teatro Mágico sobre direito autoral, Creative Commons etc.

“Nas Margens de Mim” – Parceria e dueto com o músico carioca Leoni, foi criada via internet e telefone. “Eu tinha a música, ele trouxe a letra, Daniel inventou a harmonia do violão. Em termos de funcionalidade é perfeito”, diz Fernando, admitindo que é perceptível que cada voz foi gravada em ambiente diferente. “A gente foi fazendo, só que tinha elétrons entre a gente.”

“Fiz uma Canção pra Ela” – Parceria de Fernando com Galldino, é uma canção de amor com viés politizado: “Fiz uma canção pra ela/ na mais bela tradução de igualdade e autonomia/ ao teu corpo e coração”. “A mulher não tem autonomia sobre o próprio corpo, quando se fala de aborto, de postura”, argumenta Fernando. “Se a menina usa roupa curta, tem culpa por ser estuprada?, peraí. É uma canção de amor à mulher, mas colocando ela como liberta, não como uma mulher que precisa ser protegida, carente, solitária, pobre, fraca, indefesa, santa, mãe. É amor, mas de igual pra igual”.

Baixe o novo disco da trupe O Teatro Mágico gratuitamente! Vale muito a pena!!!

LINK: http://www.oteatromagico.mus.br/

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FONTE: Ultimo Segundo – IG

Jogando por Música – 11/05/2011

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Veja novo clipe do Black Eyed Peas

Will.I.Am divulgou ontem no site oficial do Black Eyed Peas qual será o próximo ‘single’ da banda.
A música se chama “Don’t Stop the Party" e já conta com o videoclipe que mostra imagens da passagem da banda pelo Brasil com a turnê “The END Tour”, no final de 2010.

Eles, que sempre declararam amor pelo país, fizeram registros de todos os lugares onde tocaram, e colocam neste vídeo imagens de shows que fizeram em Recife, São Paulo, Fortaleza, Salvador, Belo Horizonte, Florianópolis, Porto Alegre e Brasília.

Além disso, o clipe conta com imagens da banda se divertindo em terras brasileiras.

O vídeo foi publicado no You Tube, depois de algumas horas e milhares de acessos, foi retirado do ar.

Parceria de Caetano Veloso e Maria Gadú chega às lojas este mês

Está agendado para o próximo dia 23 de maio o lançamento em CD e DVD do registro da parceria de Caetano Veloso e Maria Gadú. Com título de “Multishow ao Vivo – Caetano e Maria Gadú”, o álbum e DVD traz registrado uma apresentação feita pela dupla em 19 de dezembro do ano passado, no palco do Citibank Hall, no Rio de Janeiro.
O show será exibido pelo canal de TV por assinatura Multishow no domingo, dia 22, e no dia seguinte o CD duplo e o DVD estarão disponíveis nas lojas.
No palco os artistas apresentaram canções individualmente e também juntos, dividindo os vocais.

Confira o repertório:

01. Beleza Pura – Caetano Veloso e Maria Gadú
02. Bela Flor – Maria Gadú
03. Encontro – Maria Gadú
04. Tudo Diferente – Maria Gadú
04. Dona Cila – Maria Gadú
05. Escudos – Maria Gadú
06. A História de Lilly Braun – Maria Gadú
07. Podres Poderes – Maria Gadú
08. O Quereres – Caetano Veloso e Maria Gadú
09. Sampa – Caetano Veloso e Maria Gadú
10. Milagres do Povo – Caetano Veloso
11. Genipapo Absoluto – Caetano Veloso
12. Odeio – Caetano Veloso
13. De Noite na Cama – Caetano Veloso
14. Desde que o Samba É Samba – Caetano Veloso
15. Sozinho – Caetano Veloso
16. Alegria Alegria – Caetano Veloso
17. Shimbalaiê – Caetano Veloso
18. Vaca Profana – Caetano Veloso e Maria Gadú
19. Rapte-me, Camaleoa – Caetano Veloso e Maria Gadú
20. Trem das Onze – Caetano Veloso e Maria Gadú
21. O Leãozinho – Caetano Veloso e Maria Gadú
22. Odara – Caetano Veloso e Maria Gadú
23. Nosso Estranho Amor – Caetano Veloso e Maria Gadú
24. Vai Levando – Caetano Veloso e Maria Gadú
25. Menino do Rio – Caetano Veloso e Maria Gadú

Take That lança música para filme X-Men

Um nova música do Take That fará parte da trilha sonora do próximo filme X-Men. A faixa se chama “Love Love” e será lançada no dia 11 de Maio para download, mas a banda liberou um ‘teaser’ de 30 segundos que você pode conferir abaixo.

O próximo filme da série, que se chamará “X-Men: First Class”, conta com a direção de Matthew Vaughn e está com o lançamento previsto para dia 1º de junho na Europa e EUA.
O Take That sairá em turnê no dia 27 de Maio pelo Reino Unido pela primeira vez com os membros originais desde 1995. A turnê terá abertura do grupo Pet Shop Boys.
Ouça aqui o trecho disponível da música “Love Love”

Jogando por Música – 09/05/2011

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Mais um lançamento no JpM

“Arte livre e autônoma”.

O cantor, compositor, multi-instrumentista e arranjador baiano, Galldino, traz no seu primeiro CD, "OctO pus I – quem tem ouvidos ouça", experimentações autorais em canções que tratam da relação do sujeito contemporâneo e de seu tempo “escasso”. Autodidata que chegou à vida acadêmica, Galdino converge de forma espontânea para uma sonoridade universal, visando provocar nossa sensibilidade, reafirmando o vetor de expressão surgido na cena brasileira: “somos tentáculos dum mesmo motor: arte livre e autônoma”, diz ele.

System of a Down confirmado no Rock in Rio

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A voz dos fãs foi ouvida. A banda que venceu a votação entre as atrações mais pedidas para a nova edição do festival Rock in Rio, o System of a Down, foi confirmada para se apresentar no evento.

Na votação realizada em março o System of a Down ficou em primeiro lugar como a banda mais pedida, com 499.445 votos (33,7% do total). No segundo lugar ficou o Guns n’ Roses, com 450.884 votos (30,43% do total), e já confirmado para o evento.

O System of a Down toca na noite de 02 de outubro, mesmo dia em que se apresentarão Pitty e Guns n’ Roses. A produção do Rock in Rio também confirmou para o mesmo dia a apresentação da banda brasileira Detonautas.

Um dos grandes nomes surgidos na época do Nu Metal, o System of a Down tem cinco discos lançados, sendo que os últimos – lançados simultaneamente – foram “Mezmerize” e “Hypnotize”, de 2005. Em 2006 a banda anunciou que teria suas atividades suspensas, sem previsão para o retorno.

Desde então seus integrantes desenvolveram outros trabalhos paralelos, mas para alegria dos fãs, o grupo anunciou no final do ano passado que voltaria aos palcos a partir de junho deste ano.

 

Em "Beijo Bandido", Ney Matogrosso despe-se dos excessos e exibe excelência vocal

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POR MARIANA TRAMONTINA

Saem o figurino extravagante e o comportamento exuberante de "Inclassificáveis" e entram o terno de cor clara e um quarteto de cordas. É com este novo personagem em cena que Ney Matogrosso trabalha um verdadeiro exercício de contenção no disco "Beijo Bandido". Dentro de uma atmosfera de recital, quase camerística, o sul-matogrossense de Bela Vista despe-se dos excessos para exibir sua excelência vocal num criterioso repertório de canções brasileiras.

O título "Beijo Bandido", pinçado de um trecho da música "Invento", de Vitor Ramil, é uma "liberdade poética", ele define. Algumas faixas deste seu 32º disco já fizeram parte de roteiros antigos de seus shows, como "Tango Para Teresa", que Ney abordou em "Estava Escrito" (1994). Outras, já foram gravadas em projetos com formação bem diferente da atual, como "As Ilhas", de Piazolla, e "Doce de Coco", de Herminio Bello.

De forma sedutora e magistral, Ney dá novo contorno à balada "Nada Por Mim", de Herbert Vianna e Paula Toller, à parceria de Chico Buarque e Edu Lobo em "A Bela e a Fera" e ao repertório de 14 músicas que fecha o álbum, deleitando-se de cada verso que canta. "Eu não sou compositor, então tenho que desfrutar do que a música brasileira me oferece", contou ao UOL Música em entrevista por telefone, do Rio de Janeiro.

Ney tem nas mãos um variado leque de opções para emprestar sua voz. E quando o faz, imprime na música a intenção que lhe convém. "É uma liberdade que eu tenho sendo intérprete. Eu mudo a intenção, mas não a letra, a melodia ou a composição. São as palavras que eu utilizo. Não existe uma única leitura, e eu ofereço algumas possibilidades".

Por isso, Ney garante que o resultado artístico nada tem a ver com o que ele está vivendo no momento. "Minha meta é só não ser repetitivo. Eu posso cantar uma música de amor sem estar apaixonado ou uma música triste estando alegre", conta ele, que atuou recentemente no filme "Luz nas Trevas – A Volta do Bandido da Luz Vermelha", de Rogério Sganzerla.

Ney reconhece que em "Beijo Bandido" o diferencial está na formação musical. "Nunca tive uma banda apenas com instrumentos de cordas. Até pensei que isso poderia restringir o repertório. Eu me perguntava se poderia fazer um tango usando só um piano, um cello, um violino e percussão. E, na verdade, se pode fazer tudo". O formato acústico, porém, expõe Ney intimamente. "Minha voz tem que estar tinindo, senão dá bandeira. É uma exibição mais explícita".

Processo invertido
Seguindo uma tradição de Ney, "Beijo Bandido" já começou em processo invertido: primeiro vieram os shows –quatro apresentações no início de 2008– e depois o resultado em disco. "Para mim é melhor dessa forma, em que eu posso testar o repertório", explica. "Depois dessas apresentações, troquei a ordem no disco, tirei músicas, acrescentei outras no show, como ‘Da Cor do Pecado’, de Bororó, e ‘Incinero’, do Mauro Aguiar. Vou reensaiar só para chegar ao formato mais adequado".

Ney já tem um show montado para sair em turnê com "Beijo Bandido", começando por São Paulo nos dias 13, 14 e 15 de novembro. Sem cenário, o palco será adornado apenas por uma tela de filó preta para projetar imagens "bem dosadas", enquanto Ney é acompanhado por Leandro Braga (piano), Lui Coimbra (violoncelo e violão), Ricardo Amado (violino e bandolim) e Felipe Roseno (percussão), os mesmos com que passou dois meses no estúdio gravando o disco.

O repertório também já está pronto para ir a público. "Minha cabeça funciona como um roteiro, fui organizando um texto para contar". E dessa forma será transportado para o palco. "Não há espaço para improvisos, porque eu não sei fazer isso. Fico muito inseguro", conta Ney, do alto de seus 36 anos de experiência como intérprete. "No show de ‘Inclassificáveis’ eu até invento algumas coisas na hora porque já estamos há muito tempo com ele. Estou tão seguro que até me permito".

Enquanto prepara-se para colocar "Beijo Bandido" na estrada, Ney segue ainda com seu show atual. A ideia é fazer mais duas apresentações de "Inclassificáveis" e encerrar a turnê que já dura dois anos. E, mesmo orgulhoso de seu trabalho, garante que não sentirá saudades. "É um enorme prazer trabalhar com a banda que me acompanha, entreguei toda a energia e amor possíveis a esse projeto, mas está feito. É assim, faz parte da minha vida, a tarefa está cumprida".

Mesmo sem ter começado um ou finalizado outro, a mente inquieta de Ney Matogrosso já pensa num novo roteiro. "Tenho três pedidos para gravar no meu próximo trabalho, mas ainda é muito cedo para falar sobre isso", despista. E, como intérprete, o cantor deixa suas recomendações. "Gosto muito de uma banda de São Paulo chamada Zabomba. O outro é um compositor de Maceió que se chama Vitor Pirralho. As composições dele estão no MySpace. Eu vou cantar a terceira música no meu próximo disco", entrega, rindo.

Jogando por Música – 04/04/11

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Brasileiros fazem documentário sobre a vida de Jimi Hendrix

O ícone do rock Jimi Hendrix virou documentário nacional. Dirigido por Pedro Paulo Carneiro e Roberto Lamounier, o filme E aí Hendrix? vai estrear no festival In-Edit, que será realizado no fim de abril em São Paulo e no começo de maio no Rio de Janeiro. O filme conta a história da carreira do guitarrista americano que mudou a cara da música internacional. O longa terá depoimentos de Frejat, Davi Moraes, Pitty, do roadie Mouse O’Brian e do seu primeiro produtor, John McCoy.

Assista ao trailer do filme logo abaixo:

 

 

Ouça na íntegra Wasting Light, o novo disco do Foo Fighters

O Foo Fighters liberou, via streaming, a audição completa do seu novo álbum de estúdio, Wasting Light, que chega às lojas americanas na dia 16 de abril. O sétimo disco do grupo traz 11 faixas, incluindo o single “Rope”.

Clique aqui para ouvir Wasting Light, o novo disco do Foo Fighters.

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Jogando por Música – 02/03/2011

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Confira trailer do documentário sobre Gary Moore

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O primeiro trailer oficial do documentário “White Knuckles & Blue Moods”, sobre o guitarrista Gary Moore, foi lançado na internet e você confere aqui no Jogando por Música.
O documentário é dirigido por Jörgen Holmstedt e Stefan Mossberg e já estava em fase de produção antes da morte do guitarrista, no início de fevereiro. A previsão é que o filme seja lançado até o final deste ano.

“White Knuckles & Blue Moods” traz diversas entrevistas com músicos e amigos de Moore, entre eles Don Airey, Jon Hiseman, John Sykes, Brian Downey, Eric Bell e Brian Robertson, além do próprio Gary Moore.

Gary Moore foi encontrado morto em um quarto de hotel, na Espanha, na manha de 06 de fevereiro. Natural de Belfast, na Irlanda do Norte, Moore fez parte do Thin Lizzy e se consolidou como artista solo nos anos 80.

Confira o trailer:

 

Filme do U2 volta aos cinemas brasileiros

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Para preparar o clima para a nova turnê do U2 pelo Brasil, o filme “U2 3D” volta a ser exibido nos cinemas brasileiros em sessões únicas nos dias 25, 26 e 27 de março, às 21h30.

O filme mostra a banda durante a turnê “Vertigo” em shows realizados pela América Latina em 2006. Nessa turnê a banda veio ao Brasil para dois shows em São Paulo. “U2 3D” será exibido em 73 salas de cinema espalhadas pelo país. O ingresso custa R$ 30,00.

Segundo a distribuidora Mobz, cinemas de 40 cidades brasileiras estão na lista para receber o filme, entre elas Rio Janeiro, São Paulo, Curitiba, Goiânia, Fortaleza, Recife, Salvador, Maceió, Brasília, Juiz de Fora, Poços de Caldas, Campinas, Ribeirão Preto, Santos, São Vicente, Suzano, Guarujá, Osasco, Vila Velha, Niterói, Belém e São Luís.

Os fãs de U2 podem se mobilizar para conseguir uma exibição do filme em sua cidade. Basta acessar o site

www.mobz.com.br e seguir as instruções.

“U2 3D” traz 14 músicas no repertório, incluindo gravações realizadas nos shows de São Paulo. A banda volta ao Brasil no próximo mês para shows nos dias 09, 10 e 13, em São Paulo. Os ingressos estão esgotados.

 

Biografia do cantor Lobão vai virar filme

Segundo a colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo, a biografia do cantor Lobão, 50 Anos a Mil, vai virar filme. Os direitos autorais do livro foram vendidos para o produtor Rodrigo Teixera, responsável por filmes como Cheiro do Ralo, Amores Expressos e O Casamento de Romeu e Julieta.

O livro já vendeu aproximadamente 40 mil cópias e ficou, no último sábado (26/02), no terceiro lugar entre os mais vendidos de não ficção no Brasil, segundo o ranking da revista Veja. Ainda não foram divulgados mais detalhes sobre a cinebiografia de Lobão.

 

Clipe israelense zombando de Gaddafi é sucesso entre árabes

Por Ori Lewis

Um clipe musical veiculado no YouTube, zombando do líder líbio, Muammar Gaddafi, virou sucesso no mundo árabe, disse nesta terça-feira seu criador, um israelense.

"Zenga Zenga", criado pelo jornalista Noy Alooshe, especializado em música e blogueiro em Tel-Aviv, mostra Gaddafi em sequências repetitivas batendo o punho sobre um pódio e erguendo o punho em gesto de desafio durante um discurso que ele fez na semana passada.

A música do vídeo é baseada em "Hey Baby", canção dos rappers norte-americanos Pitbull e T-Pain, mas a letra foi substituída por trechos do discurso de Gaddafi.

A palavra árabe "zenga", usada por líbios para indicar bairro pequeno, se destacou para Alooshe, que não fala árabe, e ele fez dela o tema recorrente do clipe.

"Quando vi Gaddafi discursando, achei que sua cadência e seus movimentos seriam perfeitos para um clipe. Eram tão musicais", disse Alooshe à Reuters em entrevista por telefone.

Seu vídeo original de dois minutos mostra uma dançarina em trajes de baixo exíguos de cor verde oliva – uma homenagem, disse Alooshe, às célebres guarda-costas mulheres de Gaddafi – dançando ao lado do líder líbio enquanto ele profere seu discurso.

Alooshe disse que até a manhã desta terça-feira o clipe já tinha sido visto 1,8 milhão de vezes e que, depois de alguns internautas lhe terem dito que é ousado demais, ele criou uma versão sem a dançarina.

O blogueiro afirma ter recebido retorno positivo em sua página no Facebook e por e-mail de muitos espectadores em países árabes, mesmo depois de terem descoberto, pelas informações sobre ele postadas no site, que é israelense.

"É claro que houve aqueles que despejaram os xingamentos de praxe, e cheguei a ser tachado de espião do Mossad, mas agora estou com muitos pedidos de pessoas que querem ser minhas amigas no Facebook", disse ele.

Confira:

 

FONTES: Reuters, Billboard, TdM, Youtube e Facebook.

Jogando por Música – 28/02/2011

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Arnaldo Baptista deve tocar todos os instrumentos do novo CD

arnaldo baptista

Maior entre as lendas vivas do rock brasileiro, o ex-Mutantes Arnaldo Baptista, 62, está voltando. Sozinho.

O artista já escreveu boa parte das canções daquele que será seu sétimo álbum solo, "Esphera". Ele conclui nos próximos dias a pré-produção do trabalho para entrar em estúdio na sequência.

O título, segundo o próprio autor, é um comprimido de alguns conceitos. "É esperança, espera e esfera –que é energia", diz. "Energia no sentido de eletricidade solar, que não polui nunca. Defendo isso. Onde há fumaça, há fogo. Poluição queima tudo."

TROCADILHOS

Arnaldo se especializou em fazer trocadilhos desse tipo. Sempre que dispara algum (e os dispara o tempo todo), faz uma pausa e espera a reação do interlocutor. Sorri.

"Vou usando meu grau de criatividade, inspiração e inconsciência com ciência." Pausa. Sorri. "Neste trabalho, vou entrando no sentido de fazer um ‘universo poliverso’." Pausa. Sorri.

Construir letras a partir de carros, ciência e ficção científica é característica que acompanha a poética de Arnaldo desde o começo dos Mutantes, nos anos 1960.

"Já tenho 17 músicas novas prontas, mas preciso escolher a dedo quais vão entrar neste LP porque algumas são repetitivas", diz. "Fiz uma, bem infantil, que fala de um gatinho que encontrei. Outra, sobre viagem no tempo e carros movidos a luz solar. Uma defende o vegetarianismo. São minhas utopias. Por isso é meu LP mais feliz."

Arnaldo pretende tocar todos os instrumentos do "LP" (é assim que ele chama seus álbuns): a base de bateria, guitarra, teclados e contrabaixo. E, sobre tudo isso, detalhes de violão, gaitas, flautas e sintetizadores.

Quem cuida da produção musical é Fabiano Fonseca, da banda eletrônica mineira Digitaria. Fonseca foi o braço direito do produtor John Ulhoa (Pato Fu) na confecção de "Let it Bed" (2004), disco anterior do mutante.

"A sonoridade vai ser nua e crua, bem Arnaldo Baptista", diz Fonseca. "Estou procurando manter as características específicas dele."

O produtor conta que está pensando na possibilidade de criar uma edição alternativa do trabalho, com "versões mais ricas", tocadas por músicos da nova cena de Belo Horizonte, onde as gravações estão sendo feitas.

Entre "Let it Bed" e "Esphera", a vida de Arnaldo deu reviravoltas.

Ele voltou aos Mutantes em 2006 –primeiro para um show em Londres, que gerou CD e DVD ao vivo, depois para turnês no Brasil e lá fora.

Desentendimentos internos fizeram com que ele saísse mais uma vez da banda.

Mas o tamanho de sua importância na história do rock brasileiro –e em toda a MPB pós-Tropicália– foi finalmente dimensionado no documentário "Loki" (2008), de Paulo Henrique Fontenelle. O filme foi ovacionado em festivais, exibido nos cinemas e no Canal Brasil.

"Esphera" deve dizer muito desse passeio recente de Arnaldo, dessa nova volta na impressionante montanha-russa que sua vida tem sido. Não é pouca coisa.

Shakira é coroada pela Fundação Harvard como artista do ano

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A cantora colombiana Shakira foi coroada neste sábado "Artista do ano" pela Fundação Harvard, um centro da famosa universidade americana que premia anualmente as iniciativas filantrópicas de músicos, atores ou escritores.

Shakira, embaixadora de Boa Vontade do Unicef e criadora da Fundação Pies Descalzos, que fornece educação e alimentos a crianças de zonas empobrecidas da Colômbia, recebeu o prêmio em um festival cultural realizado na universidade, segundo informou o jornal "Boston Chronicle" em sua edição digital.

Após agradecer o prêmio, a cantora pediu aos estudantes de Harvard para aproveitar suas próprias oportunidades e atuar para melhorar as condições de educação nos países subdesenvolvidos.

O diretor da Fundação Harvard, Allen Counter, disse por sua vez que a artista colombiana foi escolhida pelos alunos para o prêmio por seu "distinto histórico criativo", assim como por suas contribuições a boas causas.

A cantora, que vendeu cerca de 50 milhões de discos ao longo de sua carreira, continua promovendo seu disco bilíngue "Sale el Sol/The Sun Comes Out", que inclui o sucesso "Waka Waka" que ficou popular na Copa do Mundo da África do Sul.

 

Ben Harper termina gravações do novo disco

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O novo disco de estúdio do cantor Ben Harper já está pronto para chegar às lojas. O músico finalizou as gravações e ja anunciou a data para o lançamento. O álbum, batizado “Give ‘Till It’s Gone”, será lançado em 17 de maio, via Virgin Records.

“Rock n’ Roll is Free” é a primeira música a ser lançada como ‘single’ de divulgação. O ‘single’ será lançado em versão digital no dia 14 de maio. Este é o 10º álbum da carreira de Harper.

As gravações foram realizadas em Los Angeles, no estúdio de Jackson Browne. “Give ‘Till It’s Gone” traz a participação do ex-Beatle Ringo Starr, que é co-compositor das músicas “Spilling Faith” e “Get There From Here”. O músico também toca bateria nas duas faixas.