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Jogando por Música – 12/09/2011

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Salve! No programa desta segunda, Wagner Walter fala sobre a brilhante participação da Seleção Brasileira de Basquete na FIBA com a classificação para as Olimpíadas de Londres 2012, feito que não ocorria desde 1996. Também toda a rodada do brasileirão 2011, das séries A, B, C e D. Na série ‘A’ o Flamengo perde a quarta seguida, Botafogo pisa no freio e perde de goleada, Vasco empata, São Paulo perde, Fluminense ganha do Corinthians e entra de vez na briga pelo título, mesmo assim o Timão continua líder. Parece que o universo ‘conspira’ a favor do clube paulista. Este ano ninguém pode alegar que o Corinthians vem sendo ajudado pela arbitragem. Por outro lado, seus adversários direto não vem tendo tanta sorte com as arbitragens. Sofrem gols impedidos, tem gols legitimos anulados (Santos, Flamengo e Vasco tiveram gols legitimos anulados nas últimas rodadas) e por aí vai. Rogério Ceni, goleiro do São Paulo deixou ‘algo no ar’ ao final da derrota do tricolor paulista pro Grêmio. O que estará acontecendo? Bem, apresentaremos um resumo das principais notícias do mundo esportivo. No Jogando por Música a gente apresenta mais um grande talento da nossa música, o Marcelo Jeneci. Confira!

 

Você conhece Marcelo Jeneci? Não?!

5941234572_b7941287dd_oCom talento para agradar a muitos, Marcelo Jeneci é um compositor que tem o trabalho calcado em sua própria vivência musical.  Instrumentista desde muito cedo, comemora com apenas 28 anos de idade seus mais de dez anos de estrada como músico acompanhante de diversos nomes da música popular brasileira. Agora, alça vôos mais longos através de suas próprias canções e de sua linguagem musical apurada em seu primeiro álbum “Feito pra Acabar”, lançado pela Som Livre em dezembro de 2010.

“Feito Pra Acabar” traz treze faixas autorais, a maioria em parceria com nomes já conhecidos do público, que marcam a primeira safra de composições do paulistano. O disco foi quase todo registrado ao vivo, em fitas de 2  polegadas, por gravadores Studer A 827 com 24 canais, no estúdio COMEP (Comunicação Musical Editoras Paulinas), em São Paulo. Das treze músicas de “Feito Pra Acabar”, cinco contam com arranjos do também instrumentista (violonista) e compositor Arthur Verocai, responsável por arranjos e regências em discos de nomes como Marcos Valle, Gal Costa, Erasmo Carlos, Jorge Ben Jor, Ivan Lins e Elizeth Cardoso e autor do cultuado disco Arthur Verocai (1972). Ficaram sob a batuta do carioca, de 65 anos, as músicas “Feito Pra Acabar” e “Quarto de Dormir”, ambas com arranjos de orquestra; e “Felicidade”, “Tempestade Emocional” e “Por Que Nós”, estas com arranjos de cordas. As gravações da orquestra, que contou com 20 músicos, foram realizadas no estúdio Mega, no Rio de Janeiro. O projeto de gravação do primeiro disco solo de Jeneci e show de lançamento foi selecionado entre mais de 730 inscritos no Edital Nacional 2009, na categoria Fomento à Música, do projeto Natura Musical.

Nascido na Cohab Juscelino, em Guaianases, Zona Leste de São Paulo, Jeneci foi criado pela mãe paulista e pelo pai pernambucano, apaixonado por Roberto Carlos e instrumentos musicais. Cresceu embalado pelas estações de rádio populares e trilhas sonoras de novela. Mais de 25 anos depois, ele e a família se emocionavam cada vez que ouviam as canções do jovem compositor – “Amado” (parceria de Jeneci com Vanessa da Mata) e ”Longe” (assinada com Arnaldo Antunes) – nas novelas de uma das principais emissoras de televisão do país.

Jeneci lança seu disco de estréia mas já comemora mais de uma década de carreira musical como instrumentista. Em 2000, o pernambucano Manoel Jeneci – pai de Marcelo e autodidata que sempre ganhou a vida consertando aparelhos eletrônicos, eletrodomésticos e instrumentos musicais – soube pelos freqüentadores de sua oficina que Chico César procurava um músico para tocar sanfona e piano em sua turnê internacional. Marcelo tocava piano e treinava nas sanfonas que os clientes do pai deixavam para consertar mas não tinha seu próprio instrumento. O problema foi resolvido quando um dos habitués da oficina de seu Jeneci, Dominguinhos, resolveu presentear o menino com uma peça de sua coleção. Marcelo tirou passaporte e iniciou seu primeiro trabalho como músico profissional, com a sanfona do mestre, ao lado de Chico César, atualmente seu parceiro na faixa “Felicidade”, que, não por acaso, abre o primeiro disco do compositor, hoje com 28 anos.

A trajetória de Marcelo Jeneci até o lançamento de “Feito Pra Acabar” é marcada por parcerias e histórias com grandes nomes da música nacional. Além de compor canções com Chico César, Jeneci assina músicas com Vanessa da Mata – o hit “Amado”, que foi trilha de uma novela global e uma das músicas mais tocadas de 2009 –, Zé Miguel Wisnik e Paulo Neves (“Tempestade Emocional”), Luiz Tatit (“Por Que Nós?”) e Arnaldo Antunes (“Quarto de Dormir”). Também caiu nas graças do cantor Leonardo com a composição “Longe”, outra parceria do jovem paulistano com Arnaldo Antunes que também fez parte de trilha de novela da mesma emissora. Zélia Duncan, que gravou canções inéditas de Jeneci em seu último disco, engrossa o coro dos fãs e parceiros do também multiinstrumentista (Jeneci toca piano, acordeon e guitarra).

É isso, amanhã temos novo encontro, as 09h da manhã na Liberdade FM 99,7 Jogando por Música – Esporte e Música no mesmo TOM.

FONTE: Site  do Marcelo Jeneci

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Podcast Jogando por Música – Especial Basquetebol

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Ouça o podcast de hoje: BREVE

Salve!

Hoje é sexta-feira, dia de programa especial. Como prometido, este é um especial sobre o Basquete brasileiro, principalmente de seleções. O esporte inventado no século XIX por um professor canadense, nos Estados Unidos e que ganhou o mundo. Se tornou olímpico em 1936 nos Jogos Olímpicos de Verão de Berlim. O nome basquetebol ou em inglês basketball, significa literalmente “bola na cesta”.

O basquete chegou ao Brasil apenas cinco anos depois de sua criação, e, quatro anos depois do primeiro jogo disputado. O norte-americano Augusto Shaw foi o responsável por introduzir o esporte na Associação Atlética Mackenzie de São Paulo, em 1896. Mas somente em 1912, teriam acontecido os primeiros jogos de basquete aqui no Brasil, no Rio de Janeiro, na rua da Quitanda, com o América Football Club tendo sido o primeiro clube carioca a introduzir o esporte nesta cidade, incentivado por Henry J. Sims, diretor da Associação Cristã de Moços.

Podcast Jogando por Música – 02/09/2010

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Ouça o podcast de hoje: http://www.goear.com/listen/efb3fcc/Jogando-por-Musica-Wagner-Walter-e-William-Leal

Salve!

Mais um programa Jogando por Música – Esporte e Música no Mesmo Tom. Destaque para a #18 do brasileirão, Mundial de Basquete além de muita música.

Alguns dos nossos destaques:


Pedro Miranda se destaca entre sambistas da nova geração.


Integrante dos grupos Semente e Samba de Fato, atrações constantes do circuito de shows da Lapa carioca, o cantor e pandeirista Pedro Miranda se estabelece como destaque dessa nova geração de sambistas. Em “Pimenteira”, seu segundo álbum (lançamento da gravadora Biscoito Fino), ele exibe um repertório bem selecionado, que inclui sambas inéditos ou pouco conhecidos de veteranos do gênero, como “Imagem” (Wilson das Neves e Trambique), “Na Cara do Gol” (Elton Medeiros e Afonso Machado), o sincopado “Hello, My Girl” (Silvio da Silva), além do sacolejante samba chula que dá nome ao CD, assinado pelo baiano Roque Ferreira.

Também não falta humor nessa seleção, seja no partido alto “Coluna Social” (de Edu Krieger) ou no gingado “Meio-Tom” (Rubinho Jacobina), colorido pelo inusitado órgão de Itamar Assiere. Para dançar e se divertir.


Uma noite em 67


Uma Noite em 67 é um filme essencial pelo momento mágico que apresenta. É a final do 3º. Festival de Música Popular Brasileira da TV Record. O festival que revelou Caetano e Gil, que consagrou Chico Buarque e Edu Lobo, que estigmatizou Sérgio Ricardo.

O festival marcou a introdução da guitarra elétrica na música brasileira, através dos tropicalistas. A polêmica sobre a introdução de elementos “exóticos” na nossa música era permeada de argumentos políticos, onde a guitarra era símbolo do imperialismo. Artistas como Elis Regina, Edu Lobo, Jair Rodrigues e Gil saíram às ruas em passeata, protestando contra a intromissão eletrônica. Curiosamente, Gil subiria ao palco poucos dias depois, acompanhado pelos Mutantes, com Sérgio Dias empunhando o satanizado instrumento, para defender a mais bela canção do festival: Domingo no Parque. Que ficou em segundo lugar.

Gil diz ter sido convencido por Elis, na entrevista filmada pelos diretores, a participar da passeata. Caetano diz que ficou na janela do hotel, com Nara, achando aquilo absurdo. Gil confessa que se sentia muito dividido, além de apavorado pelo clima de competição. Este sentimento é compartilhado por todos os protagonistas: Ninguém dos entrevistados sente saudades daquela noite. Como diz Edu Lobo, eles se sentiam como cavalos numa corrida.

Chico Buarque tinha 23 anos. Caetano, 24. Edu Lobo, 22. Gil, 23. Sidney Miller, que não aparece no filme, levou a melhor letra, com a Viola e o Violeiro. Tinha 22 anos. Elis, também 22, outra “limada” do filme, foi a melhor intérprete por “O Cantador”, de Dori Caymmi e Nelson Motta.

O filme fica em cartaz até hoje, em algumas salas de cinema do Brasil, mas infelizmente aqui não temos nenhuma… Nos resta aguardar o seu lançamento em DVD. Vale a pena!


As Divas do Rádio Nacional – As vozes eternas da Era de Ouro

Por Julio Cesar de Barros

A editora Casa da Palavra acaba de lançar um livro que fará a festa dos saudosistas e servirá de iniciação dos mais jovens nos anos de ouro do rádio brasileiro. Trata-se de As Divas do Rádio Nacional – As vozes eternas da Era de Ouro, de Ronaldo Conde Aguiar. Ronaldo é autor do Almanaque da Rádio Nacional, um livro que já falava das divas da música brasileira, dos programas humorísticos hospedados naquela célebre emissora, dos astros das radionovelas. Na nova investida nesse veio riquíssimo da história do rádio, ele foca 14 cantoras que marcaram época no éter, como diriam os velhos locutores. Conta histórias, algumas muito conhecidas, outras pouco ou nada, dos bastidores do rádio e da vida das artistas. Um CD, que acompanha o livro, dedica uma faixa para cada uma das cantoras, em gravações originais de um de seus mais representativos sucessos.

O livro nos conta como Dolores Duran iniciou-se na vida artística profissional cantando na boate Vogue, no Rio, aos 16 anos, e de sua morte prematura. Relembra o drama da separação de Dalva de Oliveira, do final de vida difícil das irmãs Batista. Nos fala do ambiente artístico dos anos 40 e 50, no qual um Rio de Janeiro provinciano expunha à curiosidade pública os menores atos e gestos dos grandes nomes do rádio. Seus dramas eram discutidos nos cafés e bondes. Suas vidas reviradas pelas candinhas da imprensa. Fofocas sobre a suposta tentativa de suicídio de Nora Ney, recém aparecida na cena artística com sua voz grave e suas interpretações dramáticas, ou de como Isaurinha Garcia, driblando os costumes, dava as cartas nas relações com o sexo oposto, se lixando para a moral hipócrita, e submissa numa relação conturbada com o tecladista pernambucano Walter Wanderley (1932-1986). Um livro delicioso para se ler ouvindo um disco excepcional, tanto pela qualidade das músicas e das interpretações quanto pela boa reprodução das faixas.

O disco

Dolores Duran canta seu clássico da fossa “A Noite do Meu Bem” (1959). Zezé Gonzaga (1926-2008), a preferida de maestros e compositores de renome, interpreta de Radamés Gnatalli e Hermínio Bello de Carvalho “Sou Apenas Uma Senhora que Ainda Canta” (2002), feita em sua homenagem, surpreendendo pela boa forma aos 76 anos. Maysa canta de sua autoria “Ouça”, superconhecida do público. Ademilde Fonseca, a velocista do choro, interpreta com inusitada sobriedade o clássico “Pedacinho do Céu”, de Waldyr Azevedo e Miguel Lima. Angela Maria relembra Chocolate e Américo Seixas em “Vida de Bailarina”. Emilinha Borba e Marlene dão sequência à saudável disputa pela preferência do público que marcou suas carreiras com “Se Queres Saber” (Peterpan) e “Lata D’Água” (Luís Antonio e Jota Júnior). Dalva de Oliveira expõe o fracasso de seu casamento com Herivelto Martins em “Neste Mesmo Lugar”, de Armando Cavalcanti e Klécius Caldas. Elizeth Cardoso é apresentada numa suave canção do suave Tito Madi: “Cansei de Ilusões” (1958). Nora Ney, a eterna musa de Jorge Goulart, canta de Denis Brean e Oswaldo Guilherme “Conselho” (“Se você me encontrar pela rua/Não precisa mudar de calçada”). Isaurinha Garcia canta “Mensagem” (Cícero Nunes e Aldo Cabral, 1945), um megassucesso que perdurou por décadas nas ondas do rádio. Inezita Barroso pede auxílio à voz generosa de Roberto Corrêa em “Cuitelinho”, firmando posição como “diva” sertaneja. As irmãs Linda e Dircinha Batista não podiam estar ausentes. Aquela canta “Chico Viola” (1952), dos excepcionais Wilson Batista e Nássara, uma homenagem ao Rei da Voz, Francisco Alves, morto naquele ano num acidente de carro na Via Dutra. Dircinha canta o maior sucesso da carreira de Cauby Peixoto, “Conceição”, de Dunga e Jair Amorim, em gravação de 1956. Não dá para parar de ouvir.

FONTES: Revista de Música Brasileira, Myspace e Dicionário Cravo Albin.

Podcast Jogando por Música – 01/09/2010

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Ouça o podcast de hoje: http://www.goear.com/listen/d7b8159/jogando-por-musica-wagner-walter-e-william-leal

Salve!

A noite de ontem foi movimentada na música e nos esporte. Teve ícone da MPB gravando DVD, mudanças na classificação da série B, Espanha perdendo no Mundial de Basquete… E tudo isso é destaque aqui no Jogando por Música. Ouça nosso podcast de hoje. Ah, quando sentir vontade, você pode ouvir novamente qualquer uma das edições anteriores do nosso programa, estão todas à sua disposição. Inclusive pode baixa-las para ouvir em seu celular, iPod, no carro, ou onde quiser… Estamos trabalhando para melhorar a qualidade dos arquivos de áudio sem deixa-los pesados. Vamos encontrar uma boa solução em breve.

Alguns destaques de hoje:

Fã e pesquisador brasileiro lança livro sobre o Queen


Muita pesquisa, técnica e paixão foram os ingredientes usados por Marcelo Facundo Severo para escrever “Queen – Magic Works”, livro lançado recentemente pela editora Mandacaru contendo a história de uma das mais influentes e amadas bandas da história do Rock mundial.

Mais do que uma simples biografia da banda, em “Queen – Magic Works” o autor “ressalta o contexto histórico” no qual o grupo surgiu e dá detalhes para alimentar a admiração dos fãs falando sobre os instrumentos utilizados, os locais onde os clássicos foram gravados e o que inspirou a banda a compor determinadas músicas.

O livro também traz informações sobre a trajetória musical dos quatro integrantes antes de se unirem e formarem o Queen. Além disso, há um extenso trabalho de análise das faixas de todos os álbuns.

O autor, Marcelo Facundo Severo, é fã da banda há 20 anos e colunista do fã-clube Queen.net. O livro pode ser comprado pelo site www.livroqueenmagicworks.com.br.

Festival reúne nomes de destaque da ‘nova’ MPB

Entre os dias 16 e 18 de setembro o palco do Teatro Odisséia, no Rio de Janeiro, vai receber diversos artistas que vêm se destacando no cenário da música brasileira. Trata-se do Festival Faro MPB, evento promovido pela rádio carioca MPB FM, em parceria com o Grupo Matriz, para comemorar os 10 anos da emissora.

O festival vai receber 10 artistas que mostram parte da diversidade da nova MPB. No primeiro dia do evento, 16 de setembro, sobem ao palco as cantoras Tulipa Ruiz, Nina Becker e Roberta Campos.

Na sexta-feira, 17, são as vozes masculinas que tomam o palco com Lucas Santanna, Momo e Rubinho Jacobina. Na última noite, sábado, 18, o festival começa com um artista que será escolhido através de votação popular. Para votar basta acessar o site do festival em www.mpbbrasil.com/festivalfarompb. A noite continua com as bandas Preto Tu, Tono e Fino Coletivo.

Mais informações:
Dias 16, 17 e 18/09/2010 – Rio de Janeiro/RJ
Teatro Odisséia – Rua Mém de Sá, 66
Horário: 21h00
Ingressos: R$ 30,00 (inteira)
Informações: 21 2266-1014
Informações: www.mpbbrasil.com/festivalfaro

Ney Matorosso grava novo DVD esta noite

Ontem a noite foi a vez do cantor Ney Matogrosso subir ao palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro para um show especial. A apresentação foi registrada para um futuro lançamento em DVD.

O show, batizado como “Beijo Bandido”, não teve ingressos disponíveis e a platéia foi composta apenas de convidados e integrantes de fã-clubes do cantor. O espetáculo “Beijo Bandido” tem direção musical e arranjos assinados por Leandro Braga e recebeu da Associação Paulista de Críticos de Arte o prêmio de Melhor Show de Música Popular de 2009.

No palco, Ney é acompanhado por Leandro Braga (piano), Lui Coimbra (cello e violão), Ricardo Amado (violino e bandolim) e Felipe Roseno (percussão). No repertório canções como “Medo de Amar” (Vinícius de Moraes), “Bicho de Sete Cabeças” (Geraldo Azevedo/Zé Ramalho/Renato Rocha), “Tango para Teresa” (Evaldo Gouveia/Jair Amorim), “A Bela e a Fera” (Chico Buarque/Edu Lobo), “Nada por mim”, (Herbert Vianna/Paula Toller) e “Mulher Sem Razão” (Cazuza/Dé/Bebel Gilberto).

FONTES: Território da Música, Myspace e Eduardo Guimarães.

Podcast Jogando por Música – 31/08/2010

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Ouça o podcast de hoje: http://www.goear.com/listen/c0e86c0/jogando-por-musica-wagner-walter-e-william-leal

Tema do Jogando por Música http://www.goear.com/listen/f99d1ef/Jogando-por-Musica-Wagner-Walter-e-William-Leal

Salve!

Hoje é terça-feira, fim de mês, mas o Jogando por Música segue em ritmo de maratona, afinal, além dos campeonatos de futebol, o Mundial de Basquete está a todo vapor, o Brasil começou a jogar bem e empolgar. Na música, as novidades não param! Hoje mais lançamento, além de uma versão especial da música FIM DE MÊS de Raul Seixas. Ouça o podcast, ouça também o tema do programa, uma criação da ID Idéia Comunicação Integrada – (79)3214-7885 / (79)8125-0500. Os nossos agradecimentos ao Milton Goulart (com ART até no nome) e toda sua equipe. Parabéns pessoal!

Alguns destaques do programa:

É fim do Mês! Música do Raul Seixas em roupagem ‘nova’ (na verdade essa versão é de 1998), é a nossa homenagem ao maluco beleza (que nos deixou há 21 anos) e ao fim do mês que chega outra vez…

Mayra Andrade apresenta novo show no país

A cantora cabo-verdiana Mayra Andrade vem ao Brasil para apresentar seu novo espetáculo no dia 22 de outubro em São Paulo. Nessa nova turnê Mayra divulga seu segundo álbum, “Stória, Stória…”, disco produzido pelo brasileiro Alê Siqueira, que trabalhou com Caetano Veloso e os Tribalistas, entre outros.

As gravações deste disco foram realizadas em estúdios em Paris, onde Mayra está radicada, Rio de Janeiro, São Paulo e Havana. “Stória, Stória…” mistura no repertório canções de seu país natal, de Cuba e também do Brasil.

Por enquanto o único show divulgado é este na capital paulista. Os ingressos para o público em geral estarão disponíveis a partir do dia 03 de setembro. Na agenda do site oficial da cantora ainda não constam detalhes sobre a turnê pelo Brasil. Confira as informações já divulgadas:

22/10/2010 – São Paulo/SP
Citibank Hall – Al. dos Jamaris, 213
Horário: 22h00
Classificação etária: Não será permitida a entrada de menores de 12 anos.
12 e 13 anos permitida a entrada acompanhados dos pais ou responsáveis legais. 14 anos em diante permitida a entrada desacompanhados.
Ingressos: R$ 60,00 (mesa setor 3), R$ 90,00 (mesa setor 2), R$ 100,00 (mesa setor 1), R$ 110,00 (mesa vip) e R$ 130,00 (camarote).
Informações: 4003-6464 / www.citibankhall.com.br

Milton regrava Raras Maneiras parceria de Tunai e Márcio Borges

A música foi lançada por Simone em 86 no álbum Amor e Paixão, Raras Maneiras faz parte do repertório do próximo disco de Milton Nascimento – E a Gente Sonhando. A faixa-título deste álbum em que Milton se junta a cantores e músicos da cidade mineira de Três Pontas também é uma regravação – no caso, de tema lançado em 1965, em registro instrumental, pelo Tempo Trio – mas… E a Gente Sonhando tem repertório majoritariamente inédito. O disco já está no forno. Milton Nascimento tem cadeira cativa no Jogando por Música e já estamos em contagem regressiva para tocar seu novo trabalho. Aguardemos…

LANÇAMENTO DO DIA

No programa de hoje apresentamos como novidade a banda mineira Maria Pretinha. Formada em 2000 pela baixista e vocalista Cinara Motta e sua irmã Cinthia Motta, a banda mineira Maria Pretinha passou por diversas formações, destacando-se no interior do universo musical belorizontino. A banda, segue os ensinamentos tropicalistas, ao fundir em uma única e excitante sonoridade uma gama variada de influências, como o rock n’ roll em suas mais diversas formas, ritmos brasileiros e elementos do cancioneiro de matriz africana.
Além de bares, calouradas universitárias, espaços públicos, teatros e festas particulares, a Maria Pretinha abriu shows para bandas como O Rappa, Elza Soares, Wilson Sideral etc. A música que escolhemos foi Mané Money, pra variar, um funk-rock-samba… Bem, uma mistura que é a cara desta banda.

Amanhã tem mais!

Nosso e-Mail é producao@jogandopormusica.com
E o Twitter @JogandoporMusic

Podcast Jogando por Música – 30/08/2010

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Ouça nosso podcast de hoje: http://www.goear.com/listen/ae87bc9/Jogando-por-Musica-Wagner-Walter-e-William-Leal

Salve!

Iniciamos mais uma semana, que será bem movimentada, tanto nos esportes quanto na música. Hoje, apresentamos a nova música da Bebel Gilberto, inclusive demos o caminho para receber gratuitamente via email. Ainda, tudo sobre a #17 rodada do brasileirão, sobre o Mundial de Basquete e o Grand Prix de Volei. Tudo isso, junto e misturado com muita música. Confira!

Bebel Gilberto disponibiliza música nova na internet

Os fãs da cantora Bebel Gilberto que se inscreverem no ‘mailing’ através do site oficial vão receber um link para baixar uma música nova e inédita em disco. A canção tem o nome de “Dahling” e estará disponível no site por tempo limitado, durante um mês. Então aproveite!

Para baixar a música gratuitamente basta acessar o site www.bebelgilberto.com.br e fornecer o seu email na área solicitada, você receberá por email o link para baixar gratuitamente a música “Dahling” uma parceria de Bebel com o músico Pedro Baby. Vale a pena conferir!

Chega às bancas coleção de 20 CDs e livros de Chico Buarque

Chegou nesta sexta-feira, 27, às bancas de jornais e livrarias de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul o primeiro volume da “Coleção Chico Buarque”. Trata-se de uma série com 20 CDs que serão lançados semanalmente pela Editora Abril acompanhados de livretos com todas as informações sobre os discos.

A coleção traz 20 discos originais de Chico Buarque lançados entre 1966 e 2006. Nos livretos de 44 páginas há detalhes sobre as músicas, sobre o momento na vida e carreira do artista, além de depoimentos de parceiros e amigos como Caetano Veloso, Francis Hime, Toquinho e Miúcha.

O primeiro volume é o disco “Chico Buarque”, lançado originalmente em 1978, e que traz clássicos como “Cálice” e “Pedaço de Mim”. Quem não mora nos estados de São Paulo, Paraná, Santa Cataria e Rio Grande do Sul, pode comprar diretamente do site da Editora Abril: www.comprecolecoesabril.com.br.

Abaixo a lista dos discos da coleção:

01. Chico Buarque (1978)
02. Construção (1971)
03. Meus Caros Amigos (1976)
04. Chico Buarque de Hollanda (1966)
05. Chico Buarque de Hollanda Vol. 2 (1967)
06. Chico Buarque de Hollanda Vol. 3 (1968)
07. Paratodos (1993)
08. Sinal Fechado (1974)
09. Vida (1980)
10. Almanaque (1981)
11. Chico Buarque (1984)
12. Calabar (1973)
13. Chico Buarque (1989)
14. Ao vivo Paris – Le Zenith (1990)
15. Uma Palavra (1995)
16. As Cidades (1998)
17. Chico Buarque de Mangueira (1997)
18. Carioca (2006)
19. Francisco (1987)
20. Per un Pugno di Samba (1970)


Sideral lança novo projeto com show em São Paulo


Cade vez mais cantores e bandas procuram novas formas para lançar e divulgar seus trabalhos. O cantor mineiro Wilson Sideral também entrou nessa e anuncia o lançamento do projeto “Singles” com um show amanhã, dia 31, em São Paulo.

No show, que será realizado no palco do Na Mata Café, o cantor e compositor apresentará ao público suas novas canções que não serão lançadas em CD, mas sim em arquivo digital em um pen drive.

O projeto “Singles” traz cinco músicas inéditas que foram registradas ao vivo no Estúdio Máquina, dos colegas do Skank, acompanhadas dos vídeos para estas mesmas músicas. Além disso, “Singles” traz um documentário mostrando o cotidiano de Sideral durante o processo de gravação, versões acústicas, cifras e letras das canções, e fotografias.

O lançamento de “Single” em formato de pen drive tem edição limitada e estará à venda neste show de Sideral e através do site oficial do cantor: www.wilsonsideral.com.br. As músicas que fazem parte de “Singles” são “Apenas Assim”, “Um Céu Cinco Estrelas”, “Deu Saudade [Da Gente]”, “Quase Um” e “Voz, Solidão e Violão”.

Confira informações do show na capital paulista:

31/08/2010 – São Paulo/SP
Na Mata Café: Rua da Mata, 70
Horário: 23h30
Classificação etária: 18 anos
Ingressos: grátis até 21h30 – após: R$ 20,00 (fem.) e R$ 25,00 (masc.)
Informações: 11 3079-0300 / www.namata.com.br

Nosso Twitter é @JogandoporMusic
Nosso e-Mail é producao@jogandopormusica.com

FONTES: Myspace, Facebook, Território da Música e Dicionário Cravo Albin.

Podcast Jogando por Música – 26/08/2010

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Ouça nosso podcast:
Ou via Goear: http://www.goear.com/listen/6714991/Jogando-por-Musica-Wagner-Walter-e-William-Leal

Salve!

No ar mais um Jogando por Música, trazendo muita informação e música de qualidade. Hoje, tudo sobre a #16 do brasileirão, Sulamericana e as notícias do Volei e Basquete. Ouça nosso podcast, leia nosso blog, comente, participe!

Email: producao@jogandopormusica.com
Twitter: @JogandoporMusic

Black Eyed Peas procura fã para trabalhar com o grupo durante turnê no Brasil

Alguns empregos são melhores que outros, isso todo mundo já sabe. E que tal trabalhar com seu artista preferido, divulgando os acontecimentos durante os shows, os bastidores e ainda curtindo festas com esses artistas depois das apresentações? Bem, não é delírio. Essa é a proposta de emprego que o Black Eyed Peas faz aos fãs brasileiros.

A banda lançou uma promoção que dará a um fã sortudo a possibilidade de acompanhar o quarteto durante os três shows da turnê pelo país. O fã se tornará roadie da banda, mas para isso não precisa ter os conhecimentos técnicos sobre luzes e instrumentos, como um bom roadie precisa ter. Segundo o que informa o anúncio da promoção: o roadie precisa “demonstrar capacidade de mobilizar, improvisar e curtir a balada para acompanhar a turnê do The Black Eyed Peas”.

Entre todos os inscritos, dois fãs serão sorteados e terão acesso ao primeiro show da turnê, no dia 29 de outubro, em Porto Alegre. Um produtor do grupo vai escolher aquele que se sair melhor para acompanhar o Black Eyed Peas também nos shows de Florianópolis e São Paulo, com todas as despesas pagas.

Os detalhes sobre como se inscrever para a promoção estão disponíveis no site www.beproadie.com.br

Abaixo você confere um vídeo sobre a promoção.

Eaê, ta afim de encarar? Desde já, boa sorte pra você!

Djavan resgata tempos de crooner em novo álbum.
“Ária” é o primeiro trabalho só como intérprete na carreira do músico alagoano
Por Regis Salvarani
jogandopormusica.com

A primeira banda da qual Djavan fez parte, no início dos anos 70, tocava músicas dos Beatles. Depois, já cantando em boates no Rio de Janeiro, o cantor começou a gravar músicas de outros compositores para trilhas sonoras de novelas. Em 76 saiu seu primeiro disco: “A voz – o violão – a música de Djavan”. Desde então o repertório autoral pautou a carreira do artista alagoano, com raras exceções abertas em sua discografia. Por isso, “Ária”, o novo trabalho de Djavan, é inédito em sua trajetória.

Em entrevista exclusiva, o músico revela na voz de que intérprete ainda gostaria de ouvir uma canção sua, e alguns momentos marcantes de sua vida que o ajudaram na escolha do repertório, que vai de Cartola e Dalmo Castello, (“Disfarça e Chora”), ao standard de Bart Howard (“Fly me to the moon”), passando por Luiz Gonzaga e Zé Dantas (“Treze de Dezembro”) e Gilberto Gil (“Palco”).

CONFIRA A ENTREVISTA:

Gravar um CD de intérprete traz alguma lembrança dos tempos em que você era crooner de banda? Alguma música do repertório que você cantava naquela época está no disco?

Djavan – Total. Porque eu tenho 34 anos de carreira e nunca tinha feito um disco assim, onde eu uso só músicas de outros autores. Porque a minha vida sempre foi autoral, e esse disco é um diferencial fortíssimo na minha carreira. Eu estou muito feliz de ter realizado esse sonho, e eu aproveite pra trazer pra esse disco todas as minhas reminiscências, as minhas lembranças de infância, de adolescência, da época em que eu era crooner em boate, e músicas do meu coração, músicas que eu gosto, compositores que eu sempre amei… Enfim, é um disco que reúne todas essas sensações. Foi um disco que movimentou bastante a minha emoção. E eu estou muito contente de ter realizado.

Alguma música do repertório do disco simboliza algum momento ou acontecimento especial pra você?

“Sabes Mentir” (composição de Othon Russo gravada por Ângela Maria), que é uma música da minha infância, que minha mãe cantava muito, e foi através dela que eu me encantei com a música; e “Nada a nos separar” (música de Wayne Shanklin com versão de Romeo Nunes), que veio num momento da minha adolescência de muita carência, de muito sofrimento, quando eu estive morando fora de casa por um ano e meio em Recife.

Há algum intérprete que ainda não gravou uma música sua e que você gostaria de ouvir cantando algo que você compôs?
Eu gostaria de ouvir Zeca Pagodinho, que eu adoro.

Há algum novo artista na música hoje que te impressiona?
Vai parecer nepotismo, e é. Max Viana. Ele vai lançar um disco agora, “Um quadro de nós dois”, que está excelente. Eu assino embaixo.

Com uma carreira de grande sucesso e muitos anos de estrada, o que você almeja ainda conquistar como artista?

O de sempre. Me alegrar com as coisas que eu estou fazendo, no momento em que eu estiver fazendo. Porque é isso que eu persigo. Nunca foquei em outra coisa. Porque a música é o meu brinquedo favorito, é a coisa que eu mais amo, que eu mais gosto de fazer. Eu tenho com a música uma ligação muito antiga, muito ancestral, digamos assim. E não negocio. O que está na minha música é o que eu gosto, o que eu sinto, o que eu desejo.

Será lançado em DVD documentário sobre o ‘professor’ Martinho da Vila.
www.jogandopormusica.com
Rodado nos últimos dois anos, o filme, está saindo em DVD pela MZA Music e o Canal Brasil e conta com interessantes imagens de arquivo. Além dos relatos da família, o documentário traz também depoimentos de admiradores, como o pagodeiro Dudu Nobre e o poeta Ferreira Gullar, e registros de viagens com a banda.

Mais do que qualquer imagem, o que arrebata é o espírito de Martinho, traduzido na fala macia, nas músicas. Nas cenas no rio, pescando nas passagens em Duas Barras, sua cidadezinha, no interior do Rio.

O filme mostra passagens pouco conhecidas da vida de Martinho, para além da Vila Isabel e dos sucessos colecionados em mais de 40 discos gravados. Como: Casa de Bamba, Quem é do Mar não Enjoa, Madalena do Jucu, O Pequeno Burguês, Canta Canta Minha Gente, Mulheres e tantos outros. No programa de hoje ouvimos: Quem é do Mar não Enjoa.

FONTES: Rádio Eldourado, Território da Música, Myspace, Facebook e Palco Mp3.