De volta com tudo sobre música

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Salve!

Depois do feriado da Independência, estamos de volta com as atualizações do nosso blog.

Amanhã as 09h tem Jogando por Música na Liberdade FM 99,7.

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Jogando por Música – 11/05/2011

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Veja novo clipe do Black Eyed Peas

Will.I.Am divulgou ontem no site oficial do Black Eyed Peas qual será o próximo ‘single’ da banda.
A música se chama “Don’t Stop the Party" e já conta com o videoclipe que mostra imagens da passagem da banda pelo Brasil com a turnê “The END Tour”, no final de 2010.

Eles, que sempre declararam amor pelo país, fizeram registros de todos os lugares onde tocaram, e colocam neste vídeo imagens de shows que fizeram em Recife, São Paulo, Fortaleza, Salvador, Belo Horizonte, Florianópolis, Porto Alegre e Brasília.

Além disso, o clipe conta com imagens da banda se divertindo em terras brasileiras.

O vídeo foi publicado no You Tube, depois de algumas horas e milhares de acessos, foi retirado do ar.

Parceria de Caetano Veloso e Maria Gadú chega às lojas este mês

Está agendado para o próximo dia 23 de maio o lançamento em CD e DVD do registro da parceria de Caetano Veloso e Maria Gadú. Com título de “Multishow ao Vivo – Caetano e Maria Gadú”, o álbum e DVD traz registrado uma apresentação feita pela dupla em 19 de dezembro do ano passado, no palco do Citibank Hall, no Rio de Janeiro.
O show será exibido pelo canal de TV por assinatura Multishow no domingo, dia 22, e no dia seguinte o CD duplo e o DVD estarão disponíveis nas lojas.
No palco os artistas apresentaram canções individualmente e também juntos, dividindo os vocais.

Confira o repertório:

01. Beleza Pura – Caetano Veloso e Maria Gadú
02. Bela Flor – Maria Gadú
03. Encontro – Maria Gadú
04. Tudo Diferente – Maria Gadú
04. Dona Cila – Maria Gadú
05. Escudos – Maria Gadú
06. A História de Lilly Braun – Maria Gadú
07. Podres Poderes – Maria Gadú
08. O Quereres – Caetano Veloso e Maria Gadú
09. Sampa – Caetano Veloso e Maria Gadú
10. Milagres do Povo – Caetano Veloso
11. Genipapo Absoluto – Caetano Veloso
12. Odeio – Caetano Veloso
13. De Noite na Cama – Caetano Veloso
14. Desde que o Samba É Samba – Caetano Veloso
15. Sozinho – Caetano Veloso
16. Alegria Alegria – Caetano Veloso
17. Shimbalaiê – Caetano Veloso
18. Vaca Profana – Caetano Veloso e Maria Gadú
19. Rapte-me, Camaleoa – Caetano Veloso e Maria Gadú
20. Trem das Onze – Caetano Veloso e Maria Gadú
21. O Leãozinho – Caetano Veloso e Maria Gadú
22. Odara – Caetano Veloso e Maria Gadú
23. Nosso Estranho Amor – Caetano Veloso e Maria Gadú
24. Vai Levando – Caetano Veloso e Maria Gadú
25. Menino do Rio – Caetano Veloso e Maria Gadú

Take That lança música para filme X-Men

Um nova música do Take That fará parte da trilha sonora do próximo filme X-Men. A faixa se chama “Love Love” e será lançada no dia 11 de Maio para download, mas a banda liberou um ‘teaser’ de 30 segundos que você pode conferir abaixo.

O próximo filme da série, que se chamará “X-Men: First Class”, conta com a direção de Matthew Vaughn e está com o lançamento previsto para dia 1º de junho na Europa e EUA.
O Take That sairá em turnê no dia 27 de Maio pelo Reino Unido pela primeira vez com os membros originais desde 1995. A turnê terá abertura do grupo Pet Shop Boys.
Ouça aqui o trecho disponível da música “Love Love”

Jogando por Música – 09/05/2011

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Mais um lançamento no JpM

“Arte livre e autônoma”.

O cantor, compositor, multi-instrumentista e arranjador baiano, Galldino, traz no seu primeiro CD, "OctO pus I – quem tem ouvidos ouça", experimentações autorais em canções que tratam da relação do sujeito contemporâneo e de seu tempo “escasso”. Autodidata que chegou à vida acadêmica, Galdino converge de forma espontânea para uma sonoridade universal, visando provocar nossa sensibilidade, reafirmando o vetor de expressão surgido na cena brasileira: “somos tentáculos dum mesmo motor: arte livre e autônoma”, diz ele.

System of a Down confirmado no Rock in Rio

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A voz dos fãs foi ouvida. A banda que venceu a votação entre as atrações mais pedidas para a nova edição do festival Rock in Rio, o System of a Down, foi confirmada para se apresentar no evento.

Na votação realizada em março o System of a Down ficou em primeiro lugar como a banda mais pedida, com 499.445 votos (33,7% do total). No segundo lugar ficou o Guns n’ Roses, com 450.884 votos (30,43% do total), e já confirmado para o evento.

O System of a Down toca na noite de 02 de outubro, mesmo dia em que se apresentarão Pitty e Guns n’ Roses. A produção do Rock in Rio também confirmou para o mesmo dia a apresentação da banda brasileira Detonautas.

Um dos grandes nomes surgidos na época do Nu Metal, o System of a Down tem cinco discos lançados, sendo que os últimos – lançados simultaneamente – foram “Mezmerize” e “Hypnotize”, de 2005. Em 2006 a banda anunciou que teria suas atividades suspensas, sem previsão para o retorno.

Desde então seus integrantes desenvolveram outros trabalhos paralelos, mas para alegria dos fãs, o grupo anunciou no final do ano passado que voltaria aos palcos a partir de junho deste ano.

 

Em "Beijo Bandido", Ney Matogrosso despe-se dos excessos e exibe excelência vocal

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POR MARIANA TRAMONTINA

Saem o figurino extravagante e o comportamento exuberante de "Inclassificáveis" e entram o terno de cor clara e um quarteto de cordas. É com este novo personagem em cena que Ney Matogrosso trabalha um verdadeiro exercício de contenção no disco "Beijo Bandido". Dentro de uma atmosfera de recital, quase camerística, o sul-matogrossense de Bela Vista despe-se dos excessos para exibir sua excelência vocal num criterioso repertório de canções brasileiras.

O título "Beijo Bandido", pinçado de um trecho da música "Invento", de Vitor Ramil, é uma "liberdade poética", ele define. Algumas faixas deste seu 32º disco já fizeram parte de roteiros antigos de seus shows, como "Tango Para Teresa", que Ney abordou em "Estava Escrito" (1994). Outras, já foram gravadas em projetos com formação bem diferente da atual, como "As Ilhas", de Piazolla, e "Doce de Coco", de Herminio Bello.

De forma sedutora e magistral, Ney dá novo contorno à balada "Nada Por Mim", de Herbert Vianna e Paula Toller, à parceria de Chico Buarque e Edu Lobo em "A Bela e a Fera" e ao repertório de 14 músicas que fecha o álbum, deleitando-se de cada verso que canta. "Eu não sou compositor, então tenho que desfrutar do que a música brasileira me oferece", contou ao UOL Música em entrevista por telefone, do Rio de Janeiro.

Ney tem nas mãos um variado leque de opções para emprestar sua voz. E quando o faz, imprime na música a intenção que lhe convém. "É uma liberdade que eu tenho sendo intérprete. Eu mudo a intenção, mas não a letra, a melodia ou a composição. São as palavras que eu utilizo. Não existe uma única leitura, e eu ofereço algumas possibilidades".

Por isso, Ney garante que o resultado artístico nada tem a ver com o que ele está vivendo no momento. "Minha meta é só não ser repetitivo. Eu posso cantar uma música de amor sem estar apaixonado ou uma música triste estando alegre", conta ele, que atuou recentemente no filme "Luz nas Trevas – A Volta do Bandido da Luz Vermelha", de Rogério Sganzerla.

Ney reconhece que em "Beijo Bandido" o diferencial está na formação musical. "Nunca tive uma banda apenas com instrumentos de cordas. Até pensei que isso poderia restringir o repertório. Eu me perguntava se poderia fazer um tango usando só um piano, um cello, um violino e percussão. E, na verdade, se pode fazer tudo". O formato acústico, porém, expõe Ney intimamente. "Minha voz tem que estar tinindo, senão dá bandeira. É uma exibição mais explícita".

Processo invertido
Seguindo uma tradição de Ney, "Beijo Bandido" já começou em processo invertido: primeiro vieram os shows –quatro apresentações no início de 2008– e depois o resultado em disco. "Para mim é melhor dessa forma, em que eu posso testar o repertório", explica. "Depois dessas apresentações, troquei a ordem no disco, tirei músicas, acrescentei outras no show, como ‘Da Cor do Pecado’, de Bororó, e ‘Incinero’, do Mauro Aguiar. Vou reensaiar só para chegar ao formato mais adequado".

Ney já tem um show montado para sair em turnê com "Beijo Bandido", começando por São Paulo nos dias 13, 14 e 15 de novembro. Sem cenário, o palco será adornado apenas por uma tela de filó preta para projetar imagens "bem dosadas", enquanto Ney é acompanhado por Leandro Braga (piano), Lui Coimbra (violoncelo e violão), Ricardo Amado (violino e bandolim) e Felipe Roseno (percussão), os mesmos com que passou dois meses no estúdio gravando o disco.

O repertório também já está pronto para ir a público. "Minha cabeça funciona como um roteiro, fui organizando um texto para contar". E dessa forma será transportado para o palco. "Não há espaço para improvisos, porque eu não sei fazer isso. Fico muito inseguro", conta Ney, do alto de seus 36 anos de experiência como intérprete. "No show de ‘Inclassificáveis’ eu até invento algumas coisas na hora porque já estamos há muito tempo com ele. Estou tão seguro que até me permito".

Enquanto prepara-se para colocar "Beijo Bandido" na estrada, Ney segue ainda com seu show atual. A ideia é fazer mais duas apresentações de "Inclassificáveis" e encerrar a turnê que já dura dois anos. E, mesmo orgulhoso de seu trabalho, garante que não sentirá saudades. "É um enorme prazer trabalhar com a banda que me acompanha, entreguei toda a energia e amor possíveis a esse projeto, mas está feito. É assim, faz parte da minha vida, a tarefa está cumprida".

Mesmo sem ter começado um ou finalizado outro, a mente inquieta de Ney Matogrosso já pensa num novo roteiro. "Tenho três pedidos para gravar no meu próximo trabalho, mas ainda é muito cedo para falar sobre isso", despista. E, como intérprete, o cantor deixa suas recomendações. "Gosto muito de uma banda de São Paulo chamada Zabomba. O outro é um compositor de Maceió que se chama Vitor Pirralho. As composições dele estão no MySpace. Eu vou cantar a terceira música no meu próximo disco", entrega, rindo.

Jogando por Música – 04/04/11

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Brasileiros fazem documentário sobre a vida de Jimi Hendrix

O ícone do rock Jimi Hendrix virou documentário nacional. Dirigido por Pedro Paulo Carneiro e Roberto Lamounier, o filme E aí Hendrix? vai estrear no festival In-Edit, que será realizado no fim de abril em São Paulo e no começo de maio no Rio de Janeiro. O filme conta a história da carreira do guitarrista americano que mudou a cara da música internacional. O longa terá depoimentos de Frejat, Davi Moraes, Pitty, do roadie Mouse O’Brian e do seu primeiro produtor, John McCoy.

Assista ao trailer do filme logo abaixo:

 

 

Ouça na íntegra Wasting Light, o novo disco do Foo Fighters

O Foo Fighters liberou, via streaming, a audição completa do seu novo álbum de estúdio, Wasting Light, que chega às lojas americanas na dia 16 de abril. O sétimo disco do grupo traz 11 faixas, incluindo o single “Rope”.

Clique aqui para ouvir Wasting Light, o novo disco do Foo Fighters.

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Jogando por Música – 01/04/2011

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"O corpo e a alma me pedem uma música mais íntima", afirma Gilberto Gil

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"O corpo e a alma me pedem para fazer uma música mais íntima", declarou à AFP o cantor e compositor Gilberto Gil, que fará no sábado um show acústico, "pessoal e introspectivo", em um grande teatro de Paris.

Gil, ex-ministro da Cultura e que completará 69 anos em junho, se apresentará ao lado do violoncelista Jacques Morelenbaum e do filho Bem Gil no Teatro Chatelet, um dos templos da música parisiense.

O artista baiano, que tem mais de 40 anos de carreira, confessou em entrevista à AFP que a nova orientação em sua música tem relação com a "passagem do tempo, que deixa marcas".

"A apresentação será uma viagem em uma música mais íntima, mais terna e introspectiva. E isso tem a ver com a passagem do tempo", reconheceu Gil.
"O tempo deixa marcas estas se refletem em minha música", completou o cantor, que foi ministro da Cultura do governo de Luiz Inácio Lula da Silva de janeiro de 2003 a julho de 2008, quando renunciou para voltar à música.
O artista, um dos idealizadores da tropicália nos anos 60, quando também combatia a ditadura militar, afirma que agora deseja fazer uma música mais afastada de conceitos, de ideologias, "uma música mais pessoal, que deixe mais espaço para a ternura".
"Eu já fiz tudo isso de estimular a música brasileira. Antes havia uma ideologia, que era ajudar a divulgar a nossa música no mundo. A tropicália foi isso. Agora quero voltar a coisas mais puras, livres, sem compromissos", explicou.

"O corpo e a alma me pedem uma música mais íntima, mais interior", admitiu o artista, que foi submetido a uma cirurgia nas cordas vocais em outubro de 2007.
Gil, uma estrela desde a década de 60 e com 56 álbuns na carreira, afirma que agora se dá permissão para sentir-se "livre, desapegado de qualquer conceito central", para retornar à música do nordeste brasileiro, a música de sua infância.
"A apresentação também será uma visita às origens de minha música nordestina. Gosto de revisitar a música inicial de minha vida, que está infiltrada em meu coração".
"É um tema de amor profundo", disse Gil, antes de destacar que as canções do show em Paris – que integra uma turnê pela Europa, depois da realizada pela América do Norte em novembro – "se adaptam bem ao violão e ao violoncelo".

"O ambiente acústico ajuda a conservar a qualidade vocal e permite também mostrar a qualidade de minha execução, minha forma de tocar o violão", declarou Gil, que deve passar por músicas de várias épocas da carreira.
"Cantarei sobre amor, política e temas que revelam uma introspecção", antecipou.
"São canções que utilizam a forte qualidade rítmica da música brasileira, mas também baladas, canções ternas, muito pessoais.

Com humildade, Gil afirma não reclamar um lugar especial na história da música popular brasileira, mas se considera herdeiro de grandes músicos artistas, como Luiz Gonzaga, Dorival Caymmi e João Gilberto.
"Não tenho ambição de virar uma referência", afirmou Gil, que venceu o Grammy Latino em duas categorias ano passado: "Banda Dois" foi considerado o Melhor Álbum de Música Popular Brasileira e "Fé na festa" o Melhor Álbum inspirado em música brasileira.

"Eu faço apenas o que faço. Meu impulso criativo nasceu de minha admiração por eles, por Dorival, Luiz Gonzaga, João Gilberto, Jorge Bem. Eu sou herdeiro deles, e não preciso de um lugar especial. Quero somente ser parte da herança, parte deles", concluiu Gil.

Filha de Martinho da Vila, Maíra Freitas une música clássica e samba em primeiro disco

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Aos 25 anos, a pianista Maíra Freitas Ferreira, filha do compositor e sambista Martinho José Ferreira, mais conhecido como Martinho da Vila, e irmã de Mart’nália, faz jus ao sangue da família e lança o seu primeiro disco solo, "Maíra Freitas", pela gravadora Biscoito Fino.

Pianista clássica, a agora sambista Maíra Freitas se revela uma das promessas no cenário da música brasileira. A carioca formada em piano clássico na Escola de Música na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) quer mostrar que a música erudita também combina com samba.

A filha de Martinho estreou como cantora e pianista numa participação do disco do pai "Poetas da Cidade", além de ser figura presente em shows da irmã. Seu primeiro CD solo traz um repertório que combina nomes como Nei Lopes ("April Child – Maracatu Nação do Amor"), Paulinho da Viola ("Só o Tempo"), Gonzaguinha ("Recado"), Chico Buarque ("Membembe") e o próprio Martinho, que agora participa como convidado especial na faixa "Disritmia".

Em conversa com o UOL na noite de lançamento para convidados, nesta quarta-feira (30), na gravadora Biscoito Fino, no Rio de Janeiro, Maíra contou que o apoio da família foi fundamental para concretizar o sonho de gravar um disco e que Mart’nália foi uma grande irmã ao ajudar na elaboração do projeto como produtora e diretora musical.

“Eu sempre quis gravar um disco. Quando recebi o convite foi uma surpresa, mas resolvi encarar. Já que me convidaram, era uma oportunidade única. Ela (Mart’nália) é minha irmã mais velha que sempre cuidou de mim e esteve presente em todos os momentos importantes da minha vida, agora ela foi essencial”, disse Maíra.

Como toda estreia, a expectativa era grande deu um “friozinho na barriga”, admitiu a cantora. “Será que as pessoas vão vir? Será que vão gostar do disco? A gente faz um disco com todo o amor, é o nosso filho. E fazer sozinha é muita responsabilidade”, assumiu Maíra.

No CD com 13 faixas, Maíra fez o arranjo de quase todas as músicas, além de tocar piano e cantar. “Como eu tive formação clássica, me deu conhecimento para transitar por várias coisas. Eu sei fazer arranjo, tenho noção de harmonia e afinação. Acabo querendo fazer tudo”, brincou.

Na apresentação do disco, Martinho não poupou elogios à filha e disse que o seu primeiro CD como cantora-pianista deveria chamar-se "Simplesmente Maíra". O repertório conta com um toque de brasilidade e de feminino, além de transitar livremente entre o choro, o samba e a música erudita.

“O CD sou eu, é o meu jeito. Uma pessoa que não me conhece, ouvindo o CD passa a saber melhor quem eu sou.Gosto de música boa, gosto de cantar e de tocar. Sou todos esses lados, o choro, a música instrumental, o samba, a música clássica, um pouco de tudo”, resume Maíra.

O disco traz ainda três composições cantora, uma instrumental e outras duas com letras, ’Corselet’ e ’Alô?’.

“Corselet é uma coisa de toda mulher, quem nunca comprou uma roupa que não cabe e quer emagrecer para entrar na roupa? É um conflito meu eterno”, contou. Já para elaborar a letra de "Alô?", Maíra teve a ideia de ligar para seus amigos e amigas para saber de histórias que viveram em suas relações amorosas e qual era a sensação de esperar a pessoa ligar.

“É outra coisa que todo mundo já passou e é muito de mulher.’Será que ele vai ligar amanhã… ’. Eu fui ligando para todos os meus amigos para saber que desculpa eles costumavam dar, uns dizem que a avó morreu ou que o carro quebrou. Eu fui juntando todas essas desculpas que são as de todo mundo e compus essa música no ano passado”.

Primeiro piano ganhou numa aposta de futebol

Maíra começou a tocar piano com sete anos. “A música sempre fez parte da minha vida. Sempre tive contato com músicos na minha casa e em muitos shows”.

Maíra ganhou o primeiro piano quando tinha 12 anos de idade, em  uma aposta com o pai. Foi num jogo do Flamengo contra o Vasco. Ela Flamengo, ele Vasco. Maíra queria um piano e, em troca, prometeu uma caixa de cerveja. Naquele dia o Flamengo ganhou e Maíra fez questão de acompanhar o pai para comprar o piano.

Como concertista, Freitas já tocou no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e em salas como Cecília Meireles, Centro Cultural Banco do Brasil, Sala Baden Powell, Conservatório Brasileiro de Música e Centro Cultural Justiça Federal. Além de ter participado de festivais de música em países como Bulgária, Bélgica, Canadá, Chile, Noruega, Alemanha, Argentina, Paraguai e Estados Unidos.

“Dei muita aula de coral, musicalização, iniciação infantil, teoria musical e piano. Durante dois anos trabalhei com crianças no Centro Cultural Cartola, na favela da Mangueira. Eu tive formação clássica de muito estudo, teoria, mas ao mesmo tempo eu ia para o samba”.

A transição da música erudita para a popular foi gradual, a partir de experimentações e misturas, admite. “Para mim não tem diferença, é tudo música, assim como tem o funk, tem o jazz. Eu acho que pode juntar tudo, com tanto que seja música boa eu toco”, brincou.

Jogando por Música – 02/03/2011

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Confira trailer do documentário sobre Gary Moore

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O primeiro trailer oficial do documentário “White Knuckles & Blue Moods”, sobre o guitarrista Gary Moore, foi lançado na internet e você confere aqui no Jogando por Música.
O documentário é dirigido por Jörgen Holmstedt e Stefan Mossberg e já estava em fase de produção antes da morte do guitarrista, no início de fevereiro. A previsão é que o filme seja lançado até o final deste ano.

“White Knuckles & Blue Moods” traz diversas entrevistas com músicos e amigos de Moore, entre eles Don Airey, Jon Hiseman, John Sykes, Brian Downey, Eric Bell e Brian Robertson, além do próprio Gary Moore.

Gary Moore foi encontrado morto em um quarto de hotel, na Espanha, na manha de 06 de fevereiro. Natural de Belfast, na Irlanda do Norte, Moore fez parte do Thin Lizzy e se consolidou como artista solo nos anos 80.

Confira o trailer:

 

Filme do U2 volta aos cinemas brasileiros

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Para preparar o clima para a nova turnê do U2 pelo Brasil, o filme “U2 3D” volta a ser exibido nos cinemas brasileiros em sessões únicas nos dias 25, 26 e 27 de março, às 21h30.

O filme mostra a banda durante a turnê “Vertigo” em shows realizados pela América Latina em 2006. Nessa turnê a banda veio ao Brasil para dois shows em São Paulo. “U2 3D” será exibido em 73 salas de cinema espalhadas pelo país. O ingresso custa R$ 30,00.

Segundo a distribuidora Mobz, cinemas de 40 cidades brasileiras estão na lista para receber o filme, entre elas Rio Janeiro, São Paulo, Curitiba, Goiânia, Fortaleza, Recife, Salvador, Maceió, Brasília, Juiz de Fora, Poços de Caldas, Campinas, Ribeirão Preto, Santos, São Vicente, Suzano, Guarujá, Osasco, Vila Velha, Niterói, Belém e São Luís.

Os fãs de U2 podem se mobilizar para conseguir uma exibição do filme em sua cidade. Basta acessar o site

www.mobz.com.br e seguir as instruções.

“U2 3D” traz 14 músicas no repertório, incluindo gravações realizadas nos shows de São Paulo. A banda volta ao Brasil no próximo mês para shows nos dias 09, 10 e 13, em São Paulo. Os ingressos estão esgotados.

 

Biografia do cantor Lobão vai virar filme

Segundo a colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo, a biografia do cantor Lobão, 50 Anos a Mil, vai virar filme. Os direitos autorais do livro foram vendidos para o produtor Rodrigo Teixera, responsável por filmes como Cheiro do Ralo, Amores Expressos e O Casamento de Romeu e Julieta.

O livro já vendeu aproximadamente 40 mil cópias e ficou, no último sábado (26/02), no terceiro lugar entre os mais vendidos de não ficção no Brasil, segundo o ranking da revista Veja. Ainda não foram divulgados mais detalhes sobre a cinebiografia de Lobão.

 

Clipe israelense zombando de Gaddafi é sucesso entre árabes

Por Ori Lewis

Um clipe musical veiculado no YouTube, zombando do líder líbio, Muammar Gaddafi, virou sucesso no mundo árabe, disse nesta terça-feira seu criador, um israelense.

"Zenga Zenga", criado pelo jornalista Noy Alooshe, especializado em música e blogueiro em Tel-Aviv, mostra Gaddafi em sequências repetitivas batendo o punho sobre um pódio e erguendo o punho em gesto de desafio durante um discurso que ele fez na semana passada.

A música do vídeo é baseada em "Hey Baby", canção dos rappers norte-americanos Pitbull e T-Pain, mas a letra foi substituída por trechos do discurso de Gaddafi.

A palavra árabe "zenga", usada por líbios para indicar bairro pequeno, se destacou para Alooshe, que não fala árabe, e ele fez dela o tema recorrente do clipe.

"Quando vi Gaddafi discursando, achei que sua cadência e seus movimentos seriam perfeitos para um clipe. Eram tão musicais", disse Alooshe à Reuters em entrevista por telefone.

Seu vídeo original de dois minutos mostra uma dançarina em trajes de baixo exíguos de cor verde oliva – uma homenagem, disse Alooshe, às célebres guarda-costas mulheres de Gaddafi – dançando ao lado do líder líbio enquanto ele profere seu discurso.

Alooshe disse que até a manhã desta terça-feira o clipe já tinha sido visto 1,8 milhão de vezes e que, depois de alguns internautas lhe terem dito que é ousado demais, ele criou uma versão sem a dançarina.

O blogueiro afirma ter recebido retorno positivo em sua página no Facebook e por e-mail de muitos espectadores em países árabes, mesmo depois de terem descoberto, pelas informações sobre ele postadas no site, que é israelense.

"É claro que houve aqueles que despejaram os xingamentos de praxe, e cheguei a ser tachado de espião do Mossad, mas agora estou com muitos pedidos de pessoas que querem ser minhas amigas no Facebook", disse ele.

Confira:

 

FONTES: Reuters, Billboard, TdM, Youtube e Facebook.

Jogando por Música – 28/02/2011

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Arnaldo Baptista deve tocar todos os instrumentos do novo CD

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Maior entre as lendas vivas do rock brasileiro, o ex-Mutantes Arnaldo Baptista, 62, está voltando. Sozinho.

O artista já escreveu boa parte das canções daquele que será seu sétimo álbum solo, "Esphera". Ele conclui nos próximos dias a pré-produção do trabalho para entrar em estúdio na sequência.

O título, segundo o próprio autor, é um comprimido de alguns conceitos. "É esperança, espera e esfera –que é energia", diz. "Energia no sentido de eletricidade solar, que não polui nunca. Defendo isso. Onde há fumaça, há fogo. Poluição queima tudo."

TROCADILHOS

Arnaldo se especializou em fazer trocadilhos desse tipo. Sempre que dispara algum (e os dispara o tempo todo), faz uma pausa e espera a reação do interlocutor. Sorri.

"Vou usando meu grau de criatividade, inspiração e inconsciência com ciência." Pausa. Sorri. "Neste trabalho, vou entrando no sentido de fazer um ‘universo poliverso’." Pausa. Sorri.

Construir letras a partir de carros, ciência e ficção científica é característica que acompanha a poética de Arnaldo desde o começo dos Mutantes, nos anos 1960.

"Já tenho 17 músicas novas prontas, mas preciso escolher a dedo quais vão entrar neste LP porque algumas são repetitivas", diz. "Fiz uma, bem infantil, que fala de um gatinho que encontrei. Outra, sobre viagem no tempo e carros movidos a luz solar. Uma defende o vegetarianismo. São minhas utopias. Por isso é meu LP mais feliz."

Arnaldo pretende tocar todos os instrumentos do "LP" (é assim que ele chama seus álbuns): a base de bateria, guitarra, teclados e contrabaixo. E, sobre tudo isso, detalhes de violão, gaitas, flautas e sintetizadores.

Quem cuida da produção musical é Fabiano Fonseca, da banda eletrônica mineira Digitaria. Fonseca foi o braço direito do produtor John Ulhoa (Pato Fu) na confecção de "Let it Bed" (2004), disco anterior do mutante.

"A sonoridade vai ser nua e crua, bem Arnaldo Baptista", diz Fonseca. "Estou procurando manter as características específicas dele."

O produtor conta que está pensando na possibilidade de criar uma edição alternativa do trabalho, com "versões mais ricas", tocadas por músicos da nova cena de Belo Horizonte, onde as gravações estão sendo feitas.

Entre "Let it Bed" e "Esphera", a vida de Arnaldo deu reviravoltas.

Ele voltou aos Mutantes em 2006 –primeiro para um show em Londres, que gerou CD e DVD ao vivo, depois para turnês no Brasil e lá fora.

Desentendimentos internos fizeram com que ele saísse mais uma vez da banda.

Mas o tamanho de sua importância na história do rock brasileiro –e em toda a MPB pós-Tropicália– foi finalmente dimensionado no documentário "Loki" (2008), de Paulo Henrique Fontenelle. O filme foi ovacionado em festivais, exibido nos cinemas e no Canal Brasil.

"Esphera" deve dizer muito desse passeio recente de Arnaldo, dessa nova volta na impressionante montanha-russa que sua vida tem sido. Não é pouca coisa.

Shakira é coroada pela Fundação Harvard como artista do ano

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A cantora colombiana Shakira foi coroada neste sábado "Artista do ano" pela Fundação Harvard, um centro da famosa universidade americana que premia anualmente as iniciativas filantrópicas de músicos, atores ou escritores.

Shakira, embaixadora de Boa Vontade do Unicef e criadora da Fundação Pies Descalzos, que fornece educação e alimentos a crianças de zonas empobrecidas da Colômbia, recebeu o prêmio em um festival cultural realizado na universidade, segundo informou o jornal "Boston Chronicle" em sua edição digital.

Após agradecer o prêmio, a cantora pediu aos estudantes de Harvard para aproveitar suas próprias oportunidades e atuar para melhorar as condições de educação nos países subdesenvolvidos.

O diretor da Fundação Harvard, Allen Counter, disse por sua vez que a artista colombiana foi escolhida pelos alunos para o prêmio por seu "distinto histórico criativo", assim como por suas contribuições a boas causas.

A cantora, que vendeu cerca de 50 milhões de discos ao longo de sua carreira, continua promovendo seu disco bilíngue "Sale el Sol/The Sun Comes Out", que inclui o sucesso "Waka Waka" que ficou popular na Copa do Mundo da África do Sul.

 

Ben Harper termina gravações do novo disco

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O novo disco de estúdio do cantor Ben Harper já está pronto para chegar às lojas. O músico finalizou as gravações e ja anunciou a data para o lançamento. O álbum, batizado “Give ‘Till It’s Gone”, será lançado em 17 de maio, via Virgin Records.

“Rock n’ Roll is Free” é a primeira música a ser lançada como ‘single’ de divulgação. O ‘single’ será lançado em versão digital no dia 14 de maio. Este é o 10º álbum da carreira de Harper.

As gravações foram realizadas em Los Angeles, no estúdio de Jackson Browne. “Give ‘Till It’s Gone” traz a participação do ex-Beatle Ringo Starr, que é co-compositor das músicas “Spilling Faith” e “Get There From Here”. O músico também toca bateria nas duas faixas.