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Lily Allen diz que poderia estar morta, como Amy Winehouseds

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Katy Freitas
Redação TDM

Lily Allen disse em entrevista ao jornal britânico "The Sun" que poderia ter morrido assim como Amy Winehouse, se não tivesse se cuidado. Allen disse que sua amizade com Winehouse poderia tê-la levado para o mesmo destino que a amiga. Ela é dois anos mais nova que Winehouse, que morreu aos 27 no dia 23 de julho.

"Eu passei várias noites com Amy e sei o que acontecia. É tão fácil se perder nessa loucura. Eu fui muito forte para sair", revelou Lily.

"Quando Amy morreu, eu recebi várias mensagens de amigos dizendo que estavam felizes que eu ainda estava aqui".

Ainda não ficou claro do que Amy morreu, mas o exame toxicológico revelou que não havia drogas ilícitas em seu corpo na hora da morte. Havia, no entanto, presença de álcool, mas os exames ainda não provaram se isso teve relação direta com a morte.

FONTE: Território da Música

Jogando por Música – 17/01/2011

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Amy transforma universo intenso em poucas emoções

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Por Mariana Tramontina

Amy Winehouse é imprevisível. Uma bomba de sentimentos e atitudes excessivas prestes a ser detonada. Mas em seu último show da turnê brasileira, a britânica transformou seu universo tão intenso em um mundo de poucas emoções. Distante ao cantar uma vida de desilusões e derrotas, ela encerrou neste sábado (15), na versão paulista do Summer Soul Festival, um ciclo de cinco shows numa única semana –fato nada recorrente em sua carreira.

Em pouco mais de uma hora, Amy dividiu com cerca de 30 mil pessoas um coração dolorido em melodias inebriantes e letras autobiográficas. Das dez faixas do disco "Back To Black" apenas uma –"He Can Only Hold Her"– ficou de fora. De seu álbum de estreia, "Frank" (2003), a música "I Heard Love Is Blind" entrou para preencher o repertório, que incluiu sua regravação de "Valerie", do Zutons, a versão tango para o clássico dos anos 30 "Boulevard of Broken Dreams", e um cover de "Stagger Lee", de Lloyd Price.

Reconstruindo seu espaço após um hiato de dois anos em um inferno particular que alcançou proporções exageradas, Amy ainda não exibe vocais em sua melhor forma. Ela precisou dos afinados cantores de apoio para dar corpo às suas canções durante quase toda execução. Em contrapartida, nos momentos em que mais expressava sua voz era fácil cantar. Tão fácil que ela aparentemente não sentia as lástimas que bradava. Alheia ao teor de suas músicas, Amy permaneceu no automático. Até mesmo a mais dramática de suas composições passou como uma canção leve por ela, como se não importasse mais com aquilo que fez parte de um passado recente.

De poucas palavras, a tímida e sorridente cantora, que reencarnou com talento memórias envelhecidas da música pop negra de 40 anos atrás, se limitou a entregar largos sorrisos à multidão e a manter o bom humor ao tropeçar em algumas frases e compassos. Aparentemente desconfortável no palco, sua maior interação foi quando apresentou toda a competente banda e cedeu um momento solo a cada músico. O performático Zalon Thompson, seu "boy" –como o apresentou ao público–, ganhou atenção especial e assumiu o vocal principal de "What a Man Going to Do" e "The Click".
Pelo público, Amy foi recebida como um mito da nova geração. Fãs dedicados e uma plateia afoita por consumir a imagem de seu processo de autodestruição dividiam o mesmo espaço. O primeiro grupo vibrava a cada destreza vocal que superava em sua performance. O segundo, a aplaudia todas as vezes que ela coçava o nariz ou levava à boca uma caneca cheia de algum líquido que usava ainda para gargarejar, como um alvo redundante de quem esperava por um vexame daquela figura de postura desengonçada.

Com uma hora de show, Amy saiu de cena, deixando sua banda encerrar "You Know That I’m No Good", cantada em coro pela multidão. Para surpresa da plateia, que já se dispersava pelo local, a cantora trouxe seus músicos de volta ao palco para um bis. Além de "Me And Mr. Jones", Amy cantou "Love is a Losing Game", completando uma espécie de experimentação do que pode trazer de volta ao seu público com um possível reestabelecimento de sua carreira. Se para ela o amor é um jogo perdido, ao menos sua primeira turnê brasileira foi uma partida vencida.

Teatro de Janelle Monae e o desconhecido Mayer Hawthorne

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Antes de Amy Winehouse, Janelle Monae introduziu ao público do festival um espetáculo teatral, montado em cima de seu álbum conceitual indicado ao Grammy, "The ArchAndroid". Anti-climático, o show da novata tem poucas pausas entre as músicas –assim como seu disco– ocupadas com dança, dramaturgia, artes plásticas e imagens de "Metropolis", de Fritz Lang, e cenas de "Guerra nas Estrelas" no telão.

Ao vozeirão de Janelle somaram-se influências diversas que vão do soul e R&B ao hip-hop, funk e rock and roll, que ela deslizou em músicas como "Dance or Die", "Faster", "Locke Inside", "Cold War" e "Tightrope". Elétrica e com um visual característico, mantido por um inconfundível topete, ela se jogou no chão e saiu descabelada do palco. Mesmo com pouca melodia para cantar e pecando em excessos, Janelle tem espetáculo sob medida para grandes palcos e plateias.

Quem abriu a programação internacional do festival foi Mayer Hawthorne, um elegante rapaz de Michigan cheio de suingue. Soulman afinado, Mayer aqueceu o público que pouco conhecia sua escassa discografia de apenas um álbum, "A Strange Arrangement", de 2009.

Entre uma canção e outra, como "Maybe So, Maybe No" e "Just Ain’t Gonna Work Out", Mayer se pôs a falar. Contou a história de quando foi confundido no aeroporto de Florianópolis, na semana passada, com o ator Tobey Maguire e falou sobre uma namorada. Desconhecido por parte da multidão, Mayer conseguiu entreter e pediu aplausos, não para ele, mas para o próprio público.

Os brasileiros Miranda Kassin & André Frateschi, e a banda Instituto subiram primeiro ao palco, mas foram vistos por poucos, ainda no final da tarde deste sábado. A primeira edição do Summer Soul Festival, que começou na capital catarinense e passou pelo Recife, terminou em São Paulo com pouco atraso entre os shows, problemas nos bares internos (como falta de bebidas) e dificuldades na saída para deixar a Arena Anhembi.

No Recife, Amy esquece a letra e cai no palco

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Por Hugo Montarroyos

Amy Winehouse fez na noite de quinta-feira (13), no Recife, aquele que talvez tenha sido seu pior show em solo brasileiro até agora. De começo arrebatador, parecia que seria antológico, mas tudo desandou na quarta música, quando esqueceu a letra de "Boulevard of My Broken Dreams", se embananou toda e teve de lançar mão de seu maior hit, "Rehab", já na quinta canção, com recepção fria do público.

Visivelmente sem condições de estar no palco, caiu, discutiu muito com a banda, enrolou bastante e sua apresentação foi só ladeira abaixo daí em diante. O público, que lotou as dependências do Pavilhão do Centro de Convenções de Pernambuco – estima-se que cerca de 14 mil pessoas passaram por lá –, reagiu de forma pálida à Amy, de longe, o pior dos três shows da noite.

E a maior parte dos presentes mal viu Amy. Quem pagou R$ 200 pela pista comum ficou muito longe do palco, com péssima visibilidade. Quem se dispôs a pagar R$ 300 foi tratado com um pouco mais de respeito na ala vip, e teve acesso à estrutura até que decente do festival, com boa qualidade de som – que costuma ser péssimo no Pavilhão – e palco impecável.

Um Thiago Lacerda super concentrado mal conseguia ver o show com sua namorada, tamanho era o assédio dos fãs. Alceu Valença, do camarote, distribuía sorrisos. Embaixo, o público se dividia entra o êxtase de alguns por ver Amy tão de perto e a frustração da grande maioria dos presentes com a performace dela.

Amy mostrou que ainda tem voz e talento, mas faltou fôlego, compromisso e respeito com seu público. Bebericando a cada canção um misterioso líquido de sua caneca, parecia não se segurar mais em pé a cada canção. Seu show foi ganhando contornos de dramalhão, com nítido clima de que qualquer coisa poderia acontecer, do mais sublime ao mais retunbante desastre, com maior tendência ao último.

A tragédia anunciada que foi seu show começou por volta de meia-noite e vinte, com a cantora surgindo em um vestidinho amarelo, com banda afiada e mandando muito bem uma sequência matadora de três músicas que parecia indicar um show perfeito: "Just Friends", "Back To Black" e "Tears Dry On Their Own". Quando tudo parecia bem, ela se enrola com a introdução de "Boulevard of My Broken Dreams ", troca as bolas, discute com a banda e resolve mandar "Rehab", sem que ninguém esperasse. Foi um fiasco.

Daí em diante, nada deu certo para ela, que, assim como nos outros shows, novamente deixou o palco após a quinta música, deixando o pepino para a banda, para voltar para uma parte arrastada e muito chata. Não satisfeita, abandonou o palco de novo após tocar nove músicas, deixando a banda improvisar "O Pato", imortalizada por João Gilberto, em versão interminável em que cada um dos nove músicos foi apresentado.

Para completar o vexame, caiu no palco quando ensaiava passos acrobáticos de dança (assista ao vídeo abaixo). Deixou o show depois de quinze músicas e cerca de um hora e dez minutos de show. Voltou para o bis com "Boulevard of My Broken Dreams ", que errara no começo, e terminou com "Loving Is A Losing Game". O show dela pode ser resumido da seguinte forma: constrangedor e muito aquém do seu talento. Ou, para os mais radicais, muita vergonha alheia. Alguns saíram satisfeitíssimos do show. A maioria, porém, parecia frustrada.

Começo

A noite começou em nível muito elevado com o ótimo show de Mayer Hawthorne. Feliz da vida e acompanhado de excelente banda, abriu a apresentação com "Your Easy Lovin’ Ain’t Pleasin’ Nothin’" , e teve como ponto alto "Maybe So Maybe No" e o final com "Just Ain’t Gonna Work Out". Tocou por cerca de 47 minutos, e empolgou bastante com seu toque setentista que bebe na fonte do Jackson Five.

O melhor show da noite foi o de Janelle Monáe. Ancorada por um time excepcional de músicos, ela nem precisava abrir a boca para ganhar a plateia. Mas o fez, e sua apresentação foi impecável em todos os aspectos: produção, repertório, coreografia. Emocionou ao cantar "Smile", de Chaplin, mostrou presença de palco e excelente técnica vocal. Literalmente roubou a cena. Em dia de Amy Winehouse, a noite acabou sendo mesmo de Janelle Monaé. E com toda a justiça do mundo.

Veja o tombo da Amy:

Amy leva tombo em show no Recife

Jogando por Música – 12/01/2011

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Compradores do Rock in Rio Card já podem escolher dia para ir ao festival

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Quem adquiriu o Rock in Rio Card tem até 31 de maio para escolher qual dia do festival quer assistir. A validação do cartão para um dos seis dias do evento já está disponível no site oficial.

O Rock in Rio Card foi vendido através da internet no final do ano passado como a primeiro lote de ingressos para a nova edição do festival. Com o cartão em mãos o comprador pode escolher um dos dias de festival para utilizá-lo. Para realizar a indicação basta acessar o site oficial www.rockinrio.com.br e seguir as instruções.

Até o dia 31 de maio os proprietários do Rock in Rio Card terão prioridade na escolha da data. Após essa data a escolha vai pedender da disponibilidade de ingressos disponíveis para cada dia do festival.

A quarta edição do Rock in Rio será realizada entre os dias 23 de setembro e 02 de outubro. Estão confirmadas as apresentações das bandas Metallica, Motörhead, Slipknot , Coheed and Cambria, Sepultura, Angra, Stone Sour, Red Hot Chili Peppers, Snow Patrol, Coldplay, Capital Inicial, NX Zero e Skank.

 

Por onde andará Joe Perry?

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Os problemas da banda Aerosmith que foram notícia em 2010 ainda não acabaram. O novo capítulo da novela é o sumiço do guitarrista Joe Perry. Segundo o vocalista Steven Tyler, a banda teve que adiar o início das gravações do novo disco porque o guitarrista simplesmente sumiu.

“Nós estamos tendo problemas para encontrar Joe. Eu não sei onde ele está”, declarou Tyler. O início dos trabalhos no estúdio estava marcado este mês, mas com a dificuldade em encontrar Perry, a banda terá que alterar o cronograma.

O Aerosmith não lança um disco com material inédito e autoral desde 2001, quando saiu “Just Push Play”. Em 2004 a banda lançou “Honkin’ on Bobo”, com covers de clássicos do Blues.

Queen prepara filme do musical "We Will Rock You"

queen

Brian May e Roger Taylor, membros da banda britânica Queen, anunciaram em sua página oficial na internet a adaptação cinematográfica do musical "We Will Rock You".
Este projeto, que ainda está em fase de desenvolvimento, contará com o roteiro do britânico Peter Morgan ("Frost/Nixon", "A Outra").

Morgan também é o roteirista de um filme dedicado à vida do músico Freddie Mercury, longa-metragem que gera grande expectativa entre os seguidores do Queen e estreará no primeiro semestre de 2012.

Este último filme, que começará a ser gravado em poucos meses, será protagonizada pelo polêmico Sacha Baron Cohen ("Borat", "Brüno") que, segundo May, "está entrando no papel de uma maneira que encantaria Freddie".

No ano de seu 40º aniversário, os membros do grupo de rock estão embarcados em vários projetos.

"Haverá muita atividade" comentou Brian May, se refirindo não só aos dois filmes, mas também à remasterização dos primeiros discos do grupo e à exposição "Stormtroopers in Stilettos".

A exibição, que será inaugurada em Londres nos próximos meses, documentará a evolução da banda desde seus primeiros anos.

Cantora britânica frustra fãs ao ficar no palco por apenas uma hora

amy winehouse in rio

Para um retorno que era aguardado com tanta ansiedade por fãs e detratores, após dois anos de afastamento dos palcos, foi uma decepção. A cantora britânica Amy Winehouse não socou ninguém, não atacou nenhum fã, não xingou ou ameaçou a plateia, para tristeza dos tabloides de fofoca ingleses, por exemplo. Mas também mostrou pouca coisa digna do seu talento com o microfone nas mãos. Errou letras, esqueceu a música enquanto arriscava passos trôpegos e parecia ausente.

Fez uma apresentação burocrática e curta. Muito curta. Nunca antes na história desse País uma atração internacional, estrela principal de um show, tocou por uma hora apenas. Ainda mais sendo contratada a peso de ouro (a mídia internacional falou em 1 milhão de libras por show no Brasil, o que daria R$ 13 milhões pelos cinco concertos programados). Aliás, uma hora é bondade. Tirando o bis final, as duas músicas cantadas por um vocalista de apoio, e parte da apresentação da banda, Amy ficou no palco por pouco mais de 45 minutos, o que desagradou boa parte do público. Foi mais curto do que o de Florianópolis, o primeiro da leva, no sábado, em que ela cantou mais músicas e ficou 10 minutos a mais em cena. Ela ainda se apresenta novamente no Rio (nesta terça), em Recife (na quinta) e em São Paulo (no sábado).
Já no primeiro show no Rio, Amy simplesmente saiu sem se despedir. Não deu nem tchau. Deixou para seus vocalistas a tarefa de levar “You’re Wondering Now”, que ela cantou em Santa Catarina. A plateia não ficou indiferente. Teve quem vaiasse, quem saísse berrando impropérios, e muito famoso que reclamou da brevidade do espetáculo. Mas esses nem tiveram que desembolsar R$ 700 pela pista VIP.
Afinal, a maioria do público passou mais tempo presa no engarrafamento monstro para chegar ao local do show do que assistindo a Amy cantar, evidenciando a incapacidade da organização e da Prefeitura em gerir o aumento do trânsito provocado pelo evento. Da zona sul carioca até a Arena, em Jacarepaguá, houve quem levasse quase três horas – o triplo do tempo do show de Amy – e perdesse a abertura a cargo de Janelle Monáe.

Com seu característico penteado de coque alto, sorriso no rosto, uma mancha roxa na coxa direita e espremida em um vestido de estampa de tigre que fazia os peitos siliconados pularem para fora, Amy subiu ao palco às 22h35, pouco mais de meia hora após o previsto.

A despeito do som mal equalizado no início, que deixava sua voz mais baixa, Amy começou bem, rebolando de forma tímida e charmosamente desajeitada ao som de canções como “Back to Black” e “Tears Dry on Their Own”. Mas, logo em seguida, uma sequência de baladas inéditas esfriou o público.

Um dos problemas é que seu show tem um lado intimista inapropriado para grandes espaços. Amy cresceu demais e não adaptou seu espetáculo ao aumento de popularidade. Nesse momento, nem seu carisma, ou as ajeitadas no decote, foram capazes de levantar a platéia.

Não ajudou muito o fato de ela sair do palco e voltar esfregando o nariz, passando o dedo na gengiva e tropeçando nas pernas. O que provocou muitos comentários do público. Desconfio que não era rinite.

Seus músicos, tal qual a banda Vitória Régia de Tim Maia, tentavam segurar o ânimo. Os vocalistas de apoio suaram a camisa por eles e por ela. Mas foi preciso “Rehab” para reavivar a torcida. Outros bons momentos foram “You Know I’m no Good” e Love is a Losing Game” (no bis). O ápice do show, contudo, foi a versão de “Valerie” (The Zutons), que pôs todo mundo para dançar. Muito pouco para tanta expectativa.

Afinal, Amy vale todo o hype? Musicalmente, não. Já que ela parece, ao menos no momento, incapaz de repetir diante da plateia a qualidade de seu trabalho em estúdio, que nem é tão original assim, apesar de sua voz e talento interpretativo. Mas, como personagem, ela tem lá o seu valor como diva carismática. Principalmente para quem gosta da linha do falem mal, mas falem de mim. Nesse quesito, infelizmente, ela tem se esforçado para garantir assunto.

FONTES: iG, TDM, Facebook e UOL.

Jogando por Música – 10/01/2011

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Primeiro show de Amy Winehouse no Brasil reúne 10 mil pessoas

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Cerca de 10 mil pessoas participaram da primeira apresentação de Amy Winehouse no Brasil, no Summer Soul Festival, em Florianópolis, na madrugada deste domingo, 09. A cantora subiu ao palco depois da meia-noite e cantou sucessos do álbum "Back to Black" (2006) e algumas canções novas. A apresentação durou pouco mais de uma hora.
Além da inglesa, também se apresentaram no
evento em Florianopólis Janelle Monáe e Mayer Hawthorne, duas revelações americanas da soul music. Após o show deste domingo, Amy Winehouse seguirá para o Rio de Janeiro, nos dias 10 e 11, Recife, no dia 13, São Paulo, no dia 15, quando encerra sua passagem pelo país.
A cantora chegou ao Rio de Janeiro na manhã da última quarta-feira, 5, e ficou hospedada no Hotel Santa Tereza. A
artista desembarcou na capital carioca com um grupo de 20 pessoas de sua equipe.

Bem, agora é a vez do Rio de Janeiro assistir aos shows da primeira turnê de Amy Winehouse no Brasil. A cantora britânica sobe ao palco da HSBC Arena, na Barra da Tijuca, nestas segunda (10) e terça-feira  (11), às 22h. Quem abre as apresentações é a revelação da soul music, a norte-americana Janelle Monae.

Para acompanhá-la em todas as apresentações brasileiras, Amy Winehouse contará com a participação de uma banda formada por 9 pessoas: Dale Davis (baixo), Hawi Gondwe (guitarra), Troy Miller (bateria), Sam Beste (teclados), Henry Collins (trompete), Frank Walden (sax baritono), Jim Hunt (saxofone), Zalon Thompson e Heshima Thompson (backing-vocals).

Se o repertório da apresentação para o público carioca seguir o que foi visto em Florianópolis, os fãs podem esperar um show pautado nas canções de "Back to black" – inclua aí os hits "Rehab" e "Just friends" – além de surpresas como o cover de Boulevard of broken dreams”, de Tony Bennett.

Depois das duas apresentações no Rio, a turnê de Amy Winehouse segue para Recife e São Paulo.

Rio de Janeiro
Quando: 10 e 11 de janeiro
Onde: HSBC Arena – Avenida Embaixador Abelardo Bueno, 3401, Barra da Tijuca
Quanto: R$ 700 (pista premier e camarotes), R$ 280 (pista), R$ 340 (cadeira nível 1) e R$ 180 (cadeira nível 3)

Recife
Quando: 13 de janeiro
Onde: Centro de Convenções de Pernambuco – Avenida Professor Andrade Bezerra, s/n, Salgadinho
Quanto: R$ 300 (front stage) e R$ 200 (pista)

São Paulo
Quando: 15 de janeiro
Onde: Arena Anhembi – Avenida Olavo Fontura, 1209, Santana
Quanto: R$ 200 (pista) e R$ 500 (pista premium)

Disco do Aerosmith está atrasado porque guitarrista da banda sumiu

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Os planos do Aerosmith de começar as gravações de seu novo disco neste mês terão que ser adiados, informou o site da revista inglesa NME, nesta segunda-feira (10). Segundo a publicação, o grupo não sabe onde está o vocalista Joe Perry.

Steven Tyler, que se divide entre as funções de vocalista da banda e jurado do programa "American idol", disse: "Nós estamos tendo problemas para encontrar Joe [Perry]. Eu não sei onde ele está."

Perry criticou publicamente Tyler por ele ter se tornado jurado de "American idol". Essa seria uma das justificativas do músico para evitar falar com o companheiro de Aerosmith.

 

David Bowie completa 64 anos afastado dos holofotes

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O David Bowie que fez aniversário no último sábado é um artista recluso. Aos 64 anos, ele não lança um álbum de inéditas desde 2003 e não se apresenta ao vivo desde 2006, quando fez uma participação especial em uma apresentação de David Gilmour e cantou com Alicia Keys num show beneficente. Esse afastamento alimenta os mais variados boatos, desde inocentes férias prolongadas para curtir a família (Bowie teve uma filha em 2000, a primeira de seu casamento com a ex-modelo Iman) até a possibilidade de uma doença grave..

A causa inicial do afastamento de Bowie, é verdade, foi mesmo a sua saúde. Em 2004, ele sentiu-se mal durante um show na Noruega e constatou-se que ele estava com uma séria obstrução numa artéria. Foi feita então uma angioplastia de emergência e o restante da turnê foi cancelada. De lá para cá, o cantor viveu de participações especiais. Se apresentou ao vivo com o Arcade Fire em duas oportunidades, gravou backing vocals para discos do TV on the Radio e de Scarlett Johansson, foi curador de um festival em Nova York, fez pontas em filmes ("O Grande Truque") e séries de TV ("Extras").

É pouca coisa para um artista que ganhou ao apelido de "camaleão" pela capacidade de se reinventar a cada trabalho. Em mais de 40 anos de carreira, Bowie passou do glam rock para a soul music, do eletrônico mais experimental ao pop mais radiofônico. Sua influência ultrapassou a música: está na moda, no cinema, no comportamento. Sua história está contada em detalhes em "Bowie – A Biografia", do jornalista Marc Spitz. Lançado lá fora em 2009, o livro ganhou edição brasileira no final do ano passado. Ele funciona tanto como introdução a quem pouco conhece do artista, como como ótima fonte de informação aos fãs mais dedicados.

Conta desde a infância e adolescência nos subúrbios de Londres, passando pelo difícil começo de carreira (Bowie colecionou fracassos durante quase toda a década de 1960, até estourar com "Space Oddity"), os escândalos da época do glam rock (ele virou notícia ao declarar-se bissexual em 1972), o envolvimento pesado com drogas no meio dos anos 1970, a revolução causada por sua "trilogia de Berlim" (três discos gravados entre 1977 e 1979 que mudaram a música pop), a fase mais pop e conservadora dos anos 1980, as novas reinvenções da década de 1990 e, por fim, a reclusão dos últimos anos.

Na comparação com outras biografias de astros do rock, Spitz tem a vantagem de realmente conhecer música e, com isso, conseguir analisar e contextualizar a importância da obra de Bowie. Por isso, não espere muitas fofocas a respeito da atribulada vida do artista. Elas até estão lá, mas contadas num tom respeitoso e às vezes até envergonhado – Spitz, afinal, é um aficcionado e não esconde isso. Sua tristeza nos últimos capítulos, ao falar sobre a reclusão do cantor, é evidente. Quem é fã entende.

JpM–Final de semana

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Amy Winehouse no Brasil

MUNICH, GERMANY - NOVEMBER 01:  Singer Amy Winehouse performs "Back to Black" on stage during the 2007 MTV Europe Music Awards held at the Olympiahalle on November 1, 2007 in Munich, Germany.  (Photo by Jeff Kravitz/FilmMagic)

Começa hoje a série de show da Amy Winehouse em terras brasileiras.

Confira a agenda:

Florianópolis
Quando: 8 de janeiro
Onde: Summer Soul Festival, no clube Pacha – Rod. Maurício Sirotsky Sobrinho, 2500, Jurerê Internacional
Quanto: R$ 100 a R$ 600

Rio de Janeiro
Quando: 10 e 11 de janeiro
Onde: HSBC Arena – Avenida Embaixador Abelardo Bueno, 3401, Barra da Tijuca
Quanto: R$ 180 a R$ 700 (os ingressos para o show do dia 11 estão esgotados)

Recife
Quando: 13 de janeiro
Onde: Centro de Convenções de Pernambuco – Avenida Professor Andrade Bezerra, s/n, Salgadinho
Quanto: R$ 200 e R$ 300

São Paulo
Quando: 15 de janeiro
Onde: Arena Anhembi – Avenida Olavo Fontura, 1209, Santana
Quanto: R$ 200 e R$ 500

Ben Harper e Donavon Frankenreiter juntos em festival brasileiro

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No dia 05 de fevereiro será realizado em uma praia brasileira o festival Praia Skol Music, evento que contará com as apresentações de Ben Harper, Donavon Frankenreiter e do surfista e cantor Tom Curren. E quem escolhe em qual cidade os shows serão realizados é o público.

No site oficial do festival, em www.skol.com.br/praiaskol, é possível votar nos três locais pré-selecionados para receberem o evento. Concorrem na votação Maresias/SP, Búzios/RJ e Campeche/SC. A votação está aberta até o dia 24 de janeiro e o resultado será divulgado no dia 26.

Mas quem não conseguir ir até o local escolhido para sediar o evento, poderá assistir pela internet. Os shows serão transmitidos ao vivo pelo site oficial.

Evanescence vai assumir ‘grandes riscos’ em novo álbum, diz baterista

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Sucessor de ‘The open door’, de 2006, deve ser lançado este ano. Banda trabalha com Steve Lillywhite, produtor do U2 .

Will Hunt, baterista da banda de rock Evanescence, revelou em entrevista ao site do semanário musical britânico "New Musical Express" que a banda está assumindo "alguns grandes riscos" durante a gravação do novo álbum.

Produzido por Steve Lillywhite, que já trabalhou com o U2, o disco vai suceder "The open door", de 2006, e deve ser lançado ainda este ano.

Segundo o baterista, o álbum será recheado de novidades "eletrônicas e futuristas", mas sem perder a identidade.

"Sempre vai soar como Evanescence, porque é Amy Lee cantando. Aliás, acho que ela está fazendo algo bem especial, que ainda não havia sido experimentado antes. Estamos realmente assumindo alguns grandes riscos, mas, honestamente, estou achando incrível!", disso o músico à publicação.

O trabalho marca a primeira vez que a banda grava material com sua nova formação. Três dos cinco integrantes originais deixaram o grupo em 2006 e 2007. Eles se juntaram a dois ex-membros do Ben Moody para formar a We Are The Fallen.

FONTES: TDM, G1 e Blog do William Leal

Jogando por Música – 21/12/2010

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Panic At the Disco divulga alguns detalhes sobre próximo álbum

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Já tem nome e data para chegar às lojas o novo álbum de estúdio da banda Panic At the Disco. O grupo anunciou oficialmente que o álbum será lançado em 08 de março de 2011 com o título de “Vices & Virtues”, nome que já circulava pela internet sem a confirmação da banda.
Segundo mensagem publicada pelo grupo, o primeiro ‘single’ desse novo disco é a música que tem o título provisório de “Mona Lisa” e será lançado logo no início de janeiro.
“Vices & Virtues” é o terceiro álbum na discografia do Panic At the Disco, sucessor de “Pretty. Odd.”, lançado em 2008. O novo disco trará apenas Brendon Urie (guitarra, voz, baixo, piano e teclado) e Spencer Smith (bateria) como integrantes da banda. Nos shows a dupla é acompanhada por músicos contratados.

 

Ingressos para 3º apresentação do U2 no Brasil estão esgotados

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Não há mais ingressos para o terceiro show do U2 no Brasil. As entradas para a apresentação de 13 de abril acabaram às 15h desta segunda-feira (20).

A cota disponível para a internet, liberada para venda a partir da meia-noite, esgotou por volta das 2h da madrugada.

Assim como nas duas últimas semanas, a bilheteria oficial e os pontos de vendas tiveram grandes filas desde a manhã de ontem. Às 11h30, a produtora Time for Fun comunicou que só havia ingressos para os setores de pista, cadeira amarela e arquibancada amarela.

Os três shows do U2 no Brasil (9, 10 e 13 de abril) serão no estádio do Morumbi, com abertura da banda britânica Muse.

Produtora é autuada pelo Procon
O Procon-SP
autuou hoje a T4F por desrespeitar o Código de Defesa do Consumidor (CDC) durante a venda de ingressos para o show marcado no dia 9. Segundo o comunicado, a produtora deixou de prestar um serviço adequado aos consumidores, que enfrentaram diversos problemas para adquirir os ingressos, principalmente pelo site www.ticketsforfun.com.br.

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A empresa irá responder a processo administrativo e pode ser multada com base no artigo 57 da Lei 8.078/90 (Código de Defesa do Consumidor).

A T4F informa que "não recebeu qualquer autuação do Procon até o momento. Quando recebida, a empresa irá se manifestar/apresentar defesa nos autos do procedimento administrativo".

 

Confira a agenda de shows internacionais no Brasil em 2011

 

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A cantora inglesa, dona de hits como "Rehab" e "Valerie", se apresenta no Brasil em janeiro de 2011. Os shows acontecem em Florianópolis (no dia 8), Rio de Janeiro (11), Recife (13) e São Paulo (15).
Duas revelações da soul music abrem as apresentações de Amy no Brasil: os cantores americanos Janelle Monae Mayer Hawtorne.

 

 

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Criada nos Estados Unidos em 2004, a banda de pop rock se apresenta em Brasília (dia 16 de fevereiro, no Ginásio Nilson Nelson), Belo Horizonte (17, no Chevrolet Hall), Rio de Janeiro (19, no Citibank Hall), São Paulo (20, no Credicard Hall) e Porto Alegre (22, no Teatro Bourbon).
Ainda não foram divulgadas informações sobre preços de entradas e início das vendas de ingressos..

 

clip_image003LCD Soundsystem

Criada pelo produtor nova-iorquino James Murphy, a banda de electro-rock faz três shows no Brasil em fevereiro: em Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro.
Até o momento, apenas o dia da apresentação gaúcha foi confirmada (20). Os shows nas outras cidades acontecem entre os dias 17 e 18, ainda sem ordem definida.
No repertório, sucessos de seu disco mais recente, "This is happening".

 

clip_image004Cyndi Lauper

A cantora fará sete shows no Brasil em fevereiro de 2011. A turnê trará as músicas do álbum mais recente da artista, "Memphis blues", além de hits como "Girs just wanna have fun" e "True colors".

As apresentações acontecem em Belo Horizonte (19), São Paulo (20 e 21), Recife (23), Rio de Janeiro (25), Florianópolis (26) e Porto Alegre (27).

 


clip_image005Boy George

O cantor britânico anunciou um show em São Paulo em fevereiro. A apresentação acontecerá em no HSBC Brasil, no dia 27.
A última passagem do ex-vocalista do Culture Club pelo país foi em 2008. O ingressos custarão entre R$ 80 e R$ 280.

 

 

 

clip_image006Shakira

A popstar colombiana é atração principal do Pop Music Festival, evento que vai trazer ao Brasil outros artistas internacionais da música pop. Ela canta no dia 13 de março em Porto Alegre; dia 16 em Brasília; e 19 em São Paulo.
Dona de hits como "Hips don’t lie", ela lançou neste mês seu disco “Sale el sol” e está em turnê pela Europa.
As vendas de ingressos para o festival começam a partir do dia 15 de janeiro.

 

clip_image007Iron Maiden

O grupo de metal inicia sua nova passagem pelo país em São Paulo, no dia 26 de março, no Estádio do Morumbi.
Depois segue para o Rio de Janeiro (27 de março, no HSBC Arena); Brasília (30 de março, no Estádio Nilson Nelson); Belém (1º de abril, no Parque de Exposições); Recife (3 de abril, no Parque de Exposições), e terminará em Curitiba (5 de abril, no Expotrade). A última passagem do grupo pelo Brasil foi em março de 2009.

 

clip_image008Ozzy Osbourne

Ex-líder do Black Sabbath, Ozzy divulga o disco "Scream", lançado neste ano, em cinco apresentações no país.
O "príncipe das trevas" passará por Porto Alegre (dia 30 de março), São Paulo (2 de abril), Brasília (5), Rio de Janeiro (7) e Belo Horizonte (9).

 

 

clip_image009Slash

O guitarrista, ex-integrante do Guns n’ Roses, anunciou em seu site oficial que fará três shows no Brasil em abril de 2011.

Ele se apresenta dia 6 no Circo Voador, no Rio de Janeiro, dia 7 no HSBC Brasil, em São Paulo, e dia 8 em Curitiba (o local ainda não foi anunciado).
A pequena turnê brasileira faz parte da divulgação de “Slash”, primeiro disco solo do guitarrista. Lançado neste ano, o álbum conta com Dave Grohl, Ozzy Osbourne e Iggy Pop entre seus colaboradores.

 

clip_image010U2

A banda irlandesa apresenta sua turnê "U2 360º" nos dias 9 10 e 13 de abril, no Estádio do Morumbi, em São Paulo.
A estrutura dos shows investe em diversos aparatos tecnológicos. O destaque é um sistema cilíndrico de vídeo interligandos a painéis em LED e uma estrutura de aço de quase 50 metros de altura sobre o palco.

O show de abertura será da banda inglesa de rock Muse.
Os ingressos custam entre R$ 70 e R$ 1 mil.

 

clip_image011Roxette

A dupla Roxette, formada pelos suecos Marie Fredriksson e Per Gessle, se apresenta em abril, nos dias 12, 14, 16 e 17 em Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, respectivamente.

A banda ficou famosa ao emplacar diversos hits como "Listen to your heart", "It must have been love", "The look", "How do you do" e "Joyride".

 

clip_image012Rock in Rio

A quarta edição do evento acontece nos dias 23, 24, 25 e 30 de setembro e 1 e 2 de outubro de 2011, no Parque Olímpico Cidade do Rock, na Barra da Tijuca.
Até o momento foram confirmadas as seguintes atrações internacionais: Slipknot, Coldplay, Motörhead, Coheed and Cambria, Red Hot Chili Peppers e Metallica.
O Rock in Rio Card custa R$ 95 (meia) e R$ 190 (inteira) e só pode ser adquirido no site oficial do festival. Cada pessoa pode comprar no máximo quatro ingressos.

Jogando por Música – 14/12/2010

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Último show gravado de Bob Marley será lançado em fevereiro

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Finalmente os fãs do cantor Bob Marley poderão ouvir e curtir o último show de sua carreira, realizado em 23 de setembro de 1980. A gravadora Tuff Gong anunciou o lançamento do álbum “Live Forever”, que traz o registro desse marco na vida artística do ídolo jamaicano.

“Live Forever” estará disponível em 1º de fevereiro de 2011 em três formatos: CD duplo, LP triplo e arquivo digital. O show foi realizado na cidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, e traz no repertório os maiores clássicos de Bob Marley como “Is This Love”, “No Woman No Cry”, “Redemption Song” e “Exodus”, entre outras.

A edição em CD trará 20 músicas, confirma repertório abaixo:

CD 1
01. Greetings
02. Natural Mystic
03. Positive Vibration
04. Burnin’ and Lootin’
05. Them Belly Full
06. The Heathen
07. Running Away
08. Crazy Baldhead
09. War/No More Trouble
10. Zimbabwe
11. Zion Train
12. No Woman No Cry

CD 2
01. Jamming
02. Exodus
03. Redemption Song
04. Coming in From the Cold
05. Could You Be Loved
06. Is This Love
07. Work
08. Get Up Stand Up

 

Festival com Shakira será realizado em Brasília, Porto Alegre e São Paulo

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Foram confirmadas as datas e cidades que vão receber a primeira edição do evento itinerante Pop Music Festival, encabeçado pela cantora colombiana Shakira. Os shows no Brasil serão realizados nos dias 13, 16 e 19 de março de 2011, em Brasília, Porto Alegre e São Paulo.

Nessa nova turnê mundial Shakira mostra ao vivo aos fãs canções do mais recente disco, “Sale el Sol”, lançado este ano. O Pop Music Festival também contará com outros artistas internacionais e também nacionais. Nos próximos dias as produtoras Mondo Entretenimento e Maior Entretenimento devem divulgar outras atrações, assim como os detalhes sobre locais dos shows, valores e postos de vendas de ingressos.

A tour "Sale el sol" passará por Argentina, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Chile, Equador, Guatemala, México, Paraguai, Peru, Porto Rico, República Dominicana e Venezuela.

Mais informações: www.mondoentretenimento.com.br

 

Presidente veta lei para regulamentar profissão de DJ

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O presidente da República, Luis Inácio Lula da Silva, vetou integralmente, na quinta-feira passada, o projeto de lei para regulamentar a profissão de DJ no Brasil.

Criado pelo ex-senador Romeu Tuma (falecido no último dia 26 de outubro), o PLS 00740 2007 pretendia estabelecer regras para as profissões de DJ, Profissional de Cabine de Som DJ (disc jockey), de Produtor DJ (disc jockey). O projeto é motivo de muita discussão no meio artístico com diversos DJs apoiando a Lei e muitos outros contra sua criação.

A regulamentação havia sido aprovada no final do ano passado pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) e tramitava no senado. O veto presidencial foi publicado no DOU de 09 de dezembro.

 

Confirmado show extra de Amy Winehouse no Rio de Janeiro

Amy Winehouse

Mais uma apresentação foi adicionada à primeira turnê da cantora Amy Winehouse no Brasil. Devido à grande procura por ingressos para o show no dia 11 de janeiro, no Rio de Janeiro, uma data extra foi agendada na capital fluminense.

Segundo o site oficial da cantora, amywinehouse.com, Amy Winehouse também se apresentará no Rio no dia 10 de janeiro. Este segundo show também será realizado no palco da casa de espetáculos HSBC Arena. No site da casa de shows ainda não consta a confirmação sobre esta segunda apresentação da cantora inglesa no local.

Na seção de novidades do site de Amy, há a informação que a venda de ingressos para o novo show começa na próxima quarta-feira, 15, porém ainda não há confirmação da produtora local.

Amy Winehouse vem ao Brasil como atração do festival Summer Soul e se apresenta em São Paulo, em 15 de janeiro, Florianópolis, dia 08, e Recife, dia 13. Os dois shows no Rio de Janeiro serão apresentações solo, não integrante ao festival.

Confira a agenda de shows:

08/01/2011 – Florianópolis/SC
Stage Music Park – Pachá – Rod. Maurício Sirotsky Sobrinho, 2.500
Horário: 20h00
Classificação etária: 16 anos
Ingressos: R$ 200,00 (pista 4º lote) e R$ 600,00 (camarote 3º lote)
Vendas: 4003-1527 /
www.livepass.com.br

10 e 11/01/2011 – Rio de Janeiro/RJ
HSBC Arena – Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3.401
Horário: 19h00
Classificação etária: 16 anos
Ingressos: 280,00 (pista), R$ 700,00 (pista premium), R$ 180,00 (cadeira nível 3) e R$ 340,00 (cadeira nível 1).
Vendas: 4003-1527 /
www.livepass.com.br

13/01/2011 – Recife/PE
Centro de Convenções – Av. Prof. Andrade Bezerra, s/n
Informações:
www.ingressorapido.com.br

15/01/2011 – São Paulo/SP
Arena Anhembi – Av. Olavo Fontura, 1.209
Horário: 15h00 (abertura) e 18h00 (shows)
Classificação etária: 16 anos
Ingressos: R$ 200,00 (pista) e R$ 500,00 (pista premium)
Informações:
www.livepass.com.br

 

Robin Gibb no Brasil: devolução do valor pago para o show em São Paulo

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Foram divulgadas informações sobre o reembolso do valor pago pelo ingresso para o show que o cantor Robin Gibb faria em São Paulo no último dia 06 de dezembro. O show do ex-integrante do Bee Gees foi transferido para os dias 09 e 10 de abril de 2011, mas quem quiser pode pedir a devolução do valor pago.
Os ingressos adquiridos podem ser devolvidos na bilheteria da Via Funchal. Quem comprou o ingresso e for morador de fora da Grande São Paulo, pode pedir o reembolso do valor pago enviando os ingressos à Via Funchal, por sedex, junto com os seguintes dados:

Favorecido: (nome completo)
Banco: YYY
Agência: 000
C/C: 000000-0
Telefone de contato, incluindo DDD

Os ingressos devem ser enviados para o seguinte endereço:
Via Funchal Empreendimentos Ltda.
A/C: Sr. Fábio
Rua Funchal , 65, Vl. Olímpia, São Paulo/SP – 04551-060

Quem comprou os ingressos pela internet deve seguir essas orientações:
– Se os ingressos foram retirados na Via Funchal, podem se devolvidos nas bilheterias da Via Funchal, a partir do dia 06/12/10, 18h00;
– Se os ingressos não foram retirados: enviar um e-mail para o endereço
sac@viafunchal.com.br, com o assunto “Cancelamento da compra de ingresso do show Bee Gees” e no corpo da mensagem informar o número do pedido da compra.

Observação: por se tratar de um adiamento do show, os ingressos adquiridos na internet só serão cancelados mediante ao comunicado enviado pelo cliente. Não faremos o cancelamento de forma automática.

O adiamento da turnê de Robin Gibb pelo Brasil foi causada devido a uma cirurgia de emergência pela qual passou o cantor no último dia 27 de novembro.

O nosso lançamento de hoje vem das Minas Gerais

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Música de Alpendre é um trio de amigos, amantes da mpb e música mineira, que depois de 20 anos se apresentando em barzinhos e festivais do interior, resolveram trilhar a própria estrada, com canções que falam de amor, amizade e liberdade. Tem clara influencia do Clube da Esquina, algo natural. Sente-se também uma forte influencia de Emílio Santiago na forma de interpretar as canções, especialmente na música Samba, a escolhida para ir ao ar no nosso JpM.

Conheça melhor o Música de Alpendre: palcomp3.com/musicadealpendre

Abaixo video com a música A Viagem:

 

FONTES: TDM, GLOBO, UOL, Palcomp3 e IG.