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Podcast Jogando por Musica – 25/08/2010

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Ouça nosso podcast:

Ou via Goear: http://www.goear.com/listen/640532b/Jogando-por-Musica-Wagner-Walter-e-William-Leal

Salve!

No programa de hoje, informações sobre o Prêmio Multishow que rolou ontem a noite. Boas novas para os amantes do rock com lançamentos de Angra e Nenhum de Nós. Noticias dos esporte, hoje o nosso Wagner Walter já está bem melhor, com isso ganhamos de presente sua bela voz e as informações precisas. Ah, hoje também alteramos o endereço do nosso blog, que a partir de agora passa a se chamar: jogandopormusica.com simples desse jeito, nem precisa www ou wordpress… Olha, o ‘velho’ endereço continuará te levando à nossa pagina, a mudança foi com objetivo de simplificar o acesso. Bem, ouça o podcast, comente, dê sua sugestão de pauta, mande sua crítica… Aguardamos com ansiedade a sua participação:

Email: producao@jogandopormusica.com
Twitter: @JogandoporMusic

Hoje falamos sobre:

Nenhum de Nós lança nova música na internet.

“Outono Outubro”, este é o nome da primeira música de trabalho do novo álbum da banda Nenhum de Nós. Esta é uma das faixas do próximo disco de estúdio do grupo, “Contos de Água e Fogo”, e está disponível para audição na internet. O novo álbum do Nenhum de Nós começou a ser gravado em julho, no estúdio Submarino Amarelo, em Porto Alegre, com produção da própria banda em parceria com Ray Z. O grupo contou com alguns colaboradores neste trabalho, entre eles Leoni e Fábio Cascadura, da banda Cascadura. Algumas das novas músicas são “Último Beijo”, “Melhor e Diferente”, “Corrente”, “Primavera no Coração” e “Outono Outubro”, que você pode ouvir no endereço www.nenhumdenos.com.br Se você curtiu a banda nos anos 80 certamente reconhecerá o som, está com uma roupagem nova, mas tem a mesma essência. Vale a pena!

Zeca Baleiro disponibiliza músicas no site oficial.

Como parte das comemorações pelos 13 anos desde o lançamento do primeiro disco, o cantor e compositor maranhense Zeca Baleiro liberou no site oficial quatro músicas inéditas para os fãs poderem baixar gratuitamente. As novas músicas são “Mais um Dia Cinza em São Paulo” e “Milonga del Mejor”, do álbum “Concerto”, e “Carmo” e “Xote do Edifício”, do disco “Trilhas”. Esses dois trabalhos serão os primeiros de Baleiro a serem lançados por seu próprio selo, o Saravá Discos. Os CDs serão lançados nos próximos dias. Para baixas as quatro músicas novas clique no link: www.zecabaleiro.com.br. No programa de hoje ouvimos: CARMO, mas Milonga del Mejor, Xote do Edifício e Mais um dia cinza em São Paulo também valem muito a pena baixar e ouvir. O trabalho tem o DNA do Baleiro, os fãs agradecem.

Angra lança jogo digital no estilo Guitar Hero

A união de videogames e música já está selada há algum tempo e a banda Angra agora investe nesse novo modo de divulgar seu material lançando um jogo virtual no formato Guitar Flash, no estilo do famoso Guitar Hero. No jogo os participantes podem ouvir – e tocar, é claro – o primeiro ‘single’ do novo álbum. A música escolhida é “Arising Thunder”, faixa do disco “Aqua”, sétimo na discografia da banda. Para jogar acesse o endereço www.guitarflash.com.br/angra.

A turnê de divulgação deste novo disco do grupo paulistano já tem datas agendadas pelo Brasil e também no exterior. A partir do próximo dia 28 o Angra põe o pé na estrada com uma apresentação em Salvador, faz shows na Ásia em outubro e volta ao Brasil. Para o início de 2011 o grupo já tem agendado algumas apresentações nos Estados Unidos junto com com outra banda brasileira de muito sucesso: o Sepultura.

O Jogando por Música lança mais um ‘novo’ artista:

Philippe Lobo, é brasileiro, é natural de Goiás. Violonista, bacharel em música e guitarrista autodidata tem uma produção musical bastante autêntica e em sua maior parte instrumental.
Em 2007 lança o disco “Philippe Lobo de outros carnavais”, uma mistura do jazz com a música popular brasileira tradicional e erudita. Em 2009 desenvolveu ao lado do catarinense Wilson Souza o show instrumental “Tempo contra tempo”. Além de músico e produtor desenvolve trabalho como performer multimídia participando de experimentações e produções nas áreas da dança, teatro e performance contemporânea. Hoje ouvimos: Depois do Carnaval

Multishow premia músicos brasileiros e nenhum dos vencedores levou o troféu em mais de uma categoria.

Aconteceu na noite de ontem o 17º Prêmio Multishow de Música Brasileira, realizado na HSBC Arena, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. Simplesmente nenhum dos 12 vencedores levou o troféu em mais de uma categoria. A primeira fase da votação aconteceu entre 22 de janeiro e 14 de junho, quando o público pôde indicar nomes que queria ver concorrendo ao prêmio. Os 10 mais votados de cada categoria passaram para a segunda fase, que aconteceu de dia 15 de junho até a meia-noite de 23 de agosto.

Toda a votação foi feita pela internet e, segundo os organizadores, foram contabilizados na segunda fase mais de 30 milhões de votos.

OS GRANDES VENCEDORES FORAM:

MELHOR CANTOR
Samuel Rosa

MELHOR CANTORA
Ana Carolina

MELHOR ÁLBUM
“Maria Gadu”, Maria Gadú

MELHOR CLIPE
“Espero a minha vez”, NXZero

MELHOR DVD
“Chiaroscope”, Pitty

MELHOR GRUPO
Banda Cine

MELHOR INSTRUMENTISTA
Rodrigo Tavares (Fresno)

MELHOR MÚSICA
“Recomeçar”, Restart

MELHOR SHOW
Ivete Sangalo

REVELAÇÃO
Luan Santana

ARTISTA SERTANEJO
Victor & Leo

TVZÉ
“As máscaras”, Claudia Leitte – Thiago Cardoso

E foi isso! Amanhã encontro marcado as 09h da manhã na 99,7 Liberdade FM de Aracaju-SE.

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FONTES: Facebook, Território da Música, Palco Mp3, Globo.com e Dicionário Cravo Albin.

Podcast Jogando por Música – 24/08/2010

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Salve!

O programa de hoje foi mais musical, o nosso trepidante Wagner Walter estava fora de combate (garganta inflamada), então, nos restou tocar muita música e aproveitar pra lançar mais três ‘novos’ artistas.

Cláudia Rizo é natural de Vitória da Conquista – Bahia e é musicista nata.
Em março de 2008 lançou o cd autoral : Olhos de Rizo , com composições inéditas próprias e de amigos.
Cláudia Rizo é regente do premiado Coral Conquista há 11 anos. No programa ouvimos: Um Tom meio Zé.

Kristoff Silva, tem rica formação musical, sua marca definitivamente é a versatilidade. Atua como violonista, cantor, compositor, professor de teoria musical e autor de trilhas para teatro, poesia e dança… Toca desde os 8 anos de idade. Em 14 anos de profissão, apresentou-se ao lado de feras como Caetano Velloso, Elza Soares, do diretor teatral Zé Celso Martinez Correa, das cantoras Mônica Salmaso, Ná Ozzetti, Virgínia Rosa, além da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais. Foi um dos responsáveis pelo CANCIONEIRO ELOMAR (lançado em dezembro de 2008), que contém as partituras com arranjos originais para violão e voz do aclamado compositor baiano. Hoje ouvimos: Letra de Música.

Kitu Yang é outra aposta do programa. Violonista, compositor e cantor natural de Rio Piracicaba em Minas Gerais. Em 1986 começou a vida artística participando de Festivais Estudantis e Regionais, apresentando suas próprias canções e de amigos. Ele se apresenta em temporadas pela costa da América do sul em grandes cruzeiros. Atualmente está divulgando seu segundo CD intitulado Pintura com composições de sua autoria e Osvaldo Bosbah. Escolhemos pra ouvir: Bem Sucedido.

É isso aí, amanhã tem mais, as 09h da manhã na 99,7 Liberdade FM!

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FONTES: Facebook, My Space, Palco Mp3 e Dicionário Cravo Albin.

Podcast Jogando por Música – 23/08/2010

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Salve!

No programa desta segunda lançamos alguns artistas, como: Ana Person, Capim Seco, Parabelo, Dicy Rocha e Validoaté. São artistas e bandas com pouco ou nenhum espaço na mídia tradicional. O Jogando por Música está garimpando, para oferecer sempre boa música aos nossos ouvintes.

Parabelo (Recife-PE):
Um mergulho na beleza miscigenada dos ritmos da Zona da Mata e do Sertão de Pernambuco. O coco, maracatu, caboclinho, o baião… A musicalidade da Parabelo é resultante desses encontros culturais que fluem permitindo belas recriações. No programa de hoje ouvimos a música NA MALA SAUDADE SOLIDÃO E SAUDE.

ANA PERSON (Valinhos-SP)
É militante da música há 30 anos, fez comunicação social, participou de vários festivais e na última década sua carreira tem sido acompanhada de perto pela mídia local. Tem muita qualidade, tanto como compositora quanto como intérprete. Hoje ouvimos EU MEREÇO, música de sua autoria.

Capim Seco (Belo Horizonte-MG)
Essa é uma banda que me chama muito atenção. A concepção de samba do Capim Seco vai além do tradicional carioca ou paulistano. O samba como conhecemos é resultado de diversas manifestações, como já falamos no programa especial SAMBA. O som da banda traz justamente esse samba na essência da palavra, é um som de convergência. A música escolhida foi: SAMBA SEM VOLTA

DICY ROCHA (São Luiz-MA)
Essa maranhense participou de vários festivais. Tem uma voz suave, agradável e costuma dizer que o seu (sic) ‘compromisso é o de produzir boa música.’ E ‘Que ela seja de melodia doce e alma forte.’
Ela tem um repertório bem variado, vai do regional ao reggae, muito popular no Maranhão. Ouvimos: TRADIÇÃO.

Nosso Twitter: @JogandoporMusic

Fontes: PalcoMp3, Revista da Musica Brasileira e Dicionário Cravo Albin.

Podcast Jogando por Música – Especial Mingo Santana

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Ouça o nosso podcast especial Mingo Santana:

Ou via Goear: http://www.goear.com/listen/2d380ed/Jogando-por-Musica-Wagner-Walter-e-William-Leal

Salve!

Todas as sextas, como adiantamos no inicio desta jornada, teremos um programa especial. Em uma semana um desportista, outra um músico, outra um cantor, compositor… Sempre alguém ligado a música ou aos esportes. Na semana passada fizemos um especial sobre o Zagallo, Wagner Walter contou detalhes da vida e da carreira do “Velho Lobo”, tocamos músicas que tem ligação ao mesmo e tals. Nesta sexta o nosso convidado esteve nos estúdios conosco. Domingos Félix de Santana Neto ou simplesmente Mingo Santana. Músico, comositor, intérprete, empresário, ecologista… Confira o nosso bate-papo e algumas músicas deste artista sergipano cheio de inspiração.

Conheça mais sobre Mingo Santana.
Reprodução do texto de Osmário Santos, publicado no Jornal da Cidade em 15/06/2008.

Domingos Félix de Santana Neto nasceu a 28 de julho de 1960, na cidade de Aracaju/SE. Seus
pais: Clarkson Silva e Souza e Vanda de Santana Souza. O Pai gararuense, clarinetista quando jovem, hoje, com 83 anos, aposentado, seu pai foi do Exército Brasileiro e gerente regional de vendas de uma grande multinacional. Dele o filho revela que herdou a atividade empresarial e a prática agrícola, que ele exerce atualmente. “O exemplo de militar como tenente do Exército, me enaltece e exemplos inspira”.

Sua mãe nasceu em Siriri, também aposentada, ex-vice tabeliã e empresária até meados da década de 90. Representa para o filho uma reserva moral gerando exemplos fortíssimos do seu caráter. “Sua fibra, transmitindo uma crença de sempre acreditar no bem, além em de ser pianista, é uma grande mãe”.

Alguns meses depois do nascimento, seus pais fixaram residência em Salvador. Na capital da Bahia, Domingos Félix Neto viveu sete anos.

Volta a morar em Aracaju quando estava com oito anos de idade. Estuda nos Colégio Jackson de Figueiredo os primeiros anos do curso primário. Passa pelo Arquidiocesano, onde conclui o primário e inicia o curso ginasial. No Colégio Salesiano termina o ginásio e inicia o científico. No Pio Décimo, rápida passagem. Na Escola Técnica, um ano de estudos e o final do científico aconteceu no Colégio GCM do professor Leão Magno Brasil.

Do seu tempo em sala de aula não esquece de um professor da disciplina História do Colégio Salesiano, que durante a aula interrompeu o assunto, e disse em momento de repudio: “As guerras na história da humanidade serviram para defender suas terras, suas mulheres, suas idéias. Por isso não é bom a gente torcer por times de fora (risos). Toda raiva, em razão que o seu time, o Sergipe, tinha perdido de goleada do Flamengo do Rio de Janeiro e a grande torcida no Batistão era do rubro-negra”.

Um outro episódio e dos mais interessantes aconteceu no começo do curso colegial. “Fui pego pela professora em sala de aula desenhando a própria e sem roupa. Ela tomou o desenho em silencio e guardou sem maiores carões” (risos e mais risos)…

No período que estava na Escola Técnica descobre seu lado de compositor, poeta, cantor e músico autodidata e cantor.

Por duas vezes tenta vestibular para o curso de Direito da Universidade Federal de Sergipe, mas não consegue aprovação. Estuda no Conservatório de Música de Sergipe de 1980 a 1982.

Em 1979, quando começa a compor tem uma música censurada, intitulada “Manobras” e logo recebe um convite para tocar a música em Brasília, num point de cultura, a Galeria Cabeças.

“Após a apresentação percebi uma insistência de dois caras de preto literalmente, batendo fotos e me fazendo perguntas. Foi algo assustador, ainda estávamos em regime de censura”.

Ainda em 1979, recebe convite para cantar na primeira Mostra de Compositores Sergipanos, convite feito pelos principais artistas daquela mostra, Irmão e Tonho Baixinho. “ Foi algo estimulante”.

Revela que começou a compor por sentir vontade de aplicar nas suas letras, mensagens que atuassem como um instrumento de libertação.

“Naquela época, falar em ecologia era pecado e tanto. A Sementeira, como Atalaia, eram duas músicas de denúncia. Naquela momento em Sergipe, a música sergipana já abria espaço para a ecologia.

Participa das duas edições do Festival de Música Popular da TV Sergipe em 1981e 82, com uma proposta de preservação ambiental.

Quando da sua participação nos festivais, aproveitou o elenco da banda Lua navalha, e apresenta em 1981o show Lógica e em 1982 o show Navegando. “A banda era formada por grandes músicos da música a baiana e com isso, trouxe naquele momento uma preocupação para os músicos locais da importância do estudo e da profissionalização para realizarmos bons espetáculos de musica local, Acredito ter despertado os nossos músicos”.

Em Sergipe participa apenas de três festivais, e o último aconteceu em 1983, o Festival de Músicas de Carnaval, na TV Atalaia, dirigido por Hilton Lopes na TV Atalaia, com a música Frevura. “De e lá para cá todos os festivais que aconteceram em Sergipe a papelaria Santana, passando a ser chamada Casa do Artista, de nossa propriedade, passou a apoiar e patrocinar os mais diversos festivais de música, , que aconteciam e que acontecem ate hoje, exceto, o Banese de Música. Daí o motivo de não querer inscrever nenhuma música de minha autoria nos demais projetos. Fora do Estado, participei em 1997, do ‘Femucic’ em Maringá, no Paraná, e em 2000 no festival “Americanta” em Americana São Paulo”.

Lança em 1982 o primeiro compacto (vinil) de compositor sergipano, com a música Atalaia. Tem dois CDs gravados: Som das Araras, em 1999, e Na Multidão, em 2003
Na sua opinião é preciso que a categoria dos músicos sergipanos se organize para ser possível uma maior divulgação de seus trabalhos. “É uma necessidade urgente. A música sergipana forte ira beneficiar muita gente”.

Participa do Projeto Coopermúsica no inicio da década de oitenta. Da Associação de Autores e Interpretes de Sergipe (Assaim) foi vice-presidente na primeira gestão. Faz parte da Ordem dos Músicos do Brasil desde 1987. No momento, participa da formação do Sindicato de Música em Sergipe.

Diz que a maioria de suas composições é graças a sua inspiração e muitas delas diante da história, da geografia e da espiritualidade do seu lugar.

Da sua experiência no Carnaval baiano diz que foi maravilhosa e aconteceu, a primeira vez em 2000, ano que completava os cinqüenta anos do trio elétrico. “O convite surgiu por causa da musica “50 anos de trio”, uma parceria com o frevista Lito Nascimento. No circuito Barra Ondina, apresentei-me para um imenso público e dei a sorte de puder cantar para um dos personagens da música o Gilberto Gil, que estava sendo entrevistado em cadeia nacional, naquele instante. Ele pediu para ouvir a peça, pois a música falava dele. Acredito ter sido o melhor momento, até a minha ultima participação em 2004, já com o CD na multidão lançado”.

Em 2003 participou do Carnaval sergipano realizado na área do estacionamento do Mercado Albano Franco e sua presença ficou por conta da motivação da festa, que apresentava sintomas de que o carnaval tem que ter trio elétrico circulando. No Pré-Caju algumas participações no Trio da Sergipanidade.

Aceita o convite do empresário Gilton Andrade para realizar um programa em sua emissora, a Liberdade FM. “Ele me credenciou para servir de instrumento de divulgação da música a sergipana. Não medi dedicação e desde janeiro de 2007 o Liberdade da Gente, que vai ao ar aos sábados, das 16h às 18h, tem sido uma grande vitrine da arte musical de Sergipe em todas suas vertentes, e com grande sucesso em audiência e auto estima para o povo sergipano.

Pretende lançar ainda este ano um novo CD que está pronto o áudio, faltando detalhes como capa e alguns detalhes de produção. Tem como título “Eco-se”. “Trago uma mistura de vários estilos musicais, onde insisto numa temática ecológica, envolvendo os ritmos nativos do nosso folclore ao wordmusic,

A sua atividade como empresário, proprietário da Casa do Artista, no calçadão da Laranjeiras, 175, traz-lhe muita felicidade por proporcionar uma convivência permanente com artistas, amantes da Música, pessoas de dimensão energética muito boa. “Tento fazer o melhor para oferecer uma evolução no campo do suprimento e instrumentos musicais para Sergipe, com a minha arte musical. Sei dos limites que é criar e depois produzir, A profissionalização autoral é lenta”.

É casado há 25 anos com Débora Machado, hoje Félix de Santana. “Temos dois filhos, o Diego e o Danillo Felix de Santana”.

Ao final do seu depoimento para a história de Sergipe, registra: “Sergipe não precisa de vítimas, Sergipe precisa de ídolos, Sergipe precisa de Sergipe”

FONTES: Music Express, Jornal da Cidade e jornalista Osmário Santos.

Podcast Jogando por Música – 19/08/2010

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Salve!

No programa de hoje uma homenagem ao Internacional, campeão da Libertadores da América 2010. Começamos o programa com Vermelho de Vanessa da Mata e ainda tocamos Vermelho com Fafá de Belém. Alguns assuntos do programa de hoje:

Carta enviada por John Lennon chega ao destino apos 34 anos

Uma carta enviada por John Lennon a um músico inglês de folk rock chegou ao destinatário 34 anos depois. Na carta, que tem também assinatura da viúva de Lennon, Yoko Ono, o ex-integrante dos Beatles dava conselhos ao cantor de folk Steve Tilston, que estava preocupado com a possibilidade de um sucesso financeiro arruinar as letras de suas músicas.

Pelo que parece, Lennon decidiu escrever a carta a Steve após ler uma entrevista sua sobre o assunto em 1971. No documento, que agora vem a público, Lennon explicava que a fortuna não muda as coisas importantes da vida. Essa carta foi enviada pouco depois de o quarteto de Liverpool se separar, em 1970, aos escritórios da revista Ziguezague (que hoje não existe mais), embora até pouco tempo não tivesse chegado ao destinatário. Há cinco anos, um colecionador entrou em contato com ele falando da preciosidade.

Na carta, Lennon escreveu:

“Ficar rico não muda as experiências e a forma de pensar. A única diferença é que você não precisa se preocupar com dinheiro, comida, teto, etc”, “quanto às outras experiências: sentimentos, relações…, são as mesmas que todo mundo tem”.

Eu sei, fui rico e pobre, da mesma forma que Yoko (rico-pobre-rico). Portanto, o que você acha? Com carinho, John e Yoko”, despediu-se Lennon, que colocou na carta o número do telefone de sua casa. A japonesa Yoko Ono disse se lembrar do momento em que o casal escreveu a carta. Que relíquia, hein Wagner?!

Bono diz que U2 está trabalhando em disco dançante

Bono declarou à revista norte-americana “Rolling Stone” que o U2 está trabalhando em um disco com sonoridade dançante de clube.
O grupo também planeja lançar um disco de rock e um outro chamado “Songs of Ascent”, com faixas gravadas nas sessões do álbum mais recente do U2, lançado em 2009. Bono e The Edge também vão compor a trilha sonora do musical “Homem-Aranha”.
O cantor fez uma cirurgia nas costas em maio passado, em Munique. A banda retomou a turnê mundial “360º” no dia 6 de agosto, em Turim, Itália, com grande sucesso.
Sobre o problema nas costas, Bono declarou que ‘há problemas muito maiores aí fora do que os que ele enfrentou. A o tratamento foi considerado um sucesso e o líder do U2 está completamente recuperado.

Luiz Gonzaga Kedi Ayrão ou simplesmente: Luiz Ayrão

Nasceu no bairro do Lins de Vasconcelos, no Rio de Janeiro. Filho do músico e compositor Darcy (1915-1955).
Cresceu em ambiente musical, o bisavô era músico e o avô, Artur da Silva Ayrão, estudou música no internato Escola Quinze de Novembro e na Escola Militar de Realengo em 1880, tornando-se maestro e professor de música. Na casa de um tio de seu pai, Juca de Azevedo, saxofonista, costumavam freqüentar Pixinguinha e João da Baiana, que tocavam composições do maestro e professor Ayrão.
O pai Darcy, ex-atleta (natação e salto com vara) ganhou alguns títulos cariocas como militar. Seu primo Zeny de Azevedo, conhecido como Algodão, foi por várias vezes campeão de basquetebol pelo Flamengo e ainda capitão da seleção brasileira, sagrando-se campeão mundial em 1959. Outro tio de nome Audary e de pseudônimo Ayrão Reis, teve sucessos gravados por Blecaute. Outro membro da família, o ex-jogador Moser, atuou também pelo Flamengo, sagrando-se por ele, campeão mundial interclubes em 1981.
Aos cinco anos de idade começou a compor suas primeiras músicas e a cantar “Escreve-me”, uma canção de sucesso da época. Aos 11 anos compôs “Nunca te esquecerei”.

Com o falecimento do pai teve que trabalhar em várias profissões, entre elas, guia de cego, engraxate, vendedor de bebidas e de condimentos. Aos 20 anos entrou para o Bank of London, onde trabalhou por dois anos. Por essa época, através de um de seus tios, conheceu vários artistas de renome, entre eles, Ataulfo Alves, Humberto Teixeira, Oswaldo Santiago e Alcyr Pires Vermelho.

Formou-se em Direito e atuou durante alguns anos na profissão de Advogado e Procurador do BEG – Banco do Estado da Guanabara. Pertenceu a Ala de compositores da Portela e posteriormente integrou a Diretoria da Escola. De autoria de seu pai, gravou a composição “Meu anjo”, composta e dedicada a sua mãe Sylvia, que tocava violino. No ano 2000 lançou o romance “O país dos meus anjos” (Editora Record/Nova Era).
Teve algumas músicas censuradas nas décadas de 1960 e 70, entre elas, a marcha “Liberdade! Liberdade”, o choro “Meu caro amigo Chico”, dedicado a Chico Buarque e ainda “Treze anos”, que teve de ser rebatizada por “O divórcio”, para burlar a censura. Assinou também com vários pseudônimos, entre eles, Joãozinho da Rocinha, Paulinho da Bioquímica, Mercier e João de Deus.

Em 1963 teve sua primeira composição gravada, “Só por amor”, interpretada por Roberto Carlos. Logo depois, Roberto Carlos também viria a gravar, no ano de 1966, “Nossa canção”, considerado o primeiro sucesso romântico do cantor.

Em 1970 Roberto Carlos gravou outro grande sucesso seu, a música “Ciúme de você”.

No ano de 1973 gravou um compacto simples com a música “Porta aberta”, considerado seu primeiro sucesso como cantor. Em 1975 lançou o disco “Missão”, despontando com os sucessos nacionais “Bola dividida”, de sua autoria, e ainda “Saudade da República”, de Artúlio Reis. Por essa época, mudou-se com a família para São Paulo e passou a cantar na Catedral do Samba, uma das principais casas da noite paulista, dividindo o palco com Pery Ribeiro e Leny Andrade. Ainda em São Paulo, como empresário, fundou três casas de shows de sucesso: Canecão Anhembi, Sinhá Moça e Modelo da Liberdade, nas quais se apresentaram Roberto Carlos, Elis Regina, Simone, Chico Anísio, Amália Rodrigues, Martinho da Vila, Clara Nunes, Cauby Peixoto, Ângela Maria, Isaurinha Garcia, Jair Rodrigues, Silvio Caldas, Nelson Gonçalves, Inezita Barroso, Adoniran Barbosa, Os Demônios da Garoa, Os Cantores de Ébano, Lana Bittencourt, entre outros.

Em 2005 recebeu homenagem em um programa de auditório de muito sucesso da televisão brasileira, e comemorou o show de número cinco mil de carreira, na qual ganhou discos de “Platina” e “Ouro”, por suas expressivas vendagens.

Jeff Beck vem ao Brasil para dois shows

O músico britânico Jeff Beck virá ao Brasil para duas apresentações no final de novembro. O aclamado guitarrista desembarca no país para shows no Rio de Janeiro e em São Paulo.

O primeiro show está agendado para o dia 24 de novembro, no Rio de Janeiro, e será realizado no Vivo Rio. Na capital paulista a apresentação será no dia 25, na Via Funchal. Os ingressos para os shows começam a ser vendidos no dia 25 deste mês.

Jeff Beck vem ao Brasil com a atual turnê “Emotion & Commotion”.

Mais informações:
24/11/2010 – Rio de Janeiro/RJ
Vivo Rio – Av. Infante Dom Henrique, 85
Ingressos: R$ 200,00 (pista), R$ 250,00 (pista superior), R$ 300,00 (camarote BB), R$ 400,00 (pista vip/camarote AA)
Informações e vendas: http://www.ingressorapido.com.br

25/11/2010 – São Paulo/SP
Via Funchal – Rua Funchal, 65
Ingressos: R$ 200,00 (pista), R$ 230,00 (mezanino), R$ 300,00 (pista vip/camarote)
Informações e vendas: www.viafunchal.com.br

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FONTES: FONTES: Clique Music, Free Records, Revista Música Brasileira e Território da Música.

Podcast Jogando por Música – 18/08/2010

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Salve!

Nesta quarta-feira o Jogando por Música apresenta Xangai, Paulinho da Viola, Kleiton e Kledir, Vento Motivo e outros. Vale a pena conferir o nosso podcast, que traz ainda informações dos esportes.

Vento Motivo lança “O Bem, O Mal e A Dúvida”

Já está disponível para baixar gratuitamente através da internet o terceiro álbum de estúdio da banda paulistana Vento Motivo. Batizado com o nome de “O Bem, O Mal e A Dúvida”, este trabalho traz 10 composições que tratam – no geral – do frágil equilíbrio entre o bem e o mal nas ações cotidianas. Tema já explorado pelo grupo nos dois primeiros discos, “Luciana Vai Pra Guerra” (2003) e “Há Há” (2006).

O álbum é um lançamento da Free Records e pode ser ouvido e baixado gratuitamente através do site da gravadora.

O primeiro ‘single’ do álbum é a música “De Dentro Pra Fora, De Fora Pra Dentro”, faixa que também se tornou o primeiro videoclipe oficial do novo trabalho. O vídeo traz cenas gravadas na histórica vila de Paranapiacaba, em Santo André/SP, e você assiste ao final desta nota.

O Vento Motivo é formado por Binho (bateria), André ‘Odé’ (baixo) e Fernando Ceah (voz, guitarra).

Para baixar o disco é só clicar no link: http://www.freerecords.com.br/artistas/ventomotivo/player3/obemomaleaduvida.html

Jota Quest apresenta na Argentina seu 1º disco em espanhol; veja sessão de fotos para o CD

A banda Jota Quest apresentará, na próxima semana, seu primeiro disco em espanhol durante um show em Buenos Aires.

Na sequência, os cinco integrantes viajarão para Bariloche onde gravarão um documentário que vai apresentar a banda oficialmente para a América Latina.

Segundo os planos da gravadora Sony Music, que representa o grupo, o disco em espanhol será lançado no final de agosto e promovido com shows em diferentes países da América Latina.

O disco inclui 17 dos maiores sucessos do Jota Quest, como “Encontrar Alguém”, “Vem Andar Comigo”, “Dias Melhores”, “Fácil” e “Amor Maior”, além de uma versão em espanhol de “La Plata”, principal música do sétimo e mais recente álbum da banda.

Nosso Twitter: @JogandoporMusic

FONTES: Clique Music, Free Records, Revista Música Brasileira, Portal Terra, Xangai.com.br e Território da Música.

Podcast Jogando por Musica – 17/08/2010

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Salve!

No ar mais um Jogando por Música. No programa de hoje novidades sobre o Rock in Rio, que volta ao Brasil. Músicas de Gonzaguinha, Marcelo D2, Gordurinha, Gilberto Gil… Tem duas músicas de orquestras, vale a pena ouvir o podcast. Além disso, as principais notícias esportivas estão no Jogando por Música. Confira!

São Paulo recebe nova edição do Jazz Festival Brasil

Acontece na próxima semana na capital a nova edição do Jazz Festival Brasil. O festival tem curadoria assinada pelo mineiro Leonardo Soltz e pelo inglês Nik Payton. Ray Gelato, o trio Sweet System e o quarteto The Perfect Gentlemen serão as atrações internacionais.

O Jazz Festival Brasil foi realizado pela primeira vez em 2001 e nesse período teve edições em 11 cidades brasileiras com mais de 30 atrações internacionais. Em 2008 Aracaju recebeu o Festival, entre os dias 10 e 12 de setembro.

Informações importantes sobre o evento:

Data: 24 e 25 de Agosto em – São Paulo/SP
Local: Bourbon Street – Rua dos Chanés, 127
Horário: 22h00
Classificação etária: 18 anos
Ingressos: R$ 60,00
Mais informações: 11 5095-6100 / www.bourbonstreet.com.br

Rock in Rio: de volta ao Brasil

Já está no ar o site oficial da nova edição do festival Rock in Rio. O idealizador do evento, Roberto Medina, deu uma entrevista ao programa Fantástico, da Rede Globo, e anunciou alguns detalhes sobre a próxima edição.

A boa notícia para o público brasileiro é que o festival volta a ser realizado em território nacional. A quarta edição do Rock in Rio no Brasil está marcada para setembro de 2011 e será realizado em dois finais de semana, nos dias 23, 24, 25 e 30 de setembro, e 01 e 02 de outubro.

O festival será montado em um terreno localizado na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, próximo ao local onde aconteceu a primeira edição, de 1985. Ainda não há confirmação de nenhuma atração nacional ou internacional, mas Medina comentou ao Fantástico que estuda a possibilidade de convidar as cantoras Shakira e Lady Gaga.

Diversos artistas – entre eles Frejat, Ivete Sangalo, Toni Garrido, Marcelo D2, Pitty, Sandra de Sá e Ed Motta – se uniram para gravar uma nova versão da música tema do festival. Mais detalhes no site oficial do evento: www.rockinrio.com.br

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A nossa homenagem: Gonzaguinha e a rapaziada

No próximo mês de setembro ele estaria completando 65 anos de idade. Nasceu num dia 22, no Rio de Janeiro, filho da cantora Odaleia Guedes dos Santos, que morreu pouco depois do moleque nascer. Também filho – biológico ou adotado e assumido – do cantor e compositor Luiz Gonzaga, foi criado por um casal amigo de Gonzagão (Xavier e Dina, “Diz lá pra Dina que eu volto/Que o seu guri não sumiu”, no Morro do Estácio). Recebeu o nome do Rei do Baião, virou Luiz Gonzaga Júnior nos primeiros passos do Movimento Artístico e Universitário (MAU), compôs suas primeiras músicas e virou Gonzaguinha.

O talento foi demonstrado logo, logo, nos primeiros festivais da canção de que participou. A primeira música saiu quando ele tinha 14 anos, Lembrança da primavera; o primeiro sucesso em 1973, Comportamento geral; a que confirmou o seu nome em 1980, Começaria tudo outra vez; e o estouro da boiada em 1994, Grito de alerta. Acreditou na rapaziada, e com ela foi um dos líderes do MAU, ao lado de Ivan Lins, Aldir Blanc, Paulo Emílio, Márcio Proença, César Costa Filho e outros.

Apesar de conviver de perto com a censura, e de ter boa parte de sua obra proibida, Gonzaguinha compôs inúmeros sucessos e gravou mais de 30 discos, entre originais e coletâneas. Conquistou o público estudantil com canções de protesto, a turma romântica com versos líricos e inspirados, e até o arredio Gonzagão, com parcerias que nem A vida do viajante. Morou os últimos anos de vida em Belo Horizonte e corria o Brasil inteiro, em viagens para shows, palestras e apresentações.

Gordurinha

Compositor. Cantor. Radialista.

Começou a carreira artística aos 16 anos, apresentando-se em um programa de calouros na Rádio Sociedade da Bahia, em Salvador. Na época participou do grupo vocal “Caídos do Céu”. Em 1951 começou a produzir e apresentar programas na Rádio Tamandaré do Recife, em Pernambuco. Em 1952 foi para o Rio de Janeiro para dar continuidade à carreira artística. Apresentou ainda os programas “Café sem concerto” na Rádio Tupi e “Boate Ali Babá”, na TV Tupi. Em 1958, Ari Lobo gravou o coco “Quixeramobim”. No mesmo ano, gravou um de seus grandes sucessos, o , o coco “Vendedor de caranguejo”.
Em 1959, o samba “Chiclete com banana”, parceria com Almir Castilho, foi gravado com grande sucesso por Jackson do Pandeiro. Este samba, além de peça de teatro, foi tema de uma tira de histórias em quadrinhos e também deu nome a uma banda baiana de grande sucesso. Ainda no mesmo ano, fez sucesso com o baião “Baiano burro nasce morto”, que geraria um famoso bordão nas televisões da época. Também no mesmo ano, seu samba “Carta de ABC” foi gravado por Gilberto Alves no LP “Gilberto Alves e o samba”. Em 1960 gravou mais um grande sucesso, que se transformou em hino no nordeste: baião-toada “Súplica cearense”, composto em parceria com Nelinho, composição considerada pela crítica como sua obra-prima. Como produtor musical ajudou a fazer os melhores discos do Trio Nordestino. Em 1972, Gilberto Gil, regravou “Chiclete com banana” no lendário disco EXPRESSO 2222, disco considerado por muitos como uma obra prima da música. Gordurinha cursou até o segundo ano de Medicina, mas abandonou os estudos para seguir a carreira artística. Ganhou o apelido de Gordurinha dos amigos de rádio por sua magreza. Em 1964 desagradado com o golpe militar, fugiu de casa deixando com os familiares a determinação para que destruíssem tudo o que parecesse comprometedor, especialmente uma foto em que aparecia tocando violão para o presidente João Goulart e o governador Leonel Brizola. Maltrapilho e muito doente, só reapareceu tempos depois. Faleceu em 1969 de infarto provocado por uma overdose.

Nosso Twitter: @JogandoporMusic

FONTES: Clique Music, Dicionário Cravo Albin, Revista Música Brasileira e Território da Música.