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Podcast Especial Ton Ramos – 10/09/2010

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Salve!

Hoje é sexta-feira, tem programa especial! Hoje o nosso convidado é o compositor, cantor e produtor Ton Ramos. Sergipano radicado há nove anos na Europa. Vamos saber um pouco mais sobre Ton:

BIO

Nascido em 13 de Julho 1971, na pequena e tranqüila cidade de Aracaju, Nordeste do Brasil, o cantor e compositor, TON RAMOS, aos 12 anos de idade começou sua paixão pela música.
Em meados dos anos 80, incentivado pelo professor João de Deus estudou canto e musicalização na Escola de Música Santa Cecília, logo depois se iniciou no estudo de violão clássico e popular na Escola de Artes de Aracaju (Funcaju) e, mais tarde, complementando os estudos de violão clássico no Centro de Cultura e Arte da Universidade Federal de Sergipe (Cultart). Em 1989, surge a sua primeira experiência como cantor profissional em bailes. Nessa época, cantava sucessos de nomes nacionais e internacionais se apresentando em várias locais nos estados de Sergipe, Bahia, Alagoas e Pernambuco.
Em 1993, a convite, vai à cidade de Recife e grava o seu primeiro disco em colaboração com a banda “Goma de Mascar” e segue em turnê por todo o Nordeste. Em 1995, um ano importante para sua careira, junta-se a alguns músicos sergipanos e baianos para formar a banda e bloco “Tererê” – uma banda de axé music – em trios elétricos se apresentava em micaretas e carnavais em grande parte do Brasil. Já em 1999, é chamado para fazer parte, junto com alguns grandes nomes da música brasileira, do Cd “Forrozão da Sergipe”, organizado pela TV e FM Sergipe (transmissora da Rede Globo no estado de Sergipe). Assim, desperta sua grande paixão pelo forró.
No ano seguinte, participa de um grande e ousado projeto junto ao amigo e empresário artístico, José Carlos Melo: grava com a Banda Cokiluche um Cd de forró intitulado “Balança Brasil” em comemoração aos 500 anos do descobrimento do Brasil. Nesse trabalho, o forró é misturado a outros ritmos brasileiros, constando no repertório músicas de compositores como Michael Sulivan, Carlinhos Conceiçao, G. Barlow, Chico Roque, Paulo Sérgio Vale, Silvo e Michael Nerplant. Esse Cd foi considerado pela crítica como um dos melhores discos de forró do ano.
O sucesso desse trabalho resultou em mais uma gravação no mês de janeiro de 2001: “Cokiluche ao Vivo”. Nesse mesmo ano, no mês de novembro, TON RAMOS viajou para Europa, foi morar na cidade italiana de Florence onde logo formou uma banda com músicos brasileiros, cubanos e italianos e se apresentou em jazz clubs e em festivais pela Europa. Começando a dar formas às suas antigas e novas composições, deu início ao trabalho da sua primeira experiência solo. “EM TODAS AS FORMAS” é o titulo do seu novo Cd, no qual o cantor e compositor, TON RAMOS se expressa de uma forma simples e ritmada cantando músicas de sua própria autoria, e em parceria com alguns compositores brasileiros e italianos. Esse novo trabalho chama a atenção pela mistura rítmica passando do funk moderno ao samba, soul, maracatu e até forró. “Em todas as formas” é a síntese da experiência alcançada ao longo da sua carreira.

Confira o site oficial de Ton Ramos: http://www.tonramos.com

Ah, em Outubro Ton Ramos retorna à Italia para um show beneficente, será no dia 24/10 no Teatro Verdi, em Santa Croce, Pisa – Italia. Parte da renda será revertida à Creche Ação Solidária Almir do Picolé.

FONTE: tonramos.com

Podcast Jogando por Música – Especial Basquetebol

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Ouça o podcast de hoje: BREVE

Salve!

Hoje é sexta-feira, dia de programa especial. Como prometido, este é um especial sobre o Basquete brasileiro, principalmente de seleções. O esporte inventado no século XIX por um professor canadense, nos Estados Unidos e que ganhou o mundo. Se tornou olímpico em 1936 nos Jogos Olímpicos de Verão de Berlim. O nome basquetebol ou em inglês basketball, significa literalmente “bola na cesta”.

O basquete chegou ao Brasil apenas cinco anos depois de sua criação, e, quatro anos depois do primeiro jogo disputado. O norte-americano Augusto Shaw foi o responsável por introduzir o esporte na Associação Atlética Mackenzie de São Paulo, em 1896. Mas somente em 1912, teriam acontecido os primeiros jogos de basquete aqui no Brasil, no Rio de Janeiro, na rua da Quitanda, com o América Football Club tendo sido o primeiro clube carioca a introduzir o esporte nesta cidade, incentivado por Henry J. Sims, diretor da Associação Cristã de Moços.

Podcast Jogando por Música – Especial Mingo Santana

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Ouça o nosso podcast especial Mingo Santana:

Ou via Goear: http://www.goear.com/listen/2d380ed/Jogando-por-Musica-Wagner-Walter-e-William-Leal

Salve!

Todas as sextas, como adiantamos no inicio desta jornada, teremos um programa especial. Em uma semana um desportista, outra um músico, outra um cantor, compositor… Sempre alguém ligado a música ou aos esportes. Na semana passada fizemos um especial sobre o Zagallo, Wagner Walter contou detalhes da vida e da carreira do “Velho Lobo”, tocamos músicas que tem ligação ao mesmo e tals. Nesta sexta o nosso convidado esteve nos estúdios conosco. Domingos Félix de Santana Neto ou simplesmente Mingo Santana. Músico, comositor, intérprete, empresário, ecologista… Confira o nosso bate-papo e algumas músicas deste artista sergipano cheio de inspiração.

Conheça mais sobre Mingo Santana.
Reprodução do texto de Osmário Santos, publicado no Jornal da Cidade em 15/06/2008.

Domingos Félix de Santana Neto nasceu a 28 de julho de 1960, na cidade de Aracaju/SE. Seus
pais: Clarkson Silva e Souza e Vanda de Santana Souza. O Pai gararuense, clarinetista quando jovem, hoje, com 83 anos, aposentado, seu pai foi do Exército Brasileiro e gerente regional de vendas de uma grande multinacional. Dele o filho revela que herdou a atividade empresarial e a prática agrícola, que ele exerce atualmente. “O exemplo de militar como tenente do Exército, me enaltece e exemplos inspira”.

Sua mãe nasceu em Siriri, também aposentada, ex-vice tabeliã e empresária até meados da década de 90. Representa para o filho uma reserva moral gerando exemplos fortíssimos do seu caráter. “Sua fibra, transmitindo uma crença de sempre acreditar no bem, além em de ser pianista, é uma grande mãe”.

Alguns meses depois do nascimento, seus pais fixaram residência em Salvador. Na capital da Bahia, Domingos Félix Neto viveu sete anos.

Volta a morar em Aracaju quando estava com oito anos de idade. Estuda nos Colégio Jackson de Figueiredo os primeiros anos do curso primário. Passa pelo Arquidiocesano, onde conclui o primário e inicia o curso ginasial. No Colégio Salesiano termina o ginásio e inicia o científico. No Pio Décimo, rápida passagem. Na Escola Técnica, um ano de estudos e o final do científico aconteceu no Colégio GCM do professor Leão Magno Brasil.

Do seu tempo em sala de aula não esquece de um professor da disciplina História do Colégio Salesiano, que durante a aula interrompeu o assunto, e disse em momento de repudio: “As guerras na história da humanidade serviram para defender suas terras, suas mulheres, suas idéias. Por isso não é bom a gente torcer por times de fora (risos). Toda raiva, em razão que o seu time, o Sergipe, tinha perdido de goleada do Flamengo do Rio de Janeiro e a grande torcida no Batistão era do rubro-negra”.

Um outro episódio e dos mais interessantes aconteceu no começo do curso colegial. “Fui pego pela professora em sala de aula desenhando a própria e sem roupa. Ela tomou o desenho em silencio e guardou sem maiores carões” (risos e mais risos)…

No período que estava na Escola Técnica descobre seu lado de compositor, poeta, cantor e músico autodidata e cantor.

Por duas vezes tenta vestibular para o curso de Direito da Universidade Federal de Sergipe, mas não consegue aprovação. Estuda no Conservatório de Música de Sergipe de 1980 a 1982.

Em 1979, quando começa a compor tem uma música censurada, intitulada “Manobras” e logo recebe um convite para tocar a música em Brasília, num point de cultura, a Galeria Cabeças.

“Após a apresentação percebi uma insistência de dois caras de preto literalmente, batendo fotos e me fazendo perguntas. Foi algo assustador, ainda estávamos em regime de censura”.

Ainda em 1979, recebe convite para cantar na primeira Mostra de Compositores Sergipanos, convite feito pelos principais artistas daquela mostra, Irmão e Tonho Baixinho. “ Foi algo estimulante”.

Revela que começou a compor por sentir vontade de aplicar nas suas letras, mensagens que atuassem como um instrumento de libertação.

“Naquela época, falar em ecologia era pecado e tanto. A Sementeira, como Atalaia, eram duas músicas de denúncia. Naquela momento em Sergipe, a música sergipana já abria espaço para a ecologia.

Participa das duas edições do Festival de Música Popular da TV Sergipe em 1981e 82, com uma proposta de preservação ambiental.

Quando da sua participação nos festivais, aproveitou o elenco da banda Lua navalha, e apresenta em 1981o show Lógica e em 1982 o show Navegando. “A banda era formada por grandes músicos da música a baiana e com isso, trouxe naquele momento uma preocupação para os músicos locais da importância do estudo e da profissionalização para realizarmos bons espetáculos de musica local, Acredito ter despertado os nossos músicos”.

Em Sergipe participa apenas de três festivais, e o último aconteceu em 1983, o Festival de Músicas de Carnaval, na TV Atalaia, dirigido por Hilton Lopes na TV Atalaia, com a música Frevura. “De e lá para cá todos os festivais que aconteceram em Sergipe a papelaria Santana, passando a ser chamada Casa do Artista, de nossa propriedade, passou a apoiar e patrocinar os mais diversos festivais de música, , que aconteciam e que acontecem ate hoje, exceto, o Banese de Música. Daí o motivo de não querer inscrever nenhuma música de minha autoria nos demais projetos. Fora do Estado, participei em 1997, do ‘Femucic’ em Maringá, no Paraná, e em 2000 no festival “Americanta” em Americana São Paulo”.

Lança em 1982 o primeiro compacto (vinil) de compositor sergipano, com a música Atalaia. Tem dois CDs gravados: Som das Araras, em 1999, e Na Multidão, em 2003
Na sua opinião é preciso que a categoria dos músicos sergipanos se organize para ser possível uma maior divulgação de seus trabalhos. “É uma necessidade urgente. A música sergipana forte ira beneficiar muita gente”.

Participa do Projeto Coopermúsica no inicio da década de oitenta. Da Associação de Autores e Interpretes de Sergipe (Assaim) foi vice-presidente na primeira gestão. Faz parte da Ordem dos Músicos do Brasil desde 1987. No momento, participa da formação do Sindicato de Música em Sergipe.

Diz que a maioria de suas composições é graças a sua inspiração e muitas delas diante da história, da geografia e da espiritualidade do seu lugar.

Da sua experiência no Carnaval baiano diz que foi maravilhosa e aconteceu, a primeira vez em 2000, ano que completava os cinqüenta anos do trio elétrico. “O convite surgiu por causa da musica “50 anos de trio”, uma parceria com o frevista Lito Nascimento. No circuito Barra Ondina, apresentei-me para um imenso público e dei a sorte de puder cantar para um dos personagens da música o Gilberto Gil, que estava sendo entrevistado em cadeia nacional, naquele instante. Ele pediu para ouvir a peça, pois a música falava dele. Acredito ter sido o melhor momento, até a minha ultima participação em 2004, já com o CD na multidão lançado”.

Em 2003 participou do Carnaval sergipano realizado na área do estacionamento do Mercado Albano Franco e sua presença ficou por conta da motivação da festa, que apresentava sintomas de que o carnaval tem que ter trio elétrico circulando. No Pré-Caju algumas participações no Trio da Sergipanidade.

Aceita o convite do empresário Gilton Andrade para realizar um programa em sua emissora, a Liberdade FM. “Ele me credenciou para servir de instrumento de divulgação da música a sergipana. Não medi dedicação e desde janeiro de 2007 o Liberdade da Gente, que vai ao ar aos sábados, das 16h às 18h, tem sido uma grande vitrine da arte musical de Sergipe em todas suas vertentes, e com grande sucesso em audiência e auto estima para o povo sergipano.

Pretende lançar ainda este ano um novo CD que está pronto o áudio, faltando detalhes como capa e alguns detalhes de produção. Tem como título “Eco-se”. “Trago uma mistura de vários estilos musicais, onde insisto numa temática ecológica, envolvendo os ritmos nativos do nosso folclore ao wordmusic,

A sua atividade como empresário, proprietário da Casa do Artista, no calçadão da Laranjeiras, 175, traz-lhe muita felicidade por proporcionar uma convivência permanente com artistas, amantes da Música, pessoas de dimensão energética muito boa. “Tento fazer o melhor para oferecer uma evolução no campo do suprimento e instrumentos musicais para Sergipe, com a minha arte musical. Sei dos limites que é criar e depois produzir, A profissionalização autoral é lenta”.

É casado há 25 anos com Débora Machado, hoje Félix de Santana. “Temos dois filhos, o Diego e o Danillo Felix de Santana”.

Ao final do seu depoimento para a história de Sergipe, registra: “Sergipe não precisa de vítimas, Sergipe precisa de ídolos, Sergipe precisa de Sergipe”

FONTES: Music Express, Jornal da Cidade e jornalista Osmário Santos.

Especial Zagallo

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Ouça o nosso podcast:

Ou no Goear: http://www.goear.com/listen/956fe76/jogando-por-musica-wagner-walter-e-william-leal

Hoje é sexta-feira 13, dia de muita sorte pro supersticioso e vitorioso “Velho Lobo” Zagallo. O programa de hoje foi dedicado a ele e foi o nosso primeiro especial.

Nosso Twitter: @JogandopoMusic