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Convocatória – Lançamento do Festival Internacional de #MusicaLivre – #FimLivre #CulturaDigital

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imageNós, do movimento Música Para Baixar (MPB) compreendemos a música não apenas como entretenimento mas como uma forma da liberdade de expressão de ideias e sentimentos humanos. A falta de transparência na distribuição de recursos advindos da produção e o acesso intermediado por monopólios não contribuem para a diversidade musical brasileira tampouco para uma maior geração de renda dos artífices envolvidos na cadeia produtiva da música.

Vivemos um momento de definições do que é acesso e produção de música. As novas tecnologias, atualmente por terem a capacidade de ampliar as possibilidades de democratização da comunicação, da música e do conhecimento, atravessam um processo de ataques institucionalizados de diferentes setores que acirram a vigilância e o controle sobre o ambiente digital. Leis que regulamentam a circulação de conhecimentos e de propriedade intelectual são cada vez mais rígidas e engessam, por sua vez, as possibilidades criativas, com nítidos objetivos de determinar o que será consumido como cultura.

Ao mesmo tempo, observamos uma histórica segregação das mulheres em determinados espaços na sociedade, da qual deriva a situação de discriminação, invisibilidade e desvalorização da produção das mulheres presente, ainda hoje, também no âmbito da cultura. Queremos, através do Festival, contribuir para a inserção das mulheres em todas as etapas do processo de produção cultural.

O Festival Internacional de Música Livre (#FimLivre) será um espaço de mostra musical e debates, em que valores como colaboração, flexibilização das leis de direito autoral, generosidade intelectual, ativismo, troca, criação livre, licenças livres, redes sociais digitais e produção compartilhada serão elementos a sereelmapadetodosm discutidos enquanto novas possibilidades que integram a produção musical e desenvolvimento local. Representam um momento único de reapropriação da música, arte, tecnologia e comunicação colaborativa, por todas e principalmente par aqueles que até agora foram excluídos do acesso à criação, produção e apreciação da música.

Reconhecemos o apoio e parceria do Governo do Estado do RS que, através do Gabinete Digital do Governador Tarso Genro, constrói o #FimLivre de forma colaborativa com ativistas da cultura e música digital, para que nesse processo possamos também elaborar políticas públicas para o desenvolvimento de uma sociedade livre para o bem comum, em que a mais pessoas participem desse processo, efetivamente, desde sua concepção até sua implementação.

O desafio também é pensar políticas públicas que considerem as práticas da internet, que organizem cadeias produtivas e modelos de criação, produção e apreciação da música, que fomentem relações sociais, culturais e econômicas justas e transparentes, sem intermediários, para que exista cada vez mais equilíbrio entre remuneração justa d@ criador(a) e gestor(a) das suas obras e o livre acesso aos cidadãos.

Sob essas perspectivas, o Movimento Música Para Baixar convoca organizações, coletivos e indivíduos para lançamento #FimLivre, que acontecerá na Casa de Cultura Mário Quintana, no dia 13 de abril às 16h em Porto Alegre.

O lançamento do #FimLivre é também parte da programação do Festival IberoAmericano “EL MAPA DE TODOS” que acontecerá nos dias 12, 13 e 14 de abril, em Porto Alegre, com participação de artistas de diversos países. Saiba mais: http://www.elmapadetodos.com.br

Serviço:

O que? Lançamento do Festival Internacional de Música Livre – #FimLivre.
Onde? Casa de Cultura Mário Quintana – Porto Alegre
Quando? 13 de abril às 16h.

O lançamento será transmitido pela internet. O endereço da transmissão será informado neste link: http://openfsm.net/projects/fimlivre/blog/ e nas redes sociais.

Contatos:

Gustavo Anitelli (11) 86996683
Richard Serraria (51) 91047759

Jogando por Música – 12/09/2011

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Salve! No programa desta segunda, Wagner Walter fala sobre a brilhante participação da Seleção Brasileira de Basquete na FIBA com a classificação para as Olimpíadas de Londres 2012, feito que não ocorria desde 1996. Também toda a rodada do brasileirão 2011, das séries A, B, C e D. Na série ‘A’ o Flamengo perde a quarta seguida, Botafogo pisa no freio e perde de goleada, Vasco empata, São Paulo perde, Fluminense ganha do Corinthians e entra de vez na briga pelo título, mesmo assim o Timão continua líder. Parece que o universo ‘conspira’ a favor do clube paulista. Este ano ninguém pode alegar que o Corinthians vem sendo ajudado pela arbitragem. Por outro lado, seus adversários direto não vem tendo tanta sorte com as arbitragens. Sofrem gols impedidos, tem gols legitimos anulados (Santos, Flamengo e Vasco tiveram gols legitimos anulados nas últimas rodadas) e por aí vai. Rogério Ceni, goleiro do São Paulo deixou ‘algo no ar’ ao final da derrota do tricolor paulista pro Grêmio. O que estará acontecendo? Bem, apresentaremos um resumo das principais notícias do mundo esportivo. No Jogando por Música a gente apresenta mais um grande talento da nossa música, o Marcelo Jeneci. Confira!

 

Você conhece Marcelo Jeneci? Não?!

5941234572_b7941287dd_oCom talento para agradar a muitos, Marcelo Jeneci é um compositor que tem o trabalho calcado em sua própria vivência musical.  Instrumentista desde muito cedo, comemora com apenas 28 anos de idade seus mais de dez anos de estrada como músico acompanhante de diversos nomes da música popular brasileira. Agora, alça vôos mais longos através de suas próprias canções e de sua linguagem musical apurada em seu primeiro álbum “Feito pra Acabar”, lançado pela Som Livre em dezembro de 2010.

“Feito Pra Acabar” traz treze faixas autorais, a maioria em parceria com nomes já conhecidos do público, que marcam a primeira safra de composições do paulistano. O disco foi quase todo registrado ao vivo, em fitas de 2  polegadas, por gravadores Studer A 827 com 24 canais, no estúdio COMEP (Comunicação Musical Editoras Paulinas), em São Paulo. Das treze músicas de “Feito Pra Acabar”, cinco contam com arranjos do também instrumentista (violonista) e compositor Arthur Verocai, responsável por arranjos e regências em discos de nomes como Marcos Valle, Gal Costa, Erasmo Carlos, Jorge Ben Jor, Ivan Lins e Elizeth Cardoso e autor do cultuado disco Arthur Verocai (1972). Ficaram sob a batuta do carioca, de 65 anos, as músicas “Feito Pra Acabar” e “Quarto de Dormir”, ambas com arranjos de orquestra; e “Felicidade”, “Tempestade Emocional” e “Por Que Nós”, estas com arranjos de cordas. As gravações da orquestra, que contou com 20 músicos, foram realizadas no estúdio Mega, no Rio de Janeiro. O projeto de gravação do primeiro disco solo de Jeneci e show de lançamento foi selecionado entre mais de 730 inscritos no Edital Nacional 2009, na categoria Fomento à Música, do projeto Natura Musical.

Nascido na Cohab Juscelino, em Guaianases, Zona Leste de São Paulo, Jeneci foi criado pela mãe paulista e pelo pai pernambucano, apaixonado por Roberto Carlos e instrumentos musicais. Cresceu embalado pelas estações de rádio populares e trilhas sonoras de novela. Mais de 25 anos depois, ele e a família se emocionavam cada vez que ouviam as canções do jovem compositor – “Amado” (parceria de Jeneci com Vanessa da Mata) e ”Longe” (assinada com Arnaldo Antunes) – nas novelas de uma das principais emissoras de televisão do país.

Jeneci lança seu disco de estréia mas já comemora mais de uma década de carreira musical como instrumentista. Em 2000, o pernambucano Manoel Jeneci – pai de Marcelo e autodidata que sempre ganhou a vida consertando aparelhos eletrônicos, eletrodomésticos e instrumentos musicais – soube pelos freqüentadores de sua oficina que Chico César procurava um músico para tocar sanfona e piano em sua turnê internacional. Marcelo tocava piano e treinava nas sanfonas que os clientes do pai deixavam para consertar mas não tinha seu próprio instrumento. O problema foi resolvido quando um dos habitués da oficina de seu Jeneci, Dominguinhos, resolveu presentear o menino com uma peça de sua coleção. Marcelo tirou passaporte e iniciou seu primeiro trabalho como músico profissional, com a sanfona do mestre, ao lado de Chico César, atualmente seu parceiro na faixa “Felicidade”, que, não por acaso, abre o primeiro disco do compositor, hoje com 28 anos.

A trajetória de Marcelo Jeneci até o lançamento de “Feito Pra Acabar” é marcada por parcerias e histórias com grandes nomes da música nacional. Além de compor canções com Chico César, Jeneci assina músicas com Vanessa da Mata – o hit “Amado”, que foi trilha de uma novela global e uma das músicas mais tocadas de 2009 –, Zé Miguel Wisnik e Paulo Neves (“Tempestade Emocional”), Luiz Tatit (“Por Que Nós?”) e Arnaldo Antunes (“Quarto de Dormir”). Também caiu nas graças do cantor Leonardo com a composição “Longe”, outra parceria do jovem paulistano com Arnaldo Antunes que também fez parte de trilha de novela da mesma emissora. Zélia Duncan, que gravou canções inéditas de Jeneci em seu último disco, engrossa o coro dos fãs e parceiros do também multiinstrumentista (Jeneci toca piano, acordeon e guitarra).

É isso, amanhã temos novo encontro, as 09h da manhã na Liberdade FM 99,7 Jogando por Música – Esporte e Música no mesmo TOM.

FONTE: Site  do Marcelo Jeneci

Podcast Jogando por Música – 19/08/2010

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Ouça nosso podcast:
Ou via Goear: http://www.goear.com/listen/b174c51/Jogando-por-Musica-Wagner-Walter-e-William-Leal

Salve!

No programa de hoje uma homenagem ao Internacional, campeão da Libertadores da América 2010. Começamos o programa com Vermelho de Vanessa da Mata e ainda tocamos Vermelho com Fafá de Belém. Alguns assuntos do programa de hoje:

Carta enviada por John Lennon chega ao destino apos 34 anos

Uma carta enviada por John Lennon a um músico inglês de folk rock chegou ao destinatário 34 anos depois. Na carta, que tem também assinatura da viúva de Lennon, Yoko Ono, o ex-integrante dos Beatles dava conselhos ao cantor de folk Steve Tilston, que estava preocupado com a possibilidade de um sucesso financeiro arruinar as letras de suas músicas.

Pelo que parece, Lennon decidiu escrever a carta a Steve após ler uma entrevista sua sobre o assunto em 1971. No documento, que agora vem a público, Lennon explicava que a fortuna não muda as coisas importantes da vida. Essa carta foi enviada pouco depois de o quarteto de Liverpool se separar, em 1970, aos escritórios da revista Ziguezague (que hoje não existe mais), embora até pouco tempo não tivesse chegado ao destinatário. Há cinco anos, um colecionador entrou em contato com ele falando da preciosidade.

Na carta, Lennon escreveu:

“Ficar rico não muda as experiências e a forma de pensar. A única diferença é que você não precisa se preocupar com dinheiro, comida, teto, etc”, “quanto às outras experiências: sentimentos, relações…, são as mesmas que todo mundo tem”.

Eu sei, fui rico e pobre, da mesma forma que Yoko (rico-pobre-rico). Portanto, o que você acha? Com carinho, John e Yoko”, despediu-se Lennon, que colocou na carta o número do telefone de sua casa. A japonesa Yoko Ono disse se lembrar do momento em que o casal escreveu a carta. Que relíquia, hein Wagner?!

Bono diz que U2 está trabalhando em disco dançante

Bono declarou à revista norte-americana “Rolling Stone” que o U2 está trabalhando em um disco com sonoridade dançante de clube.
O grupo também planeja lançar um disco de rock e um outro chamado “Songs of Ascent”, com faixas gravadas nas sessões do álbum mais recente do U2, lançado em 2009. Bono e The Edge também vão compor a trilha sonora do musical “Homem-Aranha”.
O cantor fez uma cirurgia nas costas em maio passado, em Munique. A banda retomou a turnê mundial “360º” no dia 6 de agosto, em Turim, Itália, com grande sucesso.
Sobre o problema nas costas, Bono declarou que ‘há problemas muito maiores aí fora do que os que ele enfrentou. A o tratamento foi considerado um sucesso e o líder do U2 está completamente recuperado.

Luiz Gonzaga Kedi Ayrão ou simplesmente: Luiz Ayrão

Nasceu no bairro do Lins de Vasconcelos, no Rio de Janeiro. Filho do músico e compositor Darcy (1915-1955).
Cresceu em ambiente musical, o bisavô era músico e o avô, Artur da Silva Ayrão, estudou música no internato Escola Quinze de Novembro e na Escola Militar de Realengo em 1880, tornando-se maestro e professor de música. Na casa de um tio de seu pai, Juca de Azevedo, saxofonista, costumavam freqüentar Pixinguinha e João da Baiana, que tocavam composições do maestro e professor Ayrão.
O pai Darcy, ex-atleta (natação e salto com vara) ganhou alguns títulos cariocas como militar. Seu primo Zeny de Azevedo, conhecido como Algodão, foi por várias vezes campeão de basquetebol pelo Flamengo e ainda capitão da seleção brasileira, sagrando-se campeão mundial em 1959. Outro tio de nome Audary e de pseudônimo Ayrão Reis, teve sucessos gravados por Blecaute. Outro membro da família, o ex-jogador Moser, atuou também pelo Flamengo, sagrando-se por ele, campeão mundial interclubes em 1981.
Aos cinco anos de idade começou a compor suas primeiras músicas e a cantar “Escreve-me”, uma canção de sucesso da época. Aos 11 anos compôs “Nunca te esquecerei”.

Com o falecimento do pai teve que trabalhar em várias profissões, entre elas, guia de cego, engraxate, vendedor de bebidas e de condimentos. Aos 20 anos entrou para o Bank of London, onde trabalhou por dois anos. Por essa época, através de um de seus tios, conheceu vários artistas de renome, entre eles, Ataulfo Alves, Humberto Teixeira, Oswaldo Santiago e Alcyr Pires Vermelho.

Formou-se em Direito e atuou durante alguns anos na profissão de Advogado e Procurador do BEG – Banco do Estado da Guanabara. Pertenceu a Ala de compositores da Portela e posteriormente integrou a Diretoria da Escola. De autoria de seu pai, gravou a composição “Meu anjo”, composta e dedicada a sua mãe Sylvia, que tocava violino. No ano 2000 lançou o romance “O país dos meus anjos” (Editora Record/Nova Era).
Teve algumas músicas censuradas nas décadas de 1960 e 70, entre elas, a marcha “Liberdade! Liberdade”, o choro “Meu caro amigo Chico”, dedicado a Chico Buarque e ainda “Treze anos”, que teve de ser rebatizada por “O divórcio”, para burlar a censura. Assinou também com vários pseudônimos, entre eles, Joãozinho da Rocinha, Paulinho da Bioquímica, Mercier e João de Deus.

Em 1963 teve sua primeira composição gravada, “Só por amor”, interpretada por Roberto Carlos. Logo depois, Roberto Carlos também viria a gravar, no ano de 1966, “Nossa canção”, considerado o primeiro sucesso romântico do cantor.

Em 1970 Roberto Carlos gravou outro grande sucesso seu, a música “Ciúme de você”.

No ano de 1973 gravou um compacto simples com a música “Porta aberta”, considerado seu primeiro sucesso como cantor. Em 1975 lançou o disco “Missão”, despontando com os sucessos nacionais “Bola dividida”, de sua autoria, e ainda “Saudade da República”, de Artúlio Reis. Por essa época, mudou-se com a família para São Paulo e passou a cantar na Catedral do Samba, uma das principais casas da noite paulista, dividindo o palco com Pery Ribeiro e Leny Andrade. Ainda em São Paulo, como empresário, fundou três casas de shows de sucesso: Canecão Anhembi, Sinhá Moça e Modelo da Liberdade, nas quais se apresentaram Roberto Carlos, Elis Regina, Simone, Chico Anísio, Amália Rodrigues, Martinho da Vila, Clara Nunes, Cauby Peixoto, Ângela Maria, Isaurinha Garcia, Jair Rodrigues, Silvio Caldas, Nelson Gonçalves, Inezita Barroso, Adoniran Barbosa, Os Demônios da Garoa, Os Cantores de Ébano, Lana Bittencourt, entre outros.

Em 2005 recebeu homenagem em um programa de auditório de muito sucesso da televisão brasileira, e comemorou o show de número cinco mil de carreira, na qual ganhou discos de “Platina” e “Ouro”, por suas expressivas vendagens.

Jeff Beck vem ao Brasil para dois shows

O músico britânico Jeff Beck virá ao Brasil para duas apresentações no final de novembro. O aclamado guitarrista desembarca no país para shows no Rio de Janeiro e em São Paulo.

O primeiro show está agendado para o dia 24 de novembro, no Rio de Janeiro, e será realizado no Vivo Rio. Na capital paulista a apresentação será no dia 25, na Via Funchal. Os ingressos para os shows começam a ser vendidos no dia 25 deste mês.

Jeff Beck vem ao Brasil com a atual turnê “Emotion & Commotion”.

Mais informações:
24/11/2010 – Rio de Janeiro/RJ
Vivo Rio – Av. Infante Dom Henrique, 85
Ingressos: R$ 200,00 (pista), R$ 250,00 (pista superior), R$ 300,00 (camarote BB), R$ 400,00 (pista vip/camarote AA)
Informações e vendas: http://www.ingressorapido.com.br

25/11/2010 – São Paulo/SP
Via Funchal – Rua Funchal, 65
Ingressos: R$ 200,00 (pista), R$ 230,00 (mezanino), R$ 300,00 (pista vip/camarote)
Informações e vendas: www.viafunchal.com.br

Nosso Twitter: @JogandoporMusic

FONTES: FONTES: Clique Music, Free Records, Revista Música Brasileira e Território da Música.