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Jogando por Música–08 de Setembro de 2011

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No programa de hoje, além de toda a rodada do Brasileirão (com novo líder) e um giro pelos esportes, vamos apresentar o novo disco de O Teatro Mágico, com destaque para as músicas: Amanhã… Será; Quermesse; Além, porém aqui; Transição e Você me bagunça. O grupo que encanta aos olhos e ouvidos dos amantes da arte, mais uma vez oferece uma obra impecável, com belas letras, arranjos e o inconfundível tímbre natural dos instrumentos.

Bem, tanta gente a todo tempo escreve sobre essa encantadora trupe, então, me dei ao luxo de escolher uma matéria que o Portal IG publicou, com os devidos créditos ao colega Pedro Alexandre Sanches. No final tem o link do site da trupe, pode ser baixado gratuitamente, é só logar com a sua conta Twitter e avisar aos amigos que está baixando gratis o disco, simples assim, você ajuda a divulgar e ganha o disco completo (download). Confira!

Conheça o novo álbum do Teatro Mágico

Saiba como são as músicas do disco “A Sociedade do Espetáculo”, que acaba de sair do ‘forno’.

Por Pedro Alexandre Sanches para IG.

Acaba de sair o novo trabalho do grupo paulista O Teatro Mágico, batizado “A Sociedade do Espetáculo”. É apenas o terceiro disco em oito anos, mas o barulho que o grupo de Osasco costuma provocar entre seus fãs é inversamente proporcional às não muitas canções que lançou até hoje.

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Fernando Anitelli, líder d’O Teatro Mágico: trupe continua independente, apesar do assédio das gravadoras

A devoção não se explica, tampouco, pela presença do grupo na chamada grande mídia. O Teatro Mágico nunca teve gravadora, não é convidado para programas de TV, não toca em rádios comerciais. Mistura música com circo e teatro e gosta de politizar suas canções e apresentações. Vendeu 350 mil cópias do primeiro álbum, “Entrada para Raros” (2003), de modo totalmente artesanal – o pai de Fernando Anitelli (o líder do grupo) produzia e vendia os discos nos shows, um a um.

“A Sociedade do Espetáculo” deve seguir esses mesmos padrões. Apesar de convites recebidos de várias gravadoras, segundo Fernando, até hoje não houve acordo. Razões não faltam, e vão além do fato de o grupo gostar de canções politicamente engajadas. Todos os trabalhos são liberados na internet para download, oficial e gratuitamente, sob licenças Creative Commons. A trupe não quer abrir mão da venda direta dos CDs por preços baixos, nem de editar suas próprias canções sem intermediação de companhias multinacionais.
Entre os temas do novo disco (que terá 16 canções e três vinhetas), contam-se menções simpáticas ao Movimento Sem-Terra, referências às revoltas populares no Oriente Médio, críticas à “heterointolerância branca” de nossa sociedade, canções suavemente feministas, e assim por diante.

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O Teatro Mágico concedeu uma audição com exclusividade à reportagem, num dos últimos dias de gravação e mixagem no estúdio Oca – Casa de Som, em São Paulo. Seguem abaixo descrições das 16 faixas, com comentários de Fernando durante a audição.
“Além, Porém, Aqui” – “Termina com uma frase brega, ‘semear o amor’”, avisa Fernando Anitelli, temeroso dos próprios versos. “Mas é a primeira música do álbum, e fala da compreensão de um momento mais amadurecimento, de uma nova conduta. É uma coisa pra cima, pra frente.” O músico ressalta o verso “anuncia teu dissabor”, como o convite ao ouvinte para que exerça, com liberdade, seu próprio espírito crítico: pintar um mundo cor-de-rosa não é um dos propósitos d’O Teatro Mágico.
“Da Entrega…” – Os verbos no infinitivo, característicos de Anitelli, dominam a letra politicamente engajada: “apoderar-se de si”, “resistir”, “ser plural”, “repartir o acúmulo”… Em vez de ordenar ao rebanho que faça o que ele diz, o pregador prefere sugerir, com sutileza, um comportamento coletivo, colaborativo, compartilhado.

“Quermesse” – “Fiz 15 anos atrás, na mesma época do primeiro álbum, a gente nunca gravou. A letra é mais singela”, Fernando justifica o romantismo à moda antiga da canção. “Minha nossa, é só ficar longe, que logo eu penso em você”, proclamam os versos amorosos.


“Amanhã… Será?” – A inspiração, aqui, são as recentes mobilizações populares em países do Oriente Médio, na Espanha e no Brasil. Os integrantes do Teatro Mágico costumam frequentar as marchas em São Paulo caracterizados, em contato direto e íntimo com a multidão. “Essa revolução, na verdade, é interior”, filosofa Fernando, que ao ouvir destaca a atuação de Galldino, figura-chave nos discos e shows do grupo, nos violinos. “Ele é meio cigano, um ermitão que mora na montanha do Embu, no meio do mato.”

“Esse Mundo Não Vale o Mundo” – “Esta hetero-intolerância branca te faz refém”, diz a canção pop que trata de temas de que canções pop em geral simulam não gostar. “Contaminam o chão família e tradição”, provoca o rock meio celta (segundo Fernando) que fala de “ter direito ao corpo” e à “terra-mãe que nos pariu”.

“Novo Testamento”
– O arranjo usa batida de funk carioca, opção assim explicada pelo coprodutor do disco e coautor da faixa, Daniel Santiago, músico do celebrado quinteto de Hamilton de Holanda: “Nasci em Brasília, mas morando no Rio durante nove anos aprendi a gostar do funk carioca. Morei perto de um morro, do meu banheiro dava pra ouvir na favela, quase todos os dias. O ritmo veio da capoeira, do maculelê, é totalmente brasileiro. Funk definitivamente é uma linguagem e uma manifestação cultural brasileira, veio pra ficar”.

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“Transição” – A canção é inspirada em uma fã que virou amiga, depois moderadora de comunidades do Teatro Mágico em redes sociais, e morreu poucos meses atrás. “Milagres acontecem quando a gente vai à luta”, diz a letra ao final, tomando frase emprestada de Sérgio Vaz, poeta, ativista e criador da Cooperifa (Cooperativa Cultural da Periferia).

“Eu Não Sei na Verdade Quem Eu Sou” – Fernando explicita a origem: “Tentei escrever com teorias de crianças, inspirado numa reportagem sobre os Doutores da Alegria que meu pai me mostrou. Uma criança dizia que um palhaço é um homem todo pintado de piadas’, outra dizia que sonho era uma coisa que ela guardava dentro de um travesseiro. E os doutores diziam que não sabiam se eram médicos, atores, palhaços, ou se eles estavam sendo curados fazendo aquilo. Quem de fato sabe o que é?”.

“Nosso Pequeno Castelo” – A levada é nordestina, e a voz em dueto é de Ivan Parente, que, como Galldino, tem registro de voz agudo, algo feminino.

“Folia no Quarto” – Essa faixa contém a única voz feminina do CD, de Nô Stopa, filha do cantor e compositor Zé Geraldo. “Fiz com ela há uns dez anos, a gente brigou por causa dessa música, ‘você escreveu aquilo’, ‘não, só um pedaço’, ‘então você é falso’. Ficamos dois anos sem nos falar. Na verdade éramos apaixonados, ela namorava outro cara, eu namorava outra menina”, Fernando revela. O romance, diz, não se concretizou; a parceria, sim.

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“Canção da Terra” – “Pedro Munhoz é um trovador do Rio Grande do Sul, tem uma participação grande dentro do Movimento Sem-Terra”, Fernando explica mais uma canção de tom engajado em “A Sociedade do Espetáculo”. “Ser sem-terra, ser guerreiro/ com a missão de semear/ (…) a terra é de quem semear”, diz a letra, sob cativante melodia interiorana.

“Você Me Bagunça” – “Aprender você sem te prender comigo” é o que prega a letra de declaração de amor, mas também de aceitação da distância e do afastamento. “Escrevi cheio de saudade, chorando, para minha ex-namorada”, explica Fernando.

“Tática e Estratégia”
– “Essa foi uma paixão latina que eu tive”, diz Fernando, afirmando que a inspiração vem do poeta uruguaio Mario Benedetti.

“O Que Se Perde Enquanto os Olhos Piscam” – Uma levada bem Beatles em 1967 introduz uma canção coletiva batizada pela amiga Belinha. “Fiz com o pessoal do Twitter, estava lá ao vivo e falei: ‘Gente, vamos fazer uma música agora? A ideia é listar objetos que a gente perde e não se dá conta’. Todo mundo começou a mandar coisa: guarda-chuva, documento, aliança, chaveiro, cadeado, óculos escuros, tampa de caneta… Simplesmente montei uma ordem de estrofes.” Entre objetos mais corriqueiros, começam a aparecer outros de inserção mais simbólica, “pronde vai o solo que não foi escrito?”, “pronde foi a coragem do meu coração?, “pronde vai a culpa da cópia?”, “pronde foi a versão original?”, os dois últimos relacionados com a visão combativa do Teatro Mágico sobre direito autoral, Creative Commons etc.

“Nas Margens de Mim” – Parceria e dueto com o músico carioca Leoni, foi criada via internet e telefone. “Eu tinha a música, ele trouxe a letra, Daniel inventou a harmonia do violão. Em termos de funcionalidade é perfeito”, diz Fernando, admitindo que é perceptível que cada voz foi gravada em ambiente diferente. “A gente foi fazendo, só que tinha elétrons entre a gente.”

“Fiz uma Canção pra Ela” – Parceria de Fernando com Galldino, é uma canção de amor com viés politizado: “Fiz uma canção pra ela/ na mais bela tradução de igualdade e autonomia/ ao teu corpo e coração”. “A mulher não tem autonomia sobre o próprio corpo, quando se fala de aborto, de postura”, argumenta Fernando. “Se a menina usa roupa curta, tem culpa por ser estuprada?, peraí. É uma canção de amor à mulher, mas colocando ela como liberta, não como uma mulher que precisa ser protegida, carente, solitária, pobre, fraca, indefesa, santa, mãe. É amor, mas de igual pra igual”.

Baixe o novo disco da trupe O Teatro Mágico gratuitamente! Vale muito a pena!!!

LINK: http://www.oteatromagico.mus.br/

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FONTE: Ultimo Segundo – IG

Podcast Jogando por Música – 01/09/2010

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Ouça o podcast de hoje: http://www.goear.com/listen/d7b8159/jogando-por-musica-wagner-walter-e-william-leal

Salve!

A noite de ontem foi movimentada na música e nos esporte. Teve ícone da MPB gravando DVD, mudanças na classificação da série B, Espanha perdendo no Mundial de Basquete… E tudo isso é destaque aqui no Jogando por Música. Ouça nosso podcast de hoje. Ah, quando sentir vontade, você pode ouvir novamente qualquer uma das edições anteriores do nosso programa, estão todas à sua disposição. Inclusive pode baixa-las para ouvir em seu celular, iPod, no carro, ou onde quiser… Estamos trabalhando para melhorar a qualidade dos arquivos de áudio sem deixa-los pesados. Vamos encontrar uma boa solução em breve.

Alguns destaques de hoje:

Fã e pesquisador brasileiro lança livro sobre o Queen


Muita pesquisa, técnica e paixão foram os ingredientes usados por Marcelo Facundo Severo para escrever “Queen – Magic Works”, livro lançado recentemente pela editora Mandacaru contendo a história de uma das mais influentes e amadas bandas da história do Rock mundial.

Mais do que uma simples biografia da banda, em “Queen – Magic Works” o autor “ressalta o contexto histórico” no qual o grupo surgiu e dá detalhes para alimentar a admiração dos fãs falando sobre os instrumentos utilizados, os locais onde os clássicos foram gravados e o que inspirou a banda a compor determinadas músicas.

O livro também traz informações sobre a trajetória musical dos quatro integrantes antes de se unirem e formarem o Queen. Além disso, há um extenso trabalho de análise das faixas de todos os álbuns.

O autor, Marcelo Facundo Severo, é fã da banda há 20 anos e colunista do fã-clube Queen.net. O livro pode ser comprado pelo site www.livroqueenmagicworks.com.br.

Festival reúne nomes de destaque da ‘nova’ MPB

Entre os dias 16 e 18 de setembro o palco do Teatro Odisséia, no Rio de Janeiro, vai receber diversos artistas que vêm se destacando no cenário da música brasileira. Trata-se do Festival Faro MPB, evento promovido pela rádio carioca MPB FM, em parceria com o Grupo Matriz, para comemorar os 10 anos da emissora.

O festival vai receber 10 artistas que mostram parte da diversidade da nova MPB. No primeiro dia do evento, 16 de setembro, sobem ao palco as cantoras Tulipa Ruiz, Nina Becker e Roberta Campos.

Na sexta-feira, 17, são as vozes masculinas que tomam o palco com Lucas Santanna, Momo e Rubinho Jacobina. Na última noite, sábado, 18, o festival começa com um artista que será escolhido através de votação popular. Para votar basta acessar o site do festival em www.mpbbrasil.com/festivalfarompb. A noite continua com as bandas Preto Tu, Tono e Fino Coletivo.

Mais informações:
Dias 16, 17 e 18/09/2010 – Rio de Janeiro/RJ
Teatro Odisséia – Rua Mém de Sá, 66
Horário: 21h00
Ingressos: R$ 30,00 (inteira)
Informações: 21 2266-1014
Informações: www.mpbbrasil.com/festivalfaro

Ney Matorosso grava novo DVD esta noite

Ontem a noite foi a vez do cantor Ney Matogrosso subir ao palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro para um show especial. A apresentação foi registrada para um futuro lançamento em DVD.

O show, batizado como “Beijo Bandido”, não teve ingressos disponíveis e a platéia foi composta apenas de convidados e integrantes de fã-clubes do cantor. O espetáculo “Beijo Bandido” tem direção musical e arranjos assinados por Leandro Braga e recebeu da Associação Paulista de Críticos de Arte o prêmio de Melhor Show de Música Popular de 2009.

No palco, Ney é acompanhado por Leandro Braga (piano), Lui Coimbra (cello e violão), Ricardo Amado (violino e bandolim) e Felipe Roseno (percussão). No repertório canções como “Medo de Amar” (Vinícius de Moraes), “Bicho de Sete Cabeças” (Geraldo Azevedo/Zé Ramalho/Renato Rocha), “Tango para Teresa” (Evaldo Gouveia/Jair Amorim), “A Bela e a Fera” (Chico Buarque/Edu Lobo), “Nada por mim”, (Herbert Vianna/Paula Toller) e “Mulher Sem Razão” (Cazuza/Dé/Bebel Gilberto).

FONTES: Território da Música, Myspace e Eduardo Guimarães.

Podcast Jogando por Música – 31/08/2010

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Ouça o podcast de hoje: http://www.goear.com/listen/c0e86c0/jogando-por-musica-wagner-walter-e-william-leal

Tema do Jogando por Música http://www.goear.com/listen/f99d1ef/Jogando-por-Musica-Wagner-Walter-e-William-Leal

Salve!

Hoje é terça-feira, fim de mês, mas o Jogando por Música segue em ritmo de maratona, afinal, além dos campeonatos de futebol, o Mundial de Basquete está a todo vapor, o Brasil começou a jogar bem e empolgar. Na música, as novidades não param! Hoje mais lançamento, além de uma versão especial da música FIM DE MÊS de Raul Seixas. Ouça o podcast, ouça também o tema do programa, uma criação da ID Idéia Comunicação Integrada – (79)3214-7885 / (79)8125-0500. Os nossos agradecimentos ao Milton Goulart (com ART até no nome) e toda sua equipe. Parabéns pessoal!

Alguns destaques do programa:

É fim do Mês! Música do Raul Seixas em roupagem ‘nova’ (na verdade essa versão é de 1998), é a nossa homenagem ao maluco beleza (que nos deixou há 21 anos) e ao fim do mês que chega outra vez…

Mayra Andrade apresenta novo show no país

A cantora cabo-verdiana Mayra Andrade vem ao Brasil para apresentar seu novo espetáculo no dia 22 de outubro em São Paulo. Nessa nova turnê Mayra divulga seu segundo álbum, “Stória, Stória…”, disco produzido pelo brasileiro Alê Siqueira, que trabalhou com Caetano Veloso e os Tribalistas, entre outros.

As gravações deste disco foram realizadas em estúdios em Paris, onde Mayra está radicada, Rio de Janeiro, São Paulo e Havana. “Stória, Stória…” mistura no repertório canções de seu país natal, de Cuba e também do Brasil.

Por enquanto o único show divulgado é este na capital paulista. Os ingressos para o público em geral estarão disponíveis a partir do dia 03 de setembro. Na agenda do site oficial da cantora ainda não constam detalhes sobre a turnê pelo Brasil. Confira as informações já divulgadas:

22/10/2010 – São Paulo/SP
Citibank Hall – Al. dos Jamaris, 213
Horário: 22h00
Classificação etária: Não será permitida a entrada de menores de 12 anos.
12 e 13 anos permitida a entrada acompanhados dos pais ou responsáveis legais. 14 anos em diante permitida a entrada desacompanhados.
Ingressos: R$ 60,00 (mesa setor 3), R$ 90,00 (mesa setor 2), R$ 100,00 (mesa setor 1), R$ 110,00 (mesa vip) e R$ 130,00 (camarote).
Informações: 4003-6464 / www.citibankhall.com.br

Milton regrava Raras Maneiras parceria de Tunai e Márcio Borges

A música foi lançada por Simone em 86 no álbum Amor e Paixão, Raras Maneiras faz parte do repertório do próximo disco de Milton Nascimento – E a Gente Sonhando. A faixa-título deste álbum em que Milton se junta a cantores e músicos da cidade mineira de Três Pontas também é uma regravação – no caso, de tema lançado em 1965, em registro instrumental, pelo Tempo Trio – mas… E a Gente Sonhando tem repertório majoritariamente inédito. O disco já está no forno. Milton Nascimento tem cadeira cativa no Jogando por Música e já estamos em contagem regressiva para tocar seu novo trabalho. Aguardemos…

LANÇAMENTO DO DIA

No programa de hoje apresentamos como novidade a banda mineira Maria Pretinha. Formada em 2000 pela baixista e vocalista Cinara Motta e sua irmã Cinthia Motta, a banda mineira Maria Pretinha passou por diversas formações, destacando-se no interior do universo musical belorizontino. A banda, segue os ensinamentos tropicalistas, ao fundir em uma única e excitante sonoridade uma gama variada de influências, como o rock n’ roll em suas mais diversas formas, ritmos brasileiros e elementos do cancioneiro de matriz africana.
Além de bares, calouradas universitárias, espaços públicos, teatros e festas particulares, a Maria Pretinha abriu shows para bandas como O Rappa, Elza Soares, Wilson Sideral etc. A música que escolhemos foi Mané Money, pra variar, um funk-rock-samba… Bem, uma mistura que é a cara desta banda.

Amanhã tem mais!

Nosso e-Mail é producao@jogandopormusica.com
E o Twitter @JogandoporMusic

Podcast Jogando por Música – 26/08/2010

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Ouça nosso podcast:
Ou via Goear: http://www.goear.com/listen/6714991/Jogando-por-Musica-Wagner-Walter-e-William-Leal

Salve!

No ar mais um Jogando por Música, trazendo muita informação e música de qualidade. Hoje, tudo sobre a #16 do brasileirão, Sulamericana e as notícias do Volei e Basquete. Ouça nosso podcast, leia nosso blog, comente, participe!

Email: producao@jogandopormusica.com
Twitter: @JogandoporMusic

Black Eyed Peas procura fã para trabalhar com o grupo durante turnê no Brasil

Alguns empregos são melhores que outros, isso todo mundo já sabe. E que tal trabalhar com seu artista preferido, divulgando os acontecimentos durante os shows, os bastidores e ainda curtindo festas com esses artistas depois das apresentações? Bem, não é delírio. Essa é a proposta de emprego que o Black Eyed Peas faz aos fãs brasileiros.

A banda lançou uma promoção que dará a um fã sortudo a possibilidade de acompanhar o quarteto durante os três shows da turnê pelo país. O fã se tornará roadie da banda, mas para isso não precisa ter os conhecimentos técnicos sobre luzes e instrumentos, como um bom roadie precisa ter. Segundo o que informa o anúncio da promoção: o roadie precisa “demonstrar capacidade de mobilizar, improvisar e curtir a balada para acompanhar a turnê do The Black Eyed Peas”.

Entre todos os inscritos, dois fãs serão sorteados e terão acesso ao primeiro show da turnê, no dia 29 de outubro, em Porto Alegre. Um produtor do grupo vai escolher aquele que se sair melhor para acompanhar o Black Eyed Peas também nos shows de Florianópolis e São Paulo, com todas as despesas pagas.

Os detalhes sobre como se inscrever para a promoção estão disponíveis no site www.beproadie.com.br

Abaixo você confere um vídeo sobre a promoção.

Eaê, ta afim de encarar? Desde já, boa sorte pra você!

Djavan resgata tempos de crooner em novo álbum.
“Ária” é o primeiro trabalho só como intérprete na carreira do músico alagoano
Por Regis Salvarani
jogandopormusica.com

A primeira banda da qual Djavan fez parte, no início dos anos 70, tocava músicas dos Beatles. Depois, já cantando em boates no Rio de Janeiro, o cantor começou a gravar músicas de outros compositores para trilhas sonoras de novelas. Em 76 saiu seu primeiro disco: “A voz – o violão – a música de Djavan”. Desde então o repertório autoral pautou a carreira do artista alagoano, com raras exceções abertas em sua discografia. Por isso, “Ária”, o novo trabalho de Djavan, é inédito em sua trajetória.

Em entrevista exclusiva, o músico revela na voz de que intérprete ainda gostaria de ouvir uma canção sua, e alguns momentos marcantes de sua vida que o ajudaram na escolha do repertório, que vai de Cartola e Dalmo Castello, (“Disfarça e Chora”), ao standard de Bart Howard (“Fly me to the moon”), passando por Luiz Gonzaga e Zé Dantas (“Treze de Dezembro”) e Gilberto Gil (“Palco”).

CONFIRA A ENTREVISTA:

Gravar um CD de intérprete traz alguma lembrança dos tempos em que você era crooner de banda? Alguma música do repertório que você cantava naquela época está no disco?

Djavan – Total. Porque eu tenho 34 anos de carreira e nunca tinha feito um disco assim, onde eu uso só músicas de outros autores. Porque a minha vida sempre foi autoral, e esse disco é um diferencial fortíssimo na minha carreira. Eu estou muito feliz de ter realizado esse sonho, e eu aproveite pra trazer pra esse disco todas as minhas reminiscências, as minhas lembranças de infância, de adolescência, da época em que eu era crooner em boate, e músicas do meu coração, músicas que eu gosto, compositores que eu sempre amei… Enfim, é um disco que reúne todas essas sensações. Foi um disco que movimentou bastante a minha emoção. E eu estou muito contente de ter realizado.

Alguma música do repertório do disco simboliza algum momento ou acontecimento especial pra você?

“Sabes Mentir” (composição de Othon Russo gravada por Ângela Maria), que é uma música da minha infância, que minha mãe cantava muito, e foi através dela que eu me encantei com a música; e “Nada a nos separar” (música de Wayne Shanklin com versão de Romeo Nunes), que veio num momento da minha adolescência de muita carência, de muito sofrimento, quando eu estive morando fora de casa por um ano e meio em Recife.

Há algum intérprete que ainda não gravou uma música sua e que você gostaria de ouvir cantando algo que você compôs?
Eu gostaria de ouvir Zeca Pagodinho, que eu adoro.

Há algum novo artista na música hoje que te impressiona?
Vai parecer nepotismo, e é. Max Viana. Ele vai lançar um disco agora, “Um quadro de nós dois”, que está excelente. Eu assino embaixo.

Com uma carreira de grande sucesso e muitos anos de estrada, o que você almeja ainda conquistar como artista?

O de sempre. Me alegrar com as coisas que eu estou fazendo, no momento em que eu estiver fazendo. Porque é isso que eu persigo. Nunca foquei em outra coisa. Porque a música é o meu brinquedo favorito, é a coisa que eu mais amo, que eu mais gosto de fazer. Eu tenho com a música uma ligação muito antiga, muito ancestral, digamos assim. E não negocio. O que está na minha música é o que eu gosto, o que eu sinto, o que eu desejo.

Será lançado em DVD documentário sobre o ‘professor’ Martinho da Vila.
www.jogandopormusica.com
Rodado nos últimos dois anos, o filme, está saindo em DVD pela MZA Music e o Canal Brasil e conta com interessantes imagens de arquivo. Além dos relatos da família, o documentário traz também depoimentos de admiradores, como o pagodeiro Dudu Nobre e o poeta Ferreira Gullar, e registros de viagens com a banda.

Mais do que qualquer imagem, o que arrebata é o espírito de Martinho, traduzido na fala macia, nas músicas. Nas cenas no rio, pescando nas passagens em Duas Barras, sua cidadezinha, no interior do Rio.

O filme mostra passagens pouco conhecidas da vida de Martinho, para além da Vila Isabel e dos sucessos colecionados em mais de 40 discos gravados. Como: Casa de Bamba, Quem é do Mar não Enjoa, Madalena do Jucu, O Pequeno Burguês, Canta Canta Minha Gente, Mulheres e tantos outros. No programa de hoje ouvimos: Quem é do Mar não Enjoa.

FONTES: Rádio Eldourado, Território da Música, Myspace, Facebook e Palco Mp3.

Podcast Jogando por Musica – 25/08/2010

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Ouça nosso podcast:

Ou via Goear: http://www.goear.com/listen/640532b/Jogando-por-Musica-Wagner-Walter-e-William-Leal

Salve!

No programa de hoje, informações sobre o Prêmio Multishow que rolou ontem a noite. Boas novas para os amantes do rock com lançamentos de Angra e Nenhum de Nós. Noticias dos esporte, hoje o nosso Wagner Walter já está bem melhor, com isso ganhamos de presente sua bela voz e as informações precisas. Ah, hoje também alteramos o endereço do nosso blog, que a partir de agora passa a se chamar: jogandopormusica.com simples desse jeito, nem precisa www ou wordpress… Olha, o ‘velho’ endereço continuará te levando à nossa pagina, a mudança foi com objetivo de simplificar o acesso. Bem, ouça o podcast, comente, dê sua sugestão de pauta, mande sua crítica… Aguardamos com ansiedade a sua participação:

Email: producao@jogandopormusica.com
Twitter: @JogandoporMusic

Hoje falamos sobre:

Nenhum de Nós lança nova música na internet.

“Outono Outubro”, este é o nome da primeira música de trabalho do novo álbum da banda Nenhum de Nós. Esta é uma das faixas do próximo disco de estúdio do grupo, “Contos de Água e Fogo”, e está disponível para audição na internet. O novo álbum do Nenhum de Nós começou a ser gravado em julho, no estúdio Submarino Amarelo, em Porto Alegre, com produção da própria banda em parceria com Ray Z. O grupo contou com alguns colaboradores neste trabalho, entre eles Leoni e Fábio Cascadura, da banda Cascadura. Algumas das novas músicas são “Último Beijo”, “Melhor e Diferente”, “Corrente”, “Primavera no Coração” e “Outono Outubro”, que você pode ouvir no endereço www.nenhumdenos.com.br Se você curtiu a banda nos anos 80 certamente reconhecerá o som, está com uma roupagem nova, mas tem a mesma essência. Vale a pena!

Zeca Baleiro disponibiliza músicas no site oficial.

Como parte das comemorações pelos 13 anos desde o lançamento do primeiro disco, o cantor e compositor maranhense Zeca Baleiro liberou no site oficial quatro músicas inéditas para os fãs poderem baixar gratuitamente. As novas músicas são “Mais um Dia Cinza em São Paulo” e “Milonga del Mejor”, do álbum “Concerto”, e “Carmo” e “Xote do Edifício”, do disco “Trilhas”. Esses dois trabalhos serão os primeiros de Baleiro a serem lançados por seu próprio selo, o Saravá Discos. Os CDs serão lançados nos próximos dias. Para baixas as quatro músicas novas clique no link: www.zecabaleiro.com.br. No programa de hoje ouvimos: CARMO, mas Milonga del Mejor, Xote do Edifício e Mais um dia cinza em São Paulo também valem muito a pena baixar e ouvir. O trabalho tem o DNA do Baleiro, os fãs agradecem.

Angra lança jogo digital no estilo Guitar Hero

A união de videogames e música já está selada há algum tempo e a banda Angra agora investe nesse novo modo de divulgar seu material lançando um jogo virtual no formato Guitar Flash, no estilo do famoso Guitar Hero. No jogo os participantes podem ouvir – e tocar, é claro – o primeiro ‘single’ do novo álbum. A música escolhida é “Arising Thunder”, faixa do disco “Aqua”, sétimo na discografia da banda. Para jogar acesse o endereço www.guitarflash.com.br/angra.

A turnê de divulgação deste novo disco do grupo paulistano já tem datas agendadas pelo Brasil e também no exterior. A partir do próximo dia 28 o Angra põe o pé na estrada com uma apresentação em Salvador, faz shows na Ásia em outubro e volta ao Brasil. Para o início de 2011 o grupo já tem agendado algumas apresentações nos Estados Unidos junto com com outra banda brasileira de muito sucesso: o Sepultura.

O Jogando por Música lança mais um ‘novo’ artista:

Philippe Lobo, é brasileiro, é natural de Goiás. Violonista, bacharel em música e guitarrista autodidata tem uma produção musical bastante autêntica e em sua maior parte instrumental.
Em 2007 lança o disco “Philippe Lobo de outros carnavais”, uma mistura do jazz com a música popular brasileira tradicional e erudita. Em 2009 desenvolveu ao lado do catarinense Wilson Souza o show instrumental “Tempo contra tempo”. Além de músico e produtor desenvolve trabalho como performer multimídia participando de experimentações e produções nas áreas da dança, teatro e performance contemporânea. Hoje ouvimos: Depois do Carnaval

Multishow premia músicos brasileiros e nenhum dos vencedores levou o troféu em mais de uma categoria.

Aconteceu na noite de ontem o 17º Prêmio Multishow de Música Brasileira, realizado na HSBC Arena, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. Simplesmente nenhum dos 12 vencedores levou o troféu em mais de uma categoria. A primeira fase da votação aconteceu entre 22 de janeiro e 14 de junho, quando o público pôde indicar nomes que queria ver concorrendo ao prêmio. Os 10 mais votados de cada categoria passaram para a segunda fase, que aconteceu de dia 15 de junho até a meia-noite de 23 de agosto.

Toda a votação foi feita pela internet e, segundo os organizadores, foram contabilizados na segunda fase mais de 30 milhões de votos.

OS GRANDES VENCEDORES FORAM:

MELHOR CANTOR
Samuel Rosa

MELHOR CANTORA
Ana Carolina

MELHOR ÁLBUM
“Maria Gadu”, Maria Gadú

MELHOR CLIPE
“Espero a minha vez”, NXZero

MELHOR DVD
“Chiaroscope”, Pitty

MELHOR GRUPO
Banda Cine

MELHOR INSTRUMENTISTA
Rodrigo Tavares (Fresno)

MELHOR MÚSICA
“Recomeçar”, Restart

MELHOR SHOW
Ivete Sangalo

REVELAÇÃO
Luan Santana

ARTISTA SERTANEJO
Victor & Leo

TVZÉ
“As máscaras”, Claudia Leitte – Thiago Cardoso

E foi isso! Amanhã encontro marcado as 09h da manhã na 99,7 Liberdade FM de Aracaju-SE.

Nosso Twitter é @JogandoporMusic

FONTES: Facebook, Território da Música, Palco Mp3, Globo.com e Dicionário Cravo Albin.

Podcast Jogando por Música – 24/08/2010

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Ouça nosso podcast:

Ou via Goear: http://www.goear.com/listen/a742b9c/Jogando-por-Musica-Wagner-Walter-e-William-Leal

Salve!

O programa de hoje foi mais musical, o nosso trepidante Wagner Walter estava fora de combate (garganta inflamada), então, nos restou tocar muita música e aproveitar pra lançar mais três ‘novos’ artistas.

Cláudia Rizo é natural de Vitória da Conquista – Bahia e é musicista nata.
Em março de 2008 lançou o cd autoral : Olhos de Rizo , com composições inéditas próprias e de amigos.
Cláudia Rizo é regente do premiado Coral Conquista há 11 anos. No programa ouvimos: Um Tom meio Zé.

Kristoff Silva, tem rica formação musical, sua marca definitivamente é a versatilidade. Atua como violonista, cantor, compositor, professor de teoria musical e autor de trilhas para teatro, poesia e dança… Toca desde os 8 anos de idade. Em 14 anos de profissão, apresentou-se ao lado de feras como Caetano Velloso, Elza Soares, do diretor teatral Zé Celso Martinez Correa, das cantoras Mônica Salmaso, Ná Ozzetti, Virgínia Rosa, além da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais. Foi um dos responsáveis pelo CANCIONEIRO ELOMAR (lançado em dezembro de 2008), que contém as partituras com arranjos originais para violão e voz do aclamado compositor baiano. Hoje ouvimos: Letra de Música.

Kitu Yang é outra aposta do programa. Violonista, compositor e cantor natural de Rio Piracicaba em Minas Gerais. Em 1986 começou a vida artística participando de Festivais Estudantis e Regionais, apresentando suas próprias canções e de amigos. Ele se apresenta em temporadas pela costa da América do sul em grandes cruzeiros. Atualmente está divulgando seu segundo CD intitulado Pintura com composições de sua autoria e Osvaldo Bosbah. Escolhemos pra ouvir: Bem Sucedido.

É isso aí, amanhã tem mais, as 09h da manhã na 99,7 Liberdade FM!

Nosso Twitter é @JogandoporMusic

FONTES: Facebook, My Space, Palco Mp3 e Dicionário Cravo Albin.

Podcast Jogando por Música – 23/08/2010

Padrão

Ouça nosso podcast:

Ou via Goear: http://www.goear.com/listen/fff180b/Jogando-por-Musica-Wagner-Walter-e-William-Leal


Salve!

No programa desta segunda lançamos alguns artistas, como: Ana Person, Capim Seco, Parabelo, Dicy Rocha e Validoaté. São artistas e bandas com pouco ou nenhum espaço na mídia tradicional. O Jogando por Música está garimpando, para oferecer sempre boa música aos nossos ouvintes.

Parabelo (Recife-PE):
Um mergulho na beleza miscigenada dos ritmos da Zona da Mata e do Sertão de Pernambuco. O coco, maracatu, caboclinho, o baião… A musicalidade da Parabelo é resultante desses encontros culturais que fluem permitindo belas recriações. No programa de hoje ouvimos a música NA MALA SAUDADE SOLIDÃO E SAUDE.

ANA PERSON (Valinhos-SP)
É militante da música há 30 anos, fez comunicação social, participou de vários festivais e na última década sua carreira tem sido acompanhada de perto pela mídia local. Tem muita qualidade, tanto como compositora quanto como intérprete. Hoje ouvimos EU MEREÇO, música de sua autoria.

Capim Seco (Belo Horizonte-MG)
Essa é uma banda que me chama muito atenção. A concepção de samba do Capim Seco vai além do tradicional carioca ou paulistano. O samba como conhecemos é resultado de diversas manifestações, como já falamos no programa especial SAMBA. O som da banda traz justamente esse samba na essência da palavra, é um som de convergência. A música escolhida foi: SAMBA SEM VOLTA

DICY ROCHA (São Luiz-MA)
Essa maranhense participou de vários festivais. Tem uma voz suave, agradável e costuma dizer que o seu (sic) ‘compromisso é o de produzir boa música.’ E ‘Que ela seja de melodia doce e alma forte.’
Ela tem um repertório bem variado, vai do regional ao reggae, muito popular no Maranhão. Ouvimos: TRADIÇÃO.

Nosso Twitter: @JogandoporMusic

Fontes: PalcoMp3, Revista da Musica Brasileira e Dicionário Cravo Albin.